3 de novembro de 2011

Pedido por Jesus a Santa Mechtilde

Pedido por Jesus a Santa Mechtilde - século XIII
Folheto para auxiliar nesta importante e salutar devoção
Divulguem!



   Um dia em que Santa Mechtilde havia acabado de comungar e oferecer a Deus a Hóstia Preciosíssima, a fim de que Ela servisse para a libertação das almas do Purgatório, com a remissão de seus pecados e a reparação de suas negligências, ouviu o Senhor dizer-lhe:

1 de novembro de 2011

Pelas Almas Sofredoras

Novena pelas Almas do Purgatório

Pelo Pe. Victor Jouet, M.S.C.
Fundador da Associação do Sagrado Coração
para alívio e libertação das Almas do Purgatório
40 páginas

Fonte do texto deste livreto


Excelência desta prática:

Ela corresponde ao desejo do Sagrado Coração: Santa Margarida Maria nela resume as diversas práticas sugeridas por ela às suas noviças, às quais dizia:
"Eis, minhas amadas Irmãs, o modo que me parece ser mais conforme ao desejo do Sagrado Coração de Jesus. Assim executareis mais fielmente a promessa que fizestes a Ele em favor das almas sofredoras do Purgatório".


OBS.: Este arquivo está em formato livro, ele deve ser imprimido e dobrado ao meio para facilitar a leitura.



30 de outubro de 2011

Está chegando NOVEMBRO - Mês Consagrado ao Sufrágio das Almas do Purgatório! - Reformataddo

30 meditações
sobre
O Purgatório e as Almas
Monsenhor Ascânio Brandão
Livro de 1948 - 243 pags
(Livro autografado pelo próprio Monsenhor Ascânio)


Novembro é o mês consagrado pela nossa devoção ao sufrágio das almas do purgatório [...].
Novembro é dedicado ao culto dos mortos, à devoção às almas do purgatório. De primeiro a trinta deste mês, vamos relembrar nossos deveres de justiça e de caridade para com nossos defuntos, vamos sufragar-lhes as pobres almas que estão sofrendo no purgatório. Como é bela e utilíssima esta devoção!

28 de outubro de 2011

A Vida de São Francisco de Assis

Narrada pelos Seus Discípulos, Irmãos Leão, Rufino e Ângelo
Trancrição do livro - 19 págs

Fonte

EPÍSTOLA
CAPÍTULO l
Do nascimento, da vaidade, da fidalguia e da prodigalidade de Francisco, e como, daí, chegou à generosidade e à caridade para com os pobres
CAPÍTULO 2
Como foi preso em Perusa e das duas visões que teve quando desejava entrar para a milícia
CAPÍTULO 3
Como o Senhor primeiro visitou seu coração com admirável doçura, em virtude da qual começou a crescer pelo desprezo de si mesmo e de todas as vaidades, bem como pela oração, pelas esmolas e pelo amor à pobreza
CAPÍTULO 4
Como, a partir dos leprosos, começou a vencer-se a si mesmo e a sentir doçura naquelas coisas que antes lhe pareciam amargas
CAPÍTULO 5
Da primeira vez em que o Crucificado lhe falou e como, desde esse momento até a morte, trouxe a paixão de Cristo em seu coração
CAPÍTULO 6
Como pela primeira vez fugiu às perseguições do pai e dos parentes, ficando com o sacerdote de São Damião, igreja onde jogara dinheiro a uma janela
CAPÍTULO 7
De seu grande trabalho e aflição na reformada igreja de São Damião, e como, mendigando, começou a vencer-se a si mesmo
CAPÍTULO 8
Como, ouvidos e entendidos os conselhos de Cristo no Evangelho, imediatamente mudou o hábito exterior e vestiu um novo hábito de perfeição, interior e exteriormente
CAPÍTULO 9
De como Frei Silvestre foi chamado e da visão que teve antes de ingressar na Ordem
CAPÍTULO 10
Como predisse a seis de seus companheiros as coisas que haviam de suceder-lhes ao irem pelo mundo, exortando-os à paciência
CAPÍTULO 11
Da admissão de quatro novos irmãos, da ardentíssima caridade que os primeiros irmãos tinham uns para com os outros, da solicitude no trabalho e na oração e da sua perfeita obediência
CAPÍTULO 12
Como o bem-aventurado Francisco, com os onze companheiros, foi à Cúria do papa notificar-lhe seu propósito e conseguir a aprovação da Regra que havia escrito
CAPÍTULO 13
Da eficácia da pregação de Francisco, de sua primeira morada, como os irmãos ali estavam e como dali saíram
CAPÍTULO 14
Do capítulo que se realizava duas vezes por ano em Santa Maria da Porciúncula
CAPÍTULO 15
Da morte do Cardeal João, primeiro protetor, e da nomeação do Cardeal Hugolino, bispo de Óstia, como pai e protetor da Ordem
CAPÍTULO 16
Da eleição dos primeiros ministros e como foram enviados pelo mundo
CAPÍTULO 17
Da morte santíssima do bem-aventurado Francisco e como ele, dois anos antes, havia recebido os estigmas de nosso Senhor Jesus Cristo
CAPÍTULO 18
De sua canonização

