7 de outubro de 2011

Por que Amo Maria - Reformatado

Padre Júlio Maria de Lombaerde
Livro de 1945 - 520 págs

Tratado Substancial e Completo dos Principais Motivos de Devoção para com a Virgem Maria
Segundo os Santos Padres, os Doutores e os Santos


INTRODUÇÃO

Ó Maria, com que coroa cingirei a Vossa nobre fronte!

(S. João Damasceno)

A melhor introdução de um livro piedoso é uma prece ao Deus todo-poderoso, para que Ele se digne abençoar as suas páginas. 
"Ó meu Deus, direi eu, portanto, com Sto. Agostinho, sinto o meu coração comover-se profundamente ao pensar que vou empreender o elogio de Vossa Mãe, desta Mãe augusta, elevada a um grau tão elevado em graça e dignidade, que homem algum jamais, nem algum anjo pode sequer conceber a Sua sublimidade.1
E com S. João Damasceno: "Abri, Verbo divino, abri-vos mesmo os meus lábios, incapazes como são de dizer algo de conveniente a Vosso respeito. Depositai sobre os meus lábios palavras que tenham a doçura do mel e a suavidade dos céus. Concedei-me uma graça semelhante àquela que o Espírito Santo Se dignou conceder outrora a simples pescadores da Galiléia, aos quais inspirou uma eloqüência sobre-humana, para que eu proclame os insignes privilégios de Vossa Mãe querida, menos indignamente do que o faria, entregue às minhas débeis forças.2"
E que vos direi eu, ó doce e arrebatadora Mãe de amor? 
É de joelhos, ao pé da Vossa imagem; que começo este livro. 
Desde há muito tempo o seu plano estava traçado em meu espírito, meu coração fecundava-o sem cessar e minha alma aí depunha a Sua vida e os Seus afetos, mas é somente hoje que me é dado fixá-lo sobre o papel, dizendo: algo do que entrevi; algo do que saboreei; algo do que desejava fazer entrever e saborear aos outros. 
Antes de começá-lo, tudo se desenhava claro e preciso ante os olhos de minha alma, mas, no momento de executar o quadro já esboçado, sinto quanto é difícil falar bem de Vós... e minha mão vacila e meu espírito se aterroriza diante da tarefa já começada. Tem-se falado tanto de Vós... e, entretanto nada se disse ainda... nada!... em comparação do que se poderia dizer! ... 
'I'êm-se haurido algumas gotas somente no oceano de Vossas grandezas e perfeições... apenas algumas gotas tão saborosas, mas em tão pouca quantidade! Oh! feliz daquele que pode entrever um pouco este oceano. 
Que me seja permitido haurir ali mais uma gota ainda e expandi-la sobre as almas desejosas de amor e generosidade. 
Como vos explicarei o fim destas páginas, caro leitor, e filho muito amado de nossa Mãe? ... 
Como o filho que nunca viu sua mãe, mas que sente, entretanto, seu coração e sua alma cheios de emoção e de amor ao pensar nela, para iludir a impaciência que tem de conhecê-la, importuna com infatigáveis perguntas àqueles que a viram, que a conheceram, ou que dela ouviram falar, assim também eu quis interrogar: 
ao céu, que vê Maria,
à Igreja, que A conhece,
aos santos, que ouviram falar dEla;
e, apoiado sobre eles e seus testemunhos, tentei reconstituir algo da radiosa e inefável fisionomia da Mãe de Deus. E eis por que recolhi os diversos motivos que nos induzem a honrar e amar esta incomparável rainha e soberana dos corações. 
Pareceu-me que era mais uma obra a fazer. 
Existem muitos livros que tratam da Santíssima Virgem, mas não conheço um sequer que tenha por fim nos dar uma percepção clara, raciocinada e sólida dos diversos motivos por que devemos amar Maria Santíssima. 
Era uma lacuna lamentável, pois o "porquê" desempenha sempre um papel importante em nosso amor como em todas as nossas empresas. Experimentei, em parte, preencher esta falta no presente trabalho, ao qual seguirá, como espero, um segundo, intitulado: "Como amo Maria", e que será a prática da doutrina exposta neste volume. 
Eis a ordem seguida no presente volume, onde todos os motivos estão enfeixados sob cinco títulos principais: 

1. a vontade de Deus, que me fez conhecer a Maria e a necessidade de amá-lA; 
2. a grandeza de Maria, que excita a minha admiração; 
3. Seu poder, que me move a confiar nEla; 
4. Sua beleza, que me atrai e me incita a desprezar toda a beleza terrestre, indigna de merecer o meu amor; 
5. Seus benefícios, que me obrigam a amá-lA, por reconhecimento e reciprocidade de amor. 

