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24 junho, 2014

Cinco Caminhos de Perfeição

René Fülöp-Miller
Livro de 1976 - 395 págs



   Dentre os vinte e cinco mil santos reconhecidos pela Igreja, cinco foram escolhidos para constar deste livro. São os cinco a quem a renúncia, a inteligência, o amor, a vontade e o êxtase habilitaram a dedicar-se a imitar a Cristo e a servir de guias no caminho para a perfeição humana.

25 abril, 2014

Não é o ato de reflexão que cria as verdades. Ele somente as constata.

Santo Agostinho
Livro de 1987 - 213 págs



"O que nos atrai nas obras de Santo Agostinho é a profundidade de seu pensamento, expresso a cada momento com força refulgente. As soluções por ele apresentadas aos problemas de seu tempo estão baseadas em princípios que ultrapassam o tempo. Assim, seus escritos permanecem vivos, conservando singular poder espiritual. As obras de tal gênio — um dos maiores que honraram a Igreja e mesmo toda a humanidade — terão sempre leitores". (P. Fulbert Cairé)

23 janeiro, 2014

Um auxilio para a catequese (ilustrado)

Meu Amigo
Ediçao de 2003 - 72 págs


Agostinho foi pecador e santo. Não ao mesmo tempo, naturalmente. Pecador durante o tempo que se deixou levar pelas ondas do orgulho e do egoísmo, como um barco sem rumo. Santo quando Deus o chamou à conversão e Agostinho respondeu com fidelidade. Ninguém se converte por si mesmo. Não existe uma fórmula que nos facilite ser santo.
Deus convida à santidade, mas deixa sempre intacta a liberdade para responder. Portanto, os santos não sobem ao pódio por suas próprias forças e méritos.
Abra já este livro e você descobrirá como um garoto que gostava de jogar, ler e ter muitos amigos como você se transformou em um grande santo, que hoje deseja ser seu amigo.

07 outubro, 2012

Sobre o Matrimônio

Santo Agostinho
Edição de (?) - 37 págs



  A REGRA adaptada à vida matrimonial é um "vademecum", uma espécie de roteiro fácil de ser entendido e breve para poder ser lido com frequência. Seu conteúdo será excelente tema de meditação diária, de leitura espiritual e de exame a dois em tempos dedicados à reflexão e oração.

  O TRATADO SOBRE O MATRIMÔNIO, escrito no ano 401, teve como finalidade contestar os ataques que o monge Joviniano fez naquela época à virgindade. Complemento do mesmo é o livro "Sobre a Santa Virgindade" no qual Santo Agostinho canta as excelências da virgindade, fazendo sua apologia.

  Não foi apenas nele que o Santo abordou o tema matrimonial. Além desta obra, escreveu "Sobre as Uniões Adulterinas", "Do Matrimônio e da Concupiscência" a referiu-se ainda ao matrimônio em outros escritos como no "Concordância entre Mateus e Lucas sobre a Genealogia do Senhor".

  No livro "De Genesi ad Literam" encontra-se o texto tido tradicionalmente como norma da instituição matrimonial. O bem matrimonial descansa no tripé da fidelidade, dos filhos e do sacramento. A fidelidade exige que se mantenha incólume a fé prometida a que o vinculo conjugal nao se quebrante, prevaricando com outro ou outra.

  Os filhos exigem ser recebidos com amor, criados e sustentados com diligência e bondade e educados religiosamente.

  O sacramento jamais permite a separação e se esta acontecer nenhum dos cônjuges poderá contrair novo matrimônio, em vida do outro, mesmo que seja para conseguir descendência.

  Estes três pontos constituem a norma do matrimônio, no qual se dignifica a fecundidade da natureza e se domina a depravação da incontinência.

  O sermão está dividido em 13 capítulos, O capítulo 9 é o que trata sobre a repressão aos adúlteros e ao crime dos fornicadores. Serve como complemento ao Bem do Matrimônio.


