29 de maio de 2013

Um livrinho para as crianças

Um dom de Deus para o mundo
Livro de 1995 - 37 págs


Desde muito jovem Verzeri, tinha seu diretor espiritual, Mons. José Benáglio, que a educou na robustez interior, na procura do bem e por isso livre do egoísmo, na atenção e fidelidade à graça, na fortaleza interior, na fé profunda e dinâmica. Sob os ensinamentos de Benáglio, soube ver, sentir e pensar de modo superior ao comum.
Verzeri desejava ardentemente entregar-se ao Senhor e entra no mosteiro de Santa Grata, com as irmãs Beneditinas. Fez a experiência de entrar no mosteiro por três vezes. Percebeu que sua vocação era para apostolado ativo e saiu do convento, sempre orientada por seu diretor espiritual. José Benáglio tem grande preocupação com a juventude que está moralmente abandonada depois da Revolução Francesa e decide fundar uma escola para meninas pobres.
Após a terceira saída do convento Beneditino, foi confiado a Teresa um grupo de meninas para a educação. Teresa sente uma alegria imensa em poder ajudar estas meninas tão necessitadas.
Em 1831, deu origem a instituição religiosa das Filhas do Sagrado Coração de Jesus. A semente estava lançada e muitas vocações foram surgindo.
Fundadora corajosa e prudente, educadora original e exímia, escritora sábia e vigorosa, mestra admirável de espiritualidade encarnada. Tereza Verzeri faleceu no dia 03 de março de 1852, num gesto total de oblação a Deus. Foi beatificada pelo Papa Pio XII no dia 27 de outubro de 1946, data esta que ficou escolhida para sua festa e a solene cerimônia da Proclamação Oficial da Santidade de Teresa Verzeri foi presidida pelo nosso, então, Papa João Paulo II na Praça de São Pedro, em Roma, no dia 10 de junho de 2001.

23 de maio de 2013

A Igreja Católica é o maior milagre de Jesus? Sim! E Sertillanges o prova.

A. D. Sertillanges
Livro de 1948 - 215 págs



     "[...] Quando se diz que Jesus Cristo fundou a Igreja, há quem peça para ver, no tempo dele, um grupo religioso semelhante ao nosso, diferindo apenas pela amplitude. Teremos de dizer até que ponto, filosoficamente, essa concepção é falsa. A Igreja, nos seus primórdios, tem apenas delineamentos; porém faz-no-los vez no próprio dia em que a ideia nova vital é lançada na sua matéria consciente.

    Jesus faz-se reconhecer; fala, e a sua influência, que é uma lei de vida, apossa-se da matéria ambiente na medida em que essa matéria está preparada para recebê-lo. “Vem!” diz ele, e a pessoa vem (Mt VIII, 9; Mc X, 21; Jo I, 46). Ou mesmo, como no caso de Madalena, de Nicodemos, nada havendo ele pedido, acorre-se, reconhecendo nele o ideal que se procurava. Assim as substâncias que o turbilhão vital arrasta colocam-se sob a lei da alma.

   A alma espiritual introduzida no mundo por Jesus vai assim, por atração, por conaturalidade, constituir para si um corpo. Ninguém vem a mim, dizia o Salvador, se meu pai não o atrair. Que é essa atração do Pai, se não é Deus vivo nas almas sob a forma de um apetite sobrenatural que ele provoca, e que em seguida saberá satisfazer, quando essas almas tiverem reconhecido em Cristo o meio de realizarem o que procuravam?

     Essa atração interior constitui rapidamente a Jesus um grupo de aderentes, homens e mulheres, em número bastante grande, entre os quais emergem e se distinguem, nomeadamente escolhidos, setenta ou setenta e dois discípulos. Digo nomeadamente, embora nenhum catálogo autêntico nos tenha chegado; mas a cifra setenta (ou setenta e dois segundo os manuscritos) é dada por Lucas (X, 1), e alguns nomes sobreviveram, como Barnabé ou Sóstenes.

     Um terceiro grupo mais restrito e especialmente eleito será o dos Doze, entre os quais Pedro, Tiago e João parecem formar ainda uma seleção. Enfim, Pedro revela-se como o chefe, o centro de unidade para o futuro, quando o centro eterno, Cristo, se tornar invisível. [...]"

Trecho do Capítulo: "O Nascimento da Igreja" - A. D. Sertillanges


ÍNDICE

Preâmbulo

Capítulo I - A Igreja antes da Igreja

Capítulo II - O nascimento da Igreja

Capítulo III- Os primeiros desenvolvimentos da Igreja

Capítulo IV - As primeiras conquistas

Capítulo V - A Igreja e as civilizações anteriores ou contemporâneas

Capítulo VI - A Igreja em face dos Césares

Capítulo VII - A Igreja do tempo presente




__________
OBS.: Nossos sinceros agradecimentos ao estimado amigo Jonadabe por este trabalho que teve como objetivo visar o bem das almas. Que Nossa Senhora lhe recompense sempre!!!