Neste plano pareceu-me completo, lógico e fecundo, pois toma a alma tal qual é e a conduz sucessivamente ao conhecimento, à admiração, à confiança, à preferência e ao amor. 
Não é este o caminho que segue o nosso coração na escolha do objeto de seu amor? 
A que categoria de leitores se dirige este livro? 
A presente obra se dirige a todos aqueles que desejam conhecer e amar Nossa Senhora. Dirige-se aos padres, que têm em vista propagar o culto e estender o amor de sua divina Mãe, os quais nele acharão matéria abundante e sólida para pregar sua sublime devoção; aos religiosos, que encontrarão assuntos de meditação fecunda; e, finalmente, a todos os filhos de Maria, que ai virão colher e auferir luzes e exposições sumárias que lhes eram talvez até agora desconhecidas. A todos eles ensinará a amá-lA mais generosamente, apresentando e descobrindo-lhes o mais claramente possível a sua divina Mãe, ensinando a amá-lA com mais generosidade e a conhecê-lA com mais zelo.
Este trabalho, em que pus todos os meus esforços, para fazê-lo tão completo e substancial quanto possível, ainda está muito imperfeito. Ele não é mais que o resultado diminuto do esforço de uma alma incapaz de realizar completamente o que antes concebera. 
Quando se trata de Maria, a alma anseia por uma exclamação mais divina, o coração requer uma linguagem mais suave, e o amor, um acento mais vivo e mais afetuoso. 
Eu o sei. ... bem o sinto. Mas, se não me é dado realizar o quadro que meu coração tinha esboçado, espero que entre os leitores destas páginas haja alguma alma que dará este grito divino, algum coração que falará esta linguagem tão sublime, algum filho de Maria, ao qual o amor à sua Mãe do céu arrancará do seu peito este acento apaixonado que eu mesmo não pude achar. E se algum dia me for dado sabê-lo, seja aqui na terra ou lá no céu, de antemão terei gozado a minha recompensa.
P. Júlio Maria

1.- S. Aug. Homil. 4 de Assumpt. 
2.- S. J. Damasc. serm 1 de Dormit. B. V. M. n. 3. 


OBS.: Aqui no blog há para download alguns excertos deste excelente livro. Clique aqui

5 de outubro de 2011

Madre Mariana de Jesus Torres

Mística Confidente de Nossa Senhora do Bom Sucesso
Pe. Manuel de Souza Pereira
Livro de (?) - 650 págs

Nascida na Espanha, na Província de Viscaya, no ano do Senhor de 1563, Mariana bem cedo sentiu a vocação religiosa. Aos 13 anos de idade, com permisão do Rei Filipe II, abandonou seu país, juntamente com sua tia, Madre Maria de Jesus Talvada, e partiu para Quito, cidade situada em terras de colonização espanhola na América do Sul, a fim de ali estabelecer o primeiro mosteiro nas Américas em honra da Imaculada Conceição.