Pe  Pablo Luna OSA

21 abril, 2012

Valioso Tratado sobre o Estado de Virgindade - Reformatado


Santo Agostinho
Livro de 1999 - 201 págs



Resumo do Conteúdo

O De sancta virginitate é considerado um valioso tratado sobre o estado de virgindade. Disserta S. Agostinho, na primeira parte, a respeito da virgindade em si mesma, da qual Cristo e Maria são modelos perfeitos (caps. 2-6). Estabelece, a seguir, a superioridade da consagração a Deus pela virgindade, acima do estado matrimonial (caps. 7-15). O casamento, certamente, não é um mal e não é verdade que S. Paulo o tenha condenado (caps. 16-21). Nesse sentido, valer-se das palavras do Apóstolo (l Cor 7,7-40) para levar os fiéis à escolha do celibato é certamente erro. E, na verdade, as virgens não renunciam ao casamento para se livrarem das preocupações da vida conjugal. Mas sim, por amor ao Reino e em vista da recompensa excelente que as espera (caps. 22-23). O Evangelho, o apóstolo Paulo e Isaías atestam que um lugar melhor está reservado aos que levarem, aqui na terra, vida angélica. Somente eles seguirão o Cordeiro onde quer que vá (caps. 24-30).
A segunda parte do opúsculo (caps. 31-56) é toda ela dedicada à consideração da humildade, tão necessária ao estado virginal. E preciso que o grande dom da virgindade seja protegido, como todos os dons divinos, pela humildade. É em razão mesmo de sua excelência que será necessário precaver a virgindade do orgulho (caps. 31-37). A humildade das virgens se alimentará do temor salutar e do sentimento de sua própria fraqueza (caps. 38-39). Essa fragilidade, Deus a preveniu, e as virgens podem dizer que foi para excitar sua caridade que antecipadamente as suas faltas lhes foram perdoadas. Foram preservadas do pecado, por pura graça. A gratuidade dos dons divinos é, pois, o grande motivo de toda humildade (caps. 40-42). Não será preciso que a virgem consagrada a Deus se preocupe em aquilatar o quanto sua condição está acima da do casamento ou da viuvez (caps. 43-44). Por certo, a virgindade em si é estado superior, mas enquanto não for provada — em face do martírio, por exemplo — a virgem não poderá se supor melhor do que qualquer outra pessoa (caps. 45-47). Além do mais, ninguém saberá, sem mentira, dizer-se isento de pecado e gabar-se de escapar da fragilidade humana (caps. 48-50). Se a caridade é a guardiã da virgindade, a humildade é como a moradia dessa guardiã (cap. 51). Essa virtude inspira santas atitudes, torna dócil ao Mestre divino e temerosa de si mesma. Transfigura toda a vida moral, guarda zelosamente o coração só para Cristo. E Agostinho termina esta joia de tratado com uma admirável exortação ao amor de Cristo (caps. 51-56).


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OBS.: Esta obra só foi possível ser postada graças a generosidade de uma leitora que "busca ser uma oferta agradável à Deus"
Que Nossa Senhora te abençoe sempre, pois para muitas pessoas este livro poderá ser útil e Ela que é, a Virgem das Virgens, certamente lhe recompensará por isto!

01 fevereiro, 2011

Duas obras célebres

Santo Agostinho

   Este livro contém duas obras célebres de santo Agostinho - 'Solilóquios' e 'A vida feliz'. As duas são de cunho filosófico, redigidas em forma de diálogo. Em 'Solilóquios', Agostinho se submete como discípulo da razão que o instrui nas verdades de que está faminto. Em 'A vida feliz', Agostinho se empenha na discussão sobre o problema da felicidade, reflexão que se prolongará por toda a sua vida. Não há vida feliz a não ser no perfeito conhecimento de Deus.

05 janeiro, 2011

Santo Agostinho

Santo Agostinho
197 págs

  
   Biografia do filósofo e padre da Igreja. Filho de mãe cristã (Mônica, santificada pela Igreja) e de pai pagão, não é baptizado. Menospreza o cristianismo até que, aos dezoito anos, enquanto estuda em Cartago, ao ler o Hortênsio de Cícero, inicia uma procura angustiada da verdade. Após alguns anos de adesão ao maniqueísmo, converte-se primeiro a esta doutrina e posteriormente ao ceticismo. Professor de Retórica em Cartago e depois em Milão. Nesta última cidade conhece as doutrinas neoplatônicas; isto, mais o contacto com Santo Ambrósio, bispo da cidade, predispõe-o a admitir o Deus dos cristãos. Pouco a pouco apercebe-se de que a fé cristã satisfaz todas as suas inquietações teóricas e práticas e entrega-se inteiramente a ela; é baptizado em 387. Passa por Roma e regressa à sua Tagaste natal, na costa africana, onde organiza uma comunidade monástica. Ordenado sacerdote em 391, quatro anos mais tarde é já bispo de Hipona, cargo em que desenvolve uma atividade pastoral e intelectual extraordinária até à sua morte.

28 dezembro, 2010

A doutrina da Trindade

Santo Agostinho
Livro de 1995 - 735 págs



A doutrina da Trindade é uma das mais importantes da fé cristã.