19 de maio de 2013

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 07

à luz da História e da Astronomia
Vozes em Defesa da Fé - Caderno 7
José Bernard, S. J. 
Livro de 1954 - 69 págs



   "[...] O interesse que levantou a condenação eclesiástica do físico e astrônomo pisano Galileu Galilei, o famoso "Caso Galilei", é manifestado pela literatura que provocou e ainda suscita em todas as línguas culturais. Quando, no século passado, a cúria romana franqueou as atas dos processos de 1616 e 1632, quase imediatamente e no mesmo ano de 1877, os documentos principais foram publicados em três línguas: alemã, francesa e italiana. Desde então propriamente não se pode mais falar de "Questão Galilei", pois todos os fatos estão à luz do dia.

18 de maio de 2013

"Não haverá mais belo Apostolado nem mais valiosa obra de zelo que levar aos homens os argumentos e as razões da Fé Católica"

Padre Walter Devivier, S.J.
Versão Portuguesa pelo Padre Manoel Martins, S. J.
Livro de 1925 - 563 págs


É um livro essencialmente didático, muito metódico na doutrina, seguro e convincente no raciocínio, e ao mesmo tempo atilado e circunspeto no ventilar as questões, sóbrio sem deficiências nem demasias na linguagem, e enfim tão bem meditado e substancioso que suave e fortemente triunfa das inteligências que não fechem acintosamente os olhos à verdade.”
O Tradutor



     ÍNDICE

6 de maio de 2013

Uma imagem de Maria segundo as fontes autênticas

José Patsch
Livro de 1959 - 285 págs

Fonte
   "[...] Nas páginas que se seguem, tenciono apresentar aos leitores uma imagem de Maria segundo as fontes autênticas, excluindo tudo o que for pura imaginação, tudo o que não for suficientemente documentável. [...]
Temos procurado acompanhar Maria, a maior e mais gloriosa figura de mulher de toda a história, através da sua vida, rica de obras e de virtudes. Aquilo que o Evangelho diz a seu respeito tem a máxima garantia de veracidade e constitui o fundamento da nossa exposição. A história, a geografia, o folclore e a tradição nos forneceram a moldura do quadro. Filha autêntica do seu povo, no meio do qual viveu, desejou, gozou e sofreu. Maria fazia projetos, esperava, assustava-se e alegrava-se como toda a gente da sua terra, mas de um modo melhor, mais puro e mais perfeito. Além disso, teve uma missão que a elevou acima de todas as criaturas humanas e por cuja causa não teve nem terá jamais igual. Assim pode-se dizer dela o que Jesus disse uma vez aos seus Apóstolos: “Bem-aventurados os olhos que veem o que vós vedes!” (Lc 10, 23). A Ela foi concedido o privilégio de receber a mensagem do céu, dar a sua carne e o seu sangue ao unigênito Filho de Deus, permanecer ao seu lado como Mãe e serva durante trinta anos. Ninguém pôde jamais penetrar mais profundamente do que Ela no ser miraculoso do Filho, ninguém viu tão de perto a sua santa vida, participou tão intimamente dos seus pensamentos, dos seus planos, dos seus milagres, dos seus  ensinamentos, dos seus sucessos e insucessos; ninguém sofreu com Ele e por causa Dele como Ela, a inigualável, a Virgem Imaculada, a martirizada das dores e agora, com o corpo e com a alma, Rainha no Céu, Maria, a Mãe do Senhor."

~ * ~ * ~

ÍNDICE
Prefácio
As fontes
A juventude de Maria
A Mãe
Em Nazaré
Maria na vida pública de Jesus
A Paixão de Jesus
Ressurreição de Jesus
Ascensão de Jesus ao céu
Maria na Igreja
A morte de Maria
A Assunção corporal de Maria
Conclusão

1 de maio de 2013

O mês de Maria é um mês consagrado a meditar os privilégios insignes da Mãe de Jesus- REFORMATADO

M. J. Larfeuil
Edição de 1903 - 438 págs

As pessoas que desejarem servir-se deste livro para os exercícios piedosos do mês de Maria, devem ler no primeiro dia a presente instrução.


1° DE MAIO

Talis fuit Maria ut ejus unius
 vita sit omnium disciplina.

Um dos mais belos elogios que se têm feito da SS. Virgem é sem dúvida aquele que Dela fez S. Ambrosio nas palavras que acabamos de citar: a vida de Maria pode servir de regra a todas as vidas. É debaixo d’este ponto de vista, tão fecundo em lições práticas, que eu quereria estudar, durante este mês abençoado, a vida de Maria. Contemplá-la-emos então, alternadamente,como o modelo de todas as pessoas, das esposas, das mães de família, das viúvas, das pobres, das almas piedosas, como nosso modelo enfim em todas as condições da vida. Hoje, para introdução às instruções que vão seguir-se, tentemos responder a estas duas questões cuja solução não pode deixar de ser interessante: o que é o mês de Maria? Quais são os meios de aproveitarmos dele?

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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