A esta alma - esculpida por longos anos de penitências, orações e sacrifícios - Nossa Senhora apareceu diversas vezes sob a invocação do Bom Sucesso.
O Mosteiro da Imaculada Conceição sempre estivera sob a assistência religiosa dos Frades Franciscanos. No entanto, algumas freiras relapsas quanto à Regra não aceitando a influência franciscana, urdiram uma conspiração e conseguiram de Roma que o Convento ficasse sob a tutela do Bispo local.
Vendo o abandono em que ficaram as religiosas fiéis e o risco de extinção do Mosteiro, Nossa Senhora apareceu à Madre Mariana de Jesus Torres:
 "É vontade de meu Filho Santíssimo que tu mesma mandes executar uma estátua minha, tal como me vês e a coloques sobre a cátedra da Priora. Colocareis em minha mão direita o báculo e as chaves da clausura, em sinal de minha propriedade e autoridade. Colocarás em minha mão esquerda o meu Divino Filho. Eu mesma governarei este meu Convento".
Mariana hesitou. Como dar cabo àquela tão difícil tarefa? Em primeiro lugar, como conseguir a autorização do Bispo? Depois, como conseguir os recursos, e qual escultor seria capaz de esculpir a imagem?
-Senhora, insistiu a religiosa - como realizar tudo isto se nem mesmo sei qual a sua estatura exata?
- Dê-me o cordão franciscano que trazes na cintura - disse-lhe a Virgem.
Neste momento os três Arcanjos, São Miguel, São Rafael e São Gabriel, que A assistiam, fizeram uma profunda reverência diante de Nossa Senhora e com enorme respeito ergueram a coroa. Ela, então, tomou o cordão e colocou uma das extremidades sobre sua cabeça e ordenou que Madre Mariana tocasse com a outra nos seus pés. Ora, como o cordão era muito curto, houve um milagre e ele esticou-se até alcançar a altura exata da Virgem.
"Aqui tens minha filha, a medida de tua Mãe do Céu, entrega-a a meu servo Francisco del Castillo, explicando-lhe minhas feições e minha postura: ele trabalhará exteriormente minha imagem porque tem consciência delicada e observa escrupulosamente os mandamentos de Deus e da Igreja. Nenhum outro será digno desta graça. Tu, de tua parte, ajuda-o com tuas orações e com teu humilde sofrimento".
Cheia de encanto a Madre tomou aquela preciosíssima relíquia e durante toda a vida a levou consigo.




Nossa Senhora prevê o futuro do Equador e a morte do Bispo
Nas aparições seguintes Nossa Senhora do Bom Sucesso voltou a insistir para que a Madre mandasse executar, o quanto antes, a imagem, repreendendo-a por sua demora. Para convencê-la profetizou o futuro do Equador, do Bispo e outros acontecimentos já realizados como as proclamações dos dogmas da infalibilidade papal e da Imaculada Conceição.
"Minha Filha muito amada, porque és lenta e pesada de coração? Quantos crimes ocultos se cometem nesta população e nas vizinhas! Precisamente por esse motivo se fundou o Convento neste local, a fim de que Deus fosse desagravado no mesmo lugar em que Ele é ofendido e desconhecido; e por essa razão o demônio, inimigo de Deus e dos justos, tanto agora como nos séculos futuros porá em jogo toda a sua maliciosa astúcia para acabar com este Convento."
Em seguida, Nossa Senhora revelou a Madre Mariana de Jesus que aquela Colônia tornar-se-ia independente sob o nome de Equador. Profetizou também que,
"... no século XIX, virá um presidente verdadeiramente cristão, varão de caráter a quem Deus Nosso Senhor dará a palma do martírio na praça onde está este meu Convento. Ele consagrará esta Pátria ao Divino Coração de Meu Filho Santíssimo, e esta consagração sustentará a Religião Católica nos anos posteriores, os quais serão terríveis para a Igreja".
Hoje mesmo, quando amanhecer, irás ter com o Bispo e lhe dirás que eu mandei esculpir minha Imagem para ser colocada à testa de minha Comunidade, a fim de tomar posse completa daquilo que, a tantos títulos, me pertence. E, como prova da veracidade do que lhe dirás, morrerá ele dentro de dois anos e dois meses, devendo desde já preparar-se para o dia da eternidade, porque a sua morte será violenta".
Ele deverá consagrar minha Imagem com os Santos leos, e pôr-lhe-á o nome de Maria do Bom Sucesso da Purificação ou Candelária. Nessa ocasião solene, ele mesmo colocará na mão direita de minha Imagem, junto com o báculo, as chaves desta clausura, como prova de que entrega a Mim o governo das esposas de meu Filho Santíssimo, transferindo todos os seus cuidados para minha maternal e amorosa proteção.
Então, nesse momento, Eu tomarei posse completa desta minha casa, e obrigar-Me-ei a guardá-la ilesa e livre de todo atropelo até o fim dos tempos, exigindo de minhas filhas contínuo espírito de caridade e sacrifício".