26 de outubro de 2011

Padroeiro da Juventude Católica - Reformatado

Esboço Biográfico e Devocionário
Livro de 1926 - 115 págs




"...Pelo mundo alastra-se uma onda de impureza e de descrença. Na guerra irreconciliável entre o espírito e a carne, a carne — que fenece e morre como flor do campo ameaça cada vez mais afogar as nobres aspirações do espírito imortal.
Para nossa juventude, que vive nessa atmosfera viciada, é São Luiz Gonzaga uma visão do Céu, a apontar, num horizonte que não some, eternos destinos que não fenecem. A esses jovens, mergulhados na matéria, repete Luiz, com a irresistível força do exemplo:
“O tempo é breve e passageiro,
a eternidade, sem fim.”
É uma bandeira, que chama em volta de suas dobras invencíveis:
  • às almas que têm brios e estão famintas de pureza e de luz;
  • às que ouviram ecoar, no solene silêncio da prece, a meiga voz que os convidava a seguir as pisadas de Luiz nas regiões serenas e imperturbáveis do idealismo cristão;
  • às que ardem no fogo abrasador do apostolado e querem, como Luiz, pelejar os heróicos combates de Cristo nas gloriosas falanges de Santo Inácio, em alguma família religiosa ou nas fileiras do clero secular;
  • às que vivem na terra para merecer o Céu;
  • às que esquecem o transitório para pensar no eterno.
A estes, a todos nossos jovens vão estas páginas singelas proporcionar um instante de recolhimento intenso e de fervorosa prece, fora do ruído que atordoa, fora das perturbações que desassossegam, fora do mundo que seduz.
Julho de 1926.
Aug. Magne, S.J.
Primeira Comunhão de São Luiz Gonzaga
   "Pode-se dizer que o episódio mais saliente da vida externa de São Luiz foi a escolha do estado.
   Altamente compenetrado do fim último ao qual tudo na vida humana deve ser subordinado, com que esmero se não deu a encarar este problema capital! Que de preces não fez, que de lágrimas não derramou, que de aspérrimas penitências e sangrentas macerações se não impôs, para alcançar do Espírito Santo os raios iluminadores de sua graça! E depois de seriamente tomada, aos pés do Crucifixo, nos degraus do Tabernáculo, a resolução definitiva, com que valor heróico soube vencer os mil obstáculos que se lhe opunham, até ver plenamente realizado seu sublime ideal! E como ao pé dele desaparecem tantos jovens, em quem um leve sorriso de escárnio ou um simples mover de ombros, dissipa as primeiras veleidades de uma vida mais concorde com os princípios da fé, de que se proclamam inabaláveis observadores!

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

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