Quem A glorifica e bendiz não escapa ao Seu Calor!

Abbé Théodore Combalot
Tomo I - 139 págs

Fonte

     O culto que a Igreja Católica presta à Bem-Aventurada Maria repousa sobre o mistério de suas grandezas. Ele é somente a manifestação do dogma de sua maternidade divina.
      Mas como comunicar, meus caríssimos irmãos, pensamentos e louvores dignos deste assunto? Como falar das grandezas da augusta Mãe do Homem-Deus? Como escrutar o segredo de Sua glória? Como sondar o oceano profundo de Suas prerrogativas, Seus méritos e Suas virtudes? Se os anjos do céu, se os profetas, os apóstolos e os santos doutores nos emprestassem sua admiração e seu entusiasmo divino, nós não faríamos ainda que balbuciar ao falarmos dessas grandezas da incomparável Mãe de Deus. Só faríamos ouvir os ecos infiéis de suas magnificências, acentos indignos dAquela da qual somente Deus pode medir a elevação e a glória.



Sumário

Capítulo I
O culto da Bem-Aventurada Mãe de Deus, meditado em seus fundamentos

Capítulo II
Maria, Mãe de Deus

Capítulo III
A mediação da Santíssima Virgem junto de Jesus Cristo

Capítulo IV
A devoção pela Santíssima Virgem nos fornece as armas invencíveis contra a tirania do sensualismo e do mundo

Capítulo V
Fim providencial da proclamação do dogma da Imaculada Conceição

Capítulo VI
O dogma da Imaculada Conceição é mortal ao racionalismo

Capítulo VII
Prova dos espíritos angélicos, queda de Lúcifer e dos anjos maus

Capítulo VIII
Ação de Lúcifer e dos anjos maus sobre a raça humana

Capítulo IX
Maria, refúgio dos pecadores

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 07 - Contra as Heresias Espíritas

à luz da História e da Astronomia
Vozes em Defesa da Fé - Caderno 7
José Bernard, S. J. 
Livro de 1954 - 69 págs



   "[...] O interesse que levantou a condenação eclesiástica do físico e astrônomo pisano Galileu Galilei, o famoso "Caso Galilei", é manifestado pela literatura que provocou e ainda suscita em todas as línguas culturais. Quando, no século passado, a cúria romana franqueou as atas dos processos de 1616 e 1632, quase imediatamente e no mesmo ano de 1877, os documentos principais foram publicados em três línguas: alemã, francesa e italiana. Desde então propriamente não se pode mais falar de "Questão Galilei", pois todos os fatos estão à luz do dia.
   Sem falar dos inúmeros ataques à Igreja Católica, onde domina a má fé, podem-se apontar  numerosos estudos bem documentados, que levam ao público o conhecimento do caso.

   [...] Quem não ouviu falar de Galileu Galilei? O grande sábio, o gênio turbulento, matemático, físico, astrônomo, observador e pensador, lutador vitorioso e derrotado, promovendo a  ciência e sucumbindo a erros, entregue a altas contemplações e inclinado aos prazeres da vida, admirado e louvado, criticado e acusado, elevado aos fastígios da glória e humilhado  como réu e criminoso. Como sua vida está cheia de estranhos contrastes e contradições,  também o é sua memória na história. Seus admiradores o exaltam, seus adversários o condenam. Boa e má fé se misturam, como também os fatos históricos se entremeiam com  lendas. O que devemos pensar deste homem enigmático?
   A esta pergunta não é possível responder em poucas palavras. O presente trabalho  procura elucidar o "Caso Galilei", expondo e ponderando os fatos históricos, tirados de  documentos originais e transmitidos por testemunhas fidedignas. Ouvindo as próprias palavras de Galilei e dos mais atores da tragédia, ser-nos-á possível separar a lenda da verdade e formar um juízo seguro e justo. [...]"



OBS.: Agradeço ao blog amigo Porque Creio  que gentilemente nos enviou este arquivo. Que Nossa Senhora lhe retribua por esta generosidade!