Como se realizou o desejo de Nossa Senhora
Depois de muito hesitar, Madre Mariana acabou falando com Dom Salvador Ribera. O Bispo imediatamente concordou:
"Madre, por que Vossa Reverência não me chamou antes? É Deus quem assim dispõe e não devemos ficar surdos à sua voz e aos seus apelos. Ele é livre para pedir às suas criaturas o que lhe aprouver".
Desta maneira foram feitas as chaves de prata. O Cabido encarregou-se da coroa de ouro e o báculo a cargo da Marquesa Maria de Iolanda, parente do Rei de Espanha.
Quando a marquesa soube que lhe era pedido oferecer o báculo de Nossa Senhora, respondeu agradecida:
"Madre, teria ficado muito ressentida se Vossa Reverência não me tivesse avisado primeiro. Agradeço a sua atenção e carinho e digo que não consentirei em absoluto que ninguém mais contribua para o báculo da Imagem de minha celeste Mãe e Senhora. Fornecerei todo o material e a mão de obra. Tenho o suficiente para isto e ainda que não o tivesse, venderia meus haveres para consegui-lo. Peço me indique como quer que se faça e nada mais. Eu me encarregarei de todo o resto".
Francisco del Castillo, por sua vez, disse que se sentia indigno de ser o escultor de tão insigne imagem, mas que o faria da melhor maneira possível. Perguntado em quanto sairia o trabalho, respondeu que não cobraria nada e que se dava por muito bem pago por ter sido escolhido para tão sublime missão.
Confessou-se, comungou e no dia 15 de setembro de 1610 iniciou a tão esperada obra. Trabalhou longos dias a fio, sempre sob a orientação de Madre Mariana de Jesus Torres. Quando faltavam apenas alguns retoques finais, viu-se que a imagem, ainda que satisfatória, nem de longe representava o que a Madre havia presenciado. Francisco então saiu em viagem à procura de tintas para concluir o trabalho.


Como a Madre Mariana descreve o milagre

"Na oração da Comunidade da tarde do dia 15, Deus preveniu-me que, na madrugada do dia 16, eu presenciaria suas misericórdias em favor de nosso Convento e do povo em geral. Pediu que me preparasse para receber essas graças com penitência e orações noturnas.

Assim o fiz. Os Arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael dirigiram-se para o trono da Rainha dos Céus.
São Miguel, saudando-A submisso, disse:
- "Maria Santíssima, Filha de Deus Pai".
E São Gabriel acrescentou:
- "Maria Santíssima, Mãe de Deus Filho".
E São Rafael concluiu:
- "Maria Santíssima, Esposa Puríssima do Espírito Santo".
"Em seguida chamaram a milícia celeste e cantaram todos juntos: Maria Santíssima, Templo Sacrário da Santíssima Trindade".
"Nisto apareceu S. Francisco de Assis, acompanhado pelos três Arcanjos e seguidos da milícia celeste. Aproximaram-se então da Imagem semiconcluída e, num instante, a refizeram.
"Entrementes, a Imagem estava totalmente iluminada como se estivesse no meio do sol. A Santíssima Trindade olhava comprazida e os anjos cantavam o "Salve Sancta Parens".
"A Rainha dos Anjos, no meio de todas essas alegrias, aproximou-se da Imagem e nela penetrou, à maneira de raios do sol que incidem em formosos cristais. Naquele momento a Imagem ficou resplandescente, como se adquirisse vida e cantou com celeste harmonia o "Magnificat"! Isto aconteceu às três horas da manhã".
"Essa obra não é minha"
 No dia seguinte, como era esperado, Francisco, o escultor, chegou de viagem com as tintas. Quando viu a imagem assim concluída caiu de joelhos e exclamou: "Madre, que vejo? Esta primorosa Imagem não é obra minha! Não sei o que sente o meu coração: mas é obra angélica, pois um trabalho desse gênero não se pode produzir na terra com mão de frágil barro. Oh não! Escultor algum, por hábil que seja, poderá jamais imitar sequer tanta perfeição e tão maravilhosa beleza".


Fonte
Nossa Senhora do Bom Sucesso,
rogai por nós!