 “Podemos definir a doutrina da Trindade do seguinte modo: Deus existe eternamente como três pessoas – Pai, Filho e Espírito Santo – e cada pessoa é plenamente Deus, e existe só um Deus”. Ao longo da história da Igreja Cristã, muitos homens piedosos defenderam a doutrina trinitária, dentre eles encontra-se Agostinho, bispo de Hipona.

10 dezembro, 2010

Parte I

Santo Agostinho

   
  "Entre outras coisas, fala da utilidade da oração pelos mortos (antiquíssimo testemunho do Purgatório, ainda que tal palavra não apareça), a possibilidade da aparição dos mortos aos vivos (através do ministério dos anjos ou por permissão direta de Deus), a oração dos santos falecidos a nosso favor, o dia que a Igreja dedica a todos os falecidos (Dia de Finados), etc. "

08 dezembro, 2010

EM ESPANHOL/CASTELHANO

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NUESTRA SEÑORA te bendiga!


Fonte
La Ciudad de Dios
San Augustín

La tarea de Agustín es oponerse a la idea de que el Dios cristiano sería responsable de la caída de Roma - un panegírico en defensa de la religión cristiana. Y esto es exactamente el tema central de la De Civitate Dei: intento de refutar las acusaciones hechas por los hombres que vieron la renuncia del politeísmo, la causa última de la destrucción de Roma

05 dezembro, 2010

COLEÇÃO "OS PENSADORES"


Fonte
Santo Anselmo

  • MONOLÓGIO - difícil de ser entendida devido ao entrelaçamento das muitas argumentações
  • PROSLÓGIO A VERDADE - Por isso, começou a pensar se não seria possível "encontrar um único argumento que, válido em si e por si, sem nenhum outro, permitisse demonstrar que Deus existe verdadeiramente e que ele é o Bem Supremo, não necessitando de coisa alguma, quando, ao contrário, todos os outros seres precisam dele para existirem e serem bons."
  • O GRAMÁTICO - constitui uma análise sobre se a palavra gramático designa uma substância ou uma qualidade.


Pedro Abelardo

  • LÓGICA PARA PRINCIPIANTES - Não damos o nome de filósofos a quaisquer estudiosos, mas apenas aos sábios, cuja inteligência se aprofunda na consideração das questões mais sutis.
  • A HISTÓRIA DAS MINHAS CALAMIDADES - Me adiantei nos estudos das Letras e abandonei meus irmãos a pompa da glória militar, preferi as armas dos argumentos dialéticos.



  • CONFISSÕESSanto Agostinho narra sua própria vida, sua evolução espiritual, sua procura da verdade. Não é apenas a história de um homem que se transformou num dos maiores nomes do pensamento cristão: é toda uma época que ressurge, marcando a transição da cultura greco-romana para a síntese entre Classicismo e Cristianismo.
  • DE MAGISTROO diálogo entre Agostinho e Adeodato focaliza a questão da linguagem, sua origem e papel no processo do conhecimento. Conclui que "não aprendemos pelas palavras que repercutem exteriormente, mas pela verdade que ensina interiormente".


São Tomás de Aquino


  • O ENTE E A ESSÊNCIA
  • QUESTÕES DISCUTIDAS SOBRE A VERDADE
  • SÚMULA CONTRA OS GENTIOS 
  • COMPÊNDIO DE TEOLOGIA - (cap. I a XXXVI e LXXVI a C) 
  • SUMA TEOLÓGICA - (seleção) 
Os textos escolhidos mostram as teses fundamentais do tomismo: a distinção entre essência e existência, a relação entre razão e fé, a noção de verdade, natureza e existência de Deus.


Dante Alighieri
  • VIDA NOVAapresenta o drama humano da procura da verdade eterna e de um mundo platônico de puras idéias.
  • MONARQUIAtratado político, analisa a relação entre poder temporal e poder espiritual.

04 dezembro, 2010

Diálogo em Três Livros

Santo Agostinho
Livro de 1957 - 135 págs


   Um diálogo onde o filósofo inicia sua busca pela sabedoria, o que aliás é o próprio assunto da obra.
 A grande questão do seu primeiro diálogo é a possibilidade de encontrar a verdade. Os Acadêmicos, intelectuais de sua época, sustentavam que não. O sábio era aquele que procurava a verdade, mesmo que nunca a encontrasse. Em função disso, deveria abster-se de emitir qualquer opinião para evitar o erro e ser exposto ao ridículo.

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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