"Não haverá mais belo Apostolado nem mais valiosa obra de zelo que levar aos homens os argumentos e as razões da Fé Católica"

Curso de Apologética Cristã
Exposição Raciocinada dos Fundamentos da Fé
Padre Walter Devivier, S.J.
Versão Portuguesa pelo Padre Manoel Martins, S. J.
Livro de 1925 - 563 págs


É um livro essencialmente didático, muito metódico na doutrina, seguro e convincente no raciocínio, e ao mesmo tempo atilado e circunspeto no ventilar as questões, sóbrio sem deficiências nem demasias na linguagem, e enfim tão bem meditado e substancioso que suave e fortemente triunfa das inteligências que não fechem acintosamente os olhos à verdade.”
O Tradutor



     ÍNDICE

Apreciações
- Carta de S.S. São Pio X
- Carta do Exmo. Revmo. Sr. D. Sebastião Leme, Arc.-Coadj. do Rio de Janeiro
- Carta prefácio
INTRODUÇÃO AO CURSO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ

Prólogo

Capítulo I
Deus, sua existência e natureza
Art. I. – Existência de Deus
Primeira prova. – Afirmação explícita da existência de Deus
Segunda prova. – Afirmação implícita da existência de Deus
Terceira prova. – A existência do mundo vísivel
Quarta prova. – As perfeições e a ordem do mundo
Quinta prova. – Contradições do ateísmo e suas funestas consequências
Prova subsidiária da existência de Deus. – O escol das inteligências do gênero humano afirmou sempre está existência
Art. II. – Natureza e atributos de Deus


Capítulo II
A alma humana – Espiritualidade, liberdade, imortalidade
Art. I. – Espiritualidade da alma humana
§ I. Noções
§ II. Adversários
§ III. Provas da espiritualidade da alma
§ IV. Objeções
Art. II. – Liberdade da alma humana
§ I. Estado da questão
§ II. Adversários
§ III. Provas do livre arbítrio
§ IV. Objeções
Art. III. – Imortalidade da alma humana
§ I. Noções preliminares
§ II. Adversários
§ III. Consenso dos povos
§ IV. Objeções
CURSO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ

I PARTE
A RELIGIÃO CRISTÃ

Capítulo I
Noções gerais e questões preliminares
Art. I. – Noções gerais
§ I. Sobre a religião
§ II. Sobre a revelação
§ III. Fim e divisão deste curso
§ IV. As três fases históricas da religião revelada
Art. II. – Discussão de três questões preliminares
§ I. Função que a razão desempenha em matérias de fé
§ II. Meios que produzem a certeza preparatória para a fé
§ III. Mistérios da religião
Capítulo II
Valor Histórico da Sagrada Escritura
Art. I. – Considerações gerais
Art. II. – Valor histórico dos Evangelhos
§ I. Autenticidade dos Evangelhos
§ II. Integridade dos Evangelhos
§ III. Veracidade dos Evangelhos
Capítulo III
Demonstração da divindade da religião cristã
Art. I. – Observação sobre o método desta demonstração
Art. II. – O milagre da profecia
§ I. Natureza do milagre
§ II. Possibilidade do milagre
§ III. Possibilidade de verificar o milagre
§ IV. Força demonstrante do milagre
§ V. A profecia, sua natureza e qualidade
Art. III. – Dez provas sobre a divindade da missão de Jesus Cristo e da religião cristã, obra sua
Primeira prova: Os milagres de Jesus Cristo
Segunda prova: A ressurreição de Jesus Cristo
Terceira prova: A realização das profecias sobre a pessoa e missão de Jesus Cristo
Quarta prova: Os milagres dos apóstolos e discípulos de Jesus Cristo
Quinta prova: Cumprimento das profecias feitas pelo próprio Jesus Cristo
Sexta prova: A prodigiosa propagação da religião cristã
Sétima prova: O testemunho dos mártires
Oitava prova: Maravilhosos frutos do Cristianismo ou prodigiosa transformação que ele operou no mundo
Nona prova: Os ensinamentos de Jesus Cristo
Décima prova: Santidade inconparável de Jesus Cristo
Divindade de Jesus Cristo
Resumo das dez provas e conclusão da primeira parte
1. A religião cristã é divina
2. A religião cristã é obrigatória para todos os homens