3 de outubro de 2011

Coleção Éfeso No. 16 - REFORMATADO


Um Cartuxo
Livro de 1959 - 183 págs


PRÓLOGO
Os caminhos pequenos
O humanismo perigoso
A vida de oração

INTRODUÇÃO À VIDA ESPIRITUAL
introdução
princípios da vida espiritual
O fim sobrenatural
A vida de fé
Presença natural de Deus
Presença sobrenatural de Deus
O pecado mortal e a presença de Deus
Presença sobrenatural de Deus no homem
A fé, a esperança e a caridade
MÉTODO DE ORAÇÃO
Ato de fé
Ato de esperança
Ato de caridade
Conselhos
O papel da imaginação
Conclusão da oração
A oração prolongada
Objetivo da vida de oração
Obstáculos que são meios
Aplicação à vida prática
A ESPIRITUALIDADE DO EVANGELHO
As exigências do evangelho
As últimas palavras de Cristo
As promessas do evangelho
A TRINDADE E A VIDA INTERIOR
PRÓLOGO
EM DEUS
O dogma
As analogias do conhecimento e do amor
A vida íntima de Deus
DE DEUS AO HOMEM
A unidade dos desígnios de Deus
A pessoa de Cristo
A obra dé Cristo
DO HOMEM ATÉ DEUS
O HOMEM EM DEUS
SERMÕES CAPITULARES
NA OITAVA  DA PURIFICAÇÃO
EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA
IMACULADA CONCEIÇÃO
EPIFANIA
NA VIGÍLIA DO PENTECOSTES
FESTA DE TODOS OS SANTOS
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
PARA A VIGÍLIA DO NATAL
PARA A EPIFANIA

2 de outubro de 2011

Livro indicado para a catequese do 8º. ano - 13 anos

Ao efetuar qualquer download, 


Coleção Mons. Negromonte

As Fontes do Salvador

Missa e Sacramentos

Para a 3.ª Série Ginasial
Monsenhor Álvaro Negromonte
Livro de 1960 - 205 págs


"Tirareis com gosto água das Fontes do Salvador"
(Is. 12,3)

Fonte

ÍNDICE GERAL

Nota da Editora
Aos Professores

30 de setembro de 2011

Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face

 de Outubro
Festa de Santa Teresinha do Menino Jesus

“Não quero ser Santa pela metade, escolho tudo”.

CRONOLOGIA
Retirada das Obras Completas













ALENÇON (1873-1877)

02/01/1873 às 23:30 hs - Nasce Maria Francisca Teresa Martin, à Rua Sainte-Blaise, 36 (hoje 42)
04/01/1873 - Batismo na igreja de Nossa Senhora, pelo Pe. Lucien Dumaine.
Padrinhos: a irmã mais velha, Marie (13 anos) e Paul Albert Boul (13 anos).
14/01/1873-Primeiro sorriso à sua mãe.
15/03 ou 16/03/1873 - Partida para Semallé (Orne), casa de Rosa Taillé, a fim de ser amamentada.
02/04/1874 - Retorna definitivamente para sua casa.
24/06/1874 - Começa a falar quase tudo.
29/03/1875 - Viagem com a mãe até Mans para visitar Irmã Maria Dositéia, no mosteiro da Visitação
16/07/1876 - Primeiro retrato. Faz beicinhos para o fotógrafo.
24/12/1876 - Sua mãe, Zélia Martin, consulta com Dr. Notta, em Lisieux, a respeito de seu tumor no seio. Não é mais possível fazer uma cirurgia.
03/04/1877 - Aos quatro anos: “Serei religiosa em um claustro”.
04/04/1877 - Primeiro escrito de Teresa: um bilhete a Luisa Madalena, amiga de Paulina.
18 a 23/06/1877 - Sra. Martin, Maria, Paulina e Leônia fazem uma peregrinação a Lourdes
28/08/1877 - Morre da Sra. Martin
29/08/1877 - Sepultamento da Sra. Martin. Teresa escolhe Paulina como sua segunda mãe.




LISIEUX – LES BUISSONNETS (1877-1888)
15/11/1877 - Chegada de Teresa e suas irmãs a Lisieux, aos cuidados do tio Guérin
16/11/1877 - Instalação nos Buissonnets
30/11/1877 - Chega o pai, Sr. Louis Martin
08/08/1878 - Pela primeira vez, Teresa vê o mar, em Trouville
Verão de 1879 (ou em 1880) - Visão profética a respeito da provação de seu pai
01/12/1880 - Primeira carta (que se conserva) que ela escreveu sozinha (a Paulina)
12/01/1882 - Inscrição na Obra da Santa Infância
16/02/1882 - Paulina decide ingressar no Carmelo
verão 1882 - Fica sabendo da partida próxima de Paulina. Sente-se chamada ao Carmelo. Fala com Madre Maria de Gonzaga
Outubro 1882 - O nome Teresa “do Menino Jesus” lhe é proposto por Madre Maria de Gonzaga.
25/03/1883 - Páscoa. Sr. Martin, Maria e Leônia estão em Paris. Teresa adoece na casa dos Guérin. Tremores nervosos, alucinações
06/04/1883 - Tomada de hábito de Paulina (Irmã Inês de Jesus). Teresa pôde abraçar sua irmã no locutório.
07/04/1883 - Recaída, nos Buissonnets.
13/05/1883 - Pentecostes. Sorriso da Virgem, cura repentinamente Teresa.
01/10/1883 - Ano de preparação para a Primeira Eucaristia.
02/04/1884 - Exame do catecismo
04/05/1884 - Retiro preparatório de quatro dias.
07/05/1884 - Confissão geral
08/05/1884 - Primeira Eucaristia na Abadia das Beneditinas. Profissão de Irmã Inês de Jesus no Carmelo.
22/05/1884 - Comunga pela segunda vez.
14/06/1884 - Crisma, por Dom Hugonin, bispo de Bayeux, na Abadia. Madrinha: Leônia, sua irmã.
25/09/1884 - Inscreve-se na Confraria do Santo Rosário
14/12/1884 - Teresa é nomeada Conselheira da Associação dos Santos Anjos, na Abadia.
26/04/1885 - Inscreve-se na Confraria da Sagrada Face de Tours
15/10/1885 - Inscreve-se no Apostolado da Oração
02/02/1886 - Recepção como aspirante das Filhas de Maria.
15/10/1886 - Entrada de Maria no Carmelo (Irmã Maria do Sagrado Coração de Jesus)
25/12/1886 - Aos trezes anos, depois da Missa da Meia Noite, Graça da Conversão, nos Buissonnets.
29/05/1887 - Pentescostes. Teresa consegue do pai licença para ingressar no Carmelo aos quinze anos de idade.
31/10/1887 - Visita a Dom Hugonin, em Bayeux, para solicitar ingresso no Carmelo.
20/11/1887 - Audiência de Leão XIII. Teresa apresenta seu pedido ao Papa.
28/12/1887 - Resposta favorável de Dom Hugonin à priora do Carmelo, Me. Maria de Gonzaga, para admissão de Teresa.
01/01/1888 - Resposta positiva, mas o Carmelo delonga em três meses a entrada de Teresa, para depois da Quaresmas.
09/04/1888 - Festa da Anunciação. Entrada de Teresa no Carmelo de Lisieux.
