II PARTE
A IGREJA CATÓLICA ROMANA
Capítulo I
Noções preliminares

§ I. Assunto e divisão da segunda parte
§ II. Noções gerais sobre a Igreja
Capítulo II
Só a Igreja romana é a verdadeira Igreja fundada por Jesus Cristo
Art. I. – Sinais distintivos ou notas da verdadeira Igreja
I. Notas da Igreja em Geral
II. Divisão das notas
III. Notas positivas
1. Unidade
2. Santidade
3. Catolicidade da Igreja
4. Apostolicidade
Art. II. – A Igreja romana possui as quatro notas positivas da verdadeira Igreja
§ I. A unidade
§ II. A santidade
§ III. A catolicidade
§ IV. A apostolicidade
Art. III. – O protestantismo não possui as notas da verdadeira Igreja de Jesus Cristo
§ I. Não tem a unidade
§ II. Não tem a santidade
§ III. Não tem a catolicidade, nem a apostolicidade
§ IV. A regra de fé dos protestantes é contrária á vontade de Cristo
Art. IV. – A Igreja cismática não possui os sinais característicos da verdadeira Igreja
§ I. Não tem a unidade
§ II. Não tem a santidade
§ III. Não tem a catolicidade
§ IV. Não tem a apostolicidade
Art. V. – O primado da sede de S. Pedro ou o papado
Capítulo III
Sobre algumas prerrogativas por Jesus Cristo concedidas á sua Igreja
Art. I. – A indefectibilidade da Igreja
Art. II. – Autoridade ou poderes da Igreja
1. Poder de ensinar
2. Poder de administrar os sacramentos
3. Poder de governar
Art. III. – Infalibilidade da Igreja
1. A sua natureza e a sua necessidade
2. Assunto ou objeto desta infalibilidade
3. Possuidores desta infalibilidade
4. Condição requerida para haver infalibilidade
Art. IV. – Fontes do ensino eclesiástico
1. Inspiração
2. Tradição
3. Regra da fé católica
Art. V. – Relações entre a Igreja e o Estado
Independência do poder espiritual
Independência do poder civil
Sobre os direitos da Igreja
Acordo amigável entre a Igreja e o Estado, em matérias mistas
A Igreja e o Estado devem auxiliar-se mutuamente
Supremacia indireta da Igreja sobre a sociedade civil
As imunidades eclesiásticas e os bens de mão-morta
A mão-morta
Art. VI. – O liberalismo e a liberdade
1. Noções sobre o liberalismo
2. As liberdades modernas
3. Sobre a tolerância
Resumo da doutrina católica sobre o liberalismo e as relações entre a Igreja e o Estado
4. Algumas noções sobre a liberdade e as suas diversas espécies
Capítulo IV – Algumas das acusações que se fazem contra a Igreja
§ I. A intolerância da Igreja
1. Em que sentido é a Igreja intolerante
2. A intolerância do protestantismo
3. Intolerância dos outros inimigos da Igreja
4. A máxima: Fora da Igreja não já salvação
§ II. A Inquisição
1. Origem e natureza da Inquisição eclesiástica
A. Notícia histórica
B. Juízo crítico
2. Origem e natureza da Inquisição espanhola
A. Notícia histórica
B. Natureza da Inquisição espanhola
3. Legitimidade, por princípio e por direito, da Inquisição
4. Que juízo se há de fazer sobre a Inquisição em geral, e em especial sobre a Inquisição espanhola
§ III. Processo Galileu
1. Não prova nada contra a infalibilidade do Papa e da Igreja
2. A Igreja não se opõe aos progressos científicos, nem Galileu foi martir da ciência
§ IV. As Cruzadas
§ V. O S. Bartolomeu
§ VI. Revogação do Édito de Nantes
§ VII. O poder exercido na idade média pelos Papas sobre o temporal dos príncipes
1. Este poder era inteiramente legítimo
2. Os Papas fizeram do seu direito um uso muito benéfico para a sociedade
§ VIII. O poder temporal dos Papas
§ IX. Os maus Papas
Capítulo V – A Igreja e a civilização
Art. I. – Estado do mundo pagão antes de Cristo
§ I. Uma vista geral
§ II. Condição dos indivíduos antes de Jesus Cristo
1. Os escravos
2. Os gladiadores
3. Os pobres e os infelizes
4. Os operários
§ III. A família antes de Jesus Cristo
§ IV. A sociedade ou o Estado antes de Jesus Cristo e as relações entre os povos
Art. II. – Estado do mundo depois de Jesus Cristo ou a civilização cristã
§ I. Vista geral
§ II. A sorte dos indivíduos após a vinda de Cristo
1. Os escravos e os gladiadores
2. Os pobres e os infelizes
3. Os operários
§ III. A família depois de Jesus Cristo
§ IV. A sociedade pública depois de Jesus Cristo e as relações internacionais
§ V. A transformação dos bárbaros após a vinda de Jesus Cristo
As nações católicas e as nações protestantes
Art. III. – A Igreja e a cultura intelectual
§ I. Influência da Igreja sobre as letras e as ciências
§ II. A Igreja e as Belas Artes
§ III. A Igreja e o ensino
1. O Ensino popular
2. O Ensino superior e secundário
3. A Igreja e a paz social
Conclusão geral para todo este Curso

Estudo da Figura e Obra do Doutor Angélico

Iniciação ao estudo da sua figura e da sua obra
João Ameal
da Academia Portuguesa de História
Livro de 1945 - 582 págs


Índice

Primeira Parte
Ensaio histórico-biográfico
I - O Frade
II - O Mestre
III - O Santo

Segunda Parte
As grandes linhas do Pensamento Tomista
Pontos de Partida
I - Deus
Posição do Problema
As cinco Vias
Os Atributos Divinos

II - O Mundo
A Criação
Princípios da Natureza
Infinito e Contingência
A Vida

III - O Homem
Alma e Corpo
Teoria do Conhecimento
Vontade e Liberdade
As Sociedades Humanas

Apêndices
As Vinte e Quatro Teses Tomistas
Alguns Textos Pontifícios
Notas Iconográficas
Notas Bibliográficas
São Tomás de Aquino, Mestre da Idade Nova



Quadro Sinótico
da Vida e das Principais Obras de São Tomas de Aquino



OBS.: Agradeço ao leitor Ricardo pelo envio do arquivo desta obra de leitura imprescindível. Que Nossa Senhora lhe retribua por esta generosidade! São Tomás de Aquino, rogai por nós!

Uma imagem de Maria segundo as fontes autênticas

José Patsch
Livro de 1959 - 285 págs

Fonte
   "[...] Nas páginas que se seguem, tenciono apresentar aos leitores uma imagem de Maria segundo as fontes autênticas, excluindo tudo o que for pura imaginação, tudo o que não for suficientemente documentável. [...]
Temos procurado acompanhar Maria, a maior e mais gloriosa figura de mulher de toda a história, através da sua vida, rica de obras e de virtudes. Aquilo que o Evangelho diz a seu respeito tem a máxima garantia de veracidade e constitui o fundamento da nossa exposição. A história, a geografia, o folclore e a tradição nos forneceram a moldura do quadro. Filha autêntica do seu povo, no meio do qual viveu, desejou, gozou e sofreu. Maria fazia projetos, esperava, assustava-se e alegrava-se como toda a gente da sua terra, mas de um modo melhor, mais puro e mais perfeito. Além disso, teve uma missão que a elevou acima de todas as criaturas humanas e por cuja causa não teve nem terá jamais igual. Assim pode-se dizer dela o que Jesus disse uma vez aos seus Apóstolos: “Bem-aventurados os olhos que veem o que vós vedes!” (Lc 10, 23). A Ela foi concedido o privilégio de receber a mensagem do céu, dar a sua carne e o seu sangue ao unigênito Filho de Deus, permanecer ao seu lado como Mãe e serva durante trinta anos. Ninguém pôde jamais penetrar mais profundamente do que Ela no ser miraculoso do Filho, ninguém viu tão de perto a sua santa vida, participou tão intimamente dos seus pensamentos, dos seus planos, dos seus milagres, dos seus  ensinamentos, dos seus sucessos e insucessos; ninguém sofreu com Ele e por causa Dele como Ela, a inigualável, a Virgem Imaculada, a martirizada das dores e agora, com o corpo e com a alma, Rainha no Céu, Maria, a Mãe do Senhor."

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ÍNDICE
Prefácio
As fontes
A juventude de Maria
A Mãe
Em Nazaré
Maria na vida pública de Jesus
A Paixão de Jesus
Ressurreição de Jesus
Ascensão de Jesus ao céu
Maria na Igreja
A morte de Maria
A Assunção corporal de Maria
Conclusão