NO CARMELO (1888-1897)
9/04/1888 a 10/01/1889 - Postulantado
abril 1888 - Ocupação: rouparia. Deve também varrer um dormitório.
28/05/1888 - Confissão geral ao Pe. Pichon
Fim de outubro de 1888 - Teresa é admitida pelo Capítulo Conventual à tomada de hábito.
Novembro de 1888 - Em razão do estado de saúde do Sr. Martin, a tomada de hábito de Teresa é adiada
10/01/1889 - Tomada de hábito. Última festa para o Sr. Martin. Teresa acrescenta “da Santa Face” ao seu nome religioso.
10/01/1889 a 24/09/1890 - Noviciado
Janeiro 1889 - Ocupação: refeitório, com Irmã Inês de Jesus e serviço de vassoura.
Julho 1889 - Teresa recebe uma graça marial no eremitério de Santa Madalena e “semana do silêncio”.
Janeiro 1890 - Retardamento da profissão de Teresa. Ela lê Les fondements de la vie spirituelle, do Pe. Surin.
28/08/1890 - início do retiro para profissão. Secura espiritual.
02/09/1890 - Exame canônico na capela.
07/09/1890 - Teresa duvida de sua vocação
08/09/1890 - Profissão de Teresa. “Inundada de um rio de paz”
10/02/1891 - Designada como segunda sacristã com Irmã Santo Estanislau
07 a 15/10/91 - Retiro pregado pelo franciscano Fr. Alexis Prou. Teresa é lançada “nas ondas da confiança e do amor”
12/05/1892 - Última visita do Sr. Martin ao locutório.
02/02/1893 - Compõe sua primeira poesia, O orvalho Divino.
20/02/1893 - Eleição de Madre Inês como Priora. Teresa torna-se auxiliar da Mestra de Noviças, Madre Maria de Gonzaga.
02/01/1894 - Atinge a maioridade. Compõe “A Missão de Joana d’Arc”
Primavera 1894 - Começa a sofrer da garganta
29/02/1894 - Morte do Sr. Martin no Castelo de La Musse (Eure), às 8h e 15m.
Dezembro 1894 - Recebe da Madre Inês de Jesus a ordem de escrever suas memórias.
1895 - ano da redação do Manuscrito A
Abril 1895 - Confidencia a Irmã Teresa de Santo Agostinho: “Morrerei em breve”.
09/06/1895 - Recebe, durante a missa, a inspiração de oferecer-se ao Amor Misericordioso.
11/06/1895 - Faz, com Celina, a oblação do Amor, diante da Virgem do Sorriso.
17/10/1895 - Teresa é designada, por Madre Inês, irmã espiritual do Pe. Maurício Bellière, seminarista e aspirante a missionário.
20/01/1896 - Teresa entrega a Madre Inês o Manuscrito A.
21/03/1896 - Difícil eleição (sete dias) de Madre Maria de Gonzaga. Teresa é confirmada no cargo de Mestra auxiliar no noviciado. Outros ofícios: sacristia, pintura, rouparia (com Maria de São José).
2 a 3/03/1896 - Noite de Quinta para Sexta-feira Santa: primeira hemoptise, na cela.
05/04/1896 - Entrada “nas mais densas trevas”, provação da fé, que durará até sua morte.
30/05/1896 - Madre Maria de Gonzaga confia a Teresa um segundo irmão espiritual: Pe. Roulland, das Missões Estrangeiras.
08/09/1896 - Redação da segunda parte do Manuscrito B
Início de abril 1897 - Gravemente enferma.
06/04/1897 - Início das Últimas Palavras.
03/06/1897 - Redação do Manuscrito C, por ordem de Madre Maria de Gonzaga.
08/07/1897 - Teresa desce para a enfermaria. Manuscrito C inacabado
30/08/1897 - Última fotografia, no claustro
14/09/1897 - Desfolha uma rosa sobre o crucifixo.
29/09/1897 - Agonia. Confissão ao Pe. Faucon.
30/09/1897 - Morte de Teresa, diante da comunidade reunida, por volta das 19h e 20m.
04/10/1897 - Sepultamento no Cemitério de Lisieux


VIDA PÓSTUMA
30/09/1898 - Publicação de 2000 exemplares de “História de uma Alma”.
26/05/1898 - Reine Fauquet, menina cega de quatro anos de idade é curada sobre o túmulo de Teresa.
14/08/1921 - Bento XV promulga o Decreto sobre a heroicidade das Virtudes da Venerável Serva de Deus.
29/04/1923 - Beatificação da Irmã Teresa do Menino Jesus por Pio XI.
17/05/1925 - Solene Canonização na Basílica de São Pedro, em Roma.
14/12/1927 - Proclamada Padroeira Universal das Missões.
03/05/1944 - Nomeada Padroeira secundária da França, juntamente com Santa Joana d’Arc.
30/09/1997 - Primeiro Centenário de Sua Morte.
19/10/1997 - Solene Proclamação como Doutora da Igreja, pelo Papa João Paulo II.
13/12/1997 - A urna com suas relíquias chega ao Brasil para peregrinar por várias dioceses, trazida pelo Cardeal Primaz Dom Lucas Moreira Neves.
30/09/1998 - Primeiro Centenário da Publicação de “História de uma Alma”.

para ver todos os livros disponíveis no blog sobre Santa Teresinha. Ela que, em todos os  seus gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.


“Eu vos suplico, ó meu Deus,
enviar-me uma humilhação cada vez que eu tentar
me elevar acima dos outros”.


Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

Qualquer quantia tem grande valor

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