Elas na sociedade

Regine Pernoud
Livro de 1984 - 268 págs



ÍNDICE
Introdução
Primeira parte
ANTES DO TEMPO DAS CATEDRAIS
1. Clotilde
2. Um novo tipo de mulher: a religiosa
3. As mulheres e a educação
Dhuoda
As que leem e as que escrevem

Segunda parte
A IDADE FEUDAL
1. "Clima cultural"
2. Dona de casa
3. Feminilidade
4. O "amor, essa invenção do século XII"
5. Fontevraud
A Ordem de Fontevraud
Bertrad
Emengarda
As duas Matildes
As cartas da rainha Leonor
6. As mulheres e a vida social: o casamento
As mulheres e a atividade econômica: rurais e citadinas
7. As mulheres e o poder político
Uma suserana: Adélia
Uma rainha: Ana
Inês e Matilde, ou o papa e o imperador
A rainha querida

Terceira parte
PASSADO O TEMPO DAS CATEDRAIS
1. Da corte do amor à universidade
2. Duas raparigas como as outras: Joana e Catarina
Conclusão: das mulheres de anteontem às de hoje
Notas

O Peregrino de Deus

Frei Damião de Bozzano
Livro de 1955
       
       Transcrição - 79 págs                            Livro - 191 págs











PREFÁCIO
EM DEFESA DA FE, é um sugestivo titulo o livro que Frei Damião de Bozzano dá à publicidade como lembrança de suas inúmeras e fecundas Santas Missões pregadas no decurso de vinte longos anos nas capitais e no interior do Nordeste brasileiro.
Lendo o presente trabalho temos a impressão de ver realmente a bondosa e austera figura do grande Capuchinho e ouvir o tom profético de suas candentes apóstrofes aos pecadores, amancebados, adúlteros, protestantes, espíritas, acenando-lhes com voz vibrante a consequência inevitável de suas vidas transviadas: O Inferno.
Laureado na Universidade Gregoriana de Roma, em Teologia Dogmática e Filosofia, Bacharel em Direito Canônico e por vários anos erudito professor de Sagrada Escritura, Frei Damião, usando de uma linguagem simples, compreensível, adaptada à população provinciana, é realmente admirável na lógica cerrada de sua argumentação e nas conclusões sempre claras e ao alcance de todos.
Além da firmeza de doutrina, da lógica impecável a da simplicidade de forma, há ainda, neste livro outra qualidade de inestimável valor e que constituo a sua alma: A fé inabalável e a virtude dos santos.
Sua virtude verdadeiramente excepcional, que é o segredo da eficácia de suas missões, perfuma todas as páginas. esclarece todos os argumentos, fortalece todas as conclusões e se transforma em poderoso motivo para a nossa adesão às verdades que defende com tanta convicção e clareza.
É que sua vida, seus exemplos, suas palavras são a melhor demonstração das verdades que prega.
EM DEFESA DA FÉ é pois um livro precioso que fala à inteligência e ao coração, destinado a opor um dique intransponível à onda avassaladora do corrução com que a heresia do Lutero ameaça as mais esplêndidas tradições do Brasil católico.
É assim que Frei Damião, visando unicamente o bem das almas, multiplica-se a si mesmo, perpetuando no tempo e no espaço as suas grandes missões em defesa da fé que cimentou os alicerces da nacionalidade e que recebemos, como preciosa herança, dos nossos antepassados, para construir na solidez dos seus princípios a felicidade do nosso futuro.
                 Recife, 20 do agosto de 1953
                                            FREI OTÁVIO DE TERRINCA, ofmcap


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ÍNDICE 

I — A verdadeira regra de fé
II — Regra de fé protestante
III — A verdadeira Igreja
IV — Perpetuidade do primado
V — Infalibilidade do Papa
VI — Os Sacramentos
VII — O Batismo
VIII —  Confirmação ou Crisma
IX — A Eucaristia — Palavras da promessa
X — A Eucaristia — Palavras da instituição
XI — A Eucaristia e a tradição
XII — A comunhão sob as duas espécies
XIII  — O santo sacrifício da missa
XIV  — Confissão — Palavras da instituição
XV   — Confissão — sua instituição divina provada pela tradição e pela razão
XVI — Extrema Unção
XVII — Ordem
XVIII — O Sacramento do Matrimônio
XIX — Indissolubilidade do matrimônio à luz da fé
XX — Indissolubilidade do matrimônio à luz da razão
XXI — O culto de Deus, dos Santos e das imagens
XXII — Intercessão da Virgem Santíssima e Santos
XXII — Divina maternidade de Maria
XXIV — Virgindade de Nossa Senhora
XXV — A Imaculada
XXVI — O Purgatório

São Bernardo de Claraval e sua Família

Crônica de uma Família
Pe. M. Raymond, O.C.S.O.
Livro de 1964 - 366 págs

Nesta obra dará com uma história da qual você nunca ouviu falar. Calhando maravilhosamente como base de romance, enquanto fato, prova com assaz proeza que jamais houve uma história tão sem igual.
Trata-se de uma família constituída por sete homens fortemente animados pela alegria de viver e pelo amor de lutar, e por duas mulheres imbuídas de sentimentos não menos ardorosos dos prazeres da vida, sobrepujando os sete em esperteza e sociabilidade.
Estas suas vidas introduziram-nos no seio de todas as classes da humanidade. Papas, Reis, Cardeais, Diplomatas, Santos e pecadores tornavam-se, no decorrer dos anos, amigos ou inimigos desta família genial.
Armou cerco a grandes cidades e até mesmo deu show perante os grandes da terra e, como um furacão, unida, esta família arvorou-se contra o maior sítio e fabuloso show de sua vida. Toda riqueza, toda honra e fascinação foram descartadas — esta família constituiu-se contra o mundo.
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SUMÁRIO
Introdução
PARTE I
OS PAIS
O velho Guerreiro - Venerável Tecelino
A Mãe que chegou a ser santa - Beata Alice

PARTE II
OS IRMÃOS MAIS VELHOS
O irmão mais velho de Bernardo - Beato Guido
O homem de idéia fixa - Beato Geraldo

PARTE III
BERNARDO
O homem que se enamorou de Deus -  São Bernardo

PARTE IV
OS IRMÃOS MAIS NOVOS
Colaboradora no serviço de amor - Beata Umbelina
O homem que guardava a entrada - Beato André
O homem sem artifícios - Beato Bartolomeu
O pobre menino rico - Beato Nivaldo

~ * ~

[...] Gostaria de concluir estas reflexões sobre São Bernardo com as invocações a Maria, que lemos numa sua bonita homilia. "Nos perigos, nas angústias, nas incertezas – diz ele – pensa em Maria, invoca Maria. Que ela nunca abandone os teus lábios, nem o teu coração; e para obteres a ajuda da sua oração, nunca esqueças o exemplo da sua vida. Se a segues, não te podes desviar; se lhe rezas, não te podes desesperar; se pensas nela não podes errar. Se ela te ampara, não cais; se ela te protege, nada temes; se ela te guia, não te cansas; se ela te é propícia, alcançarás a meta..." (Hom. II super "Missus est", 17:  PL 183, 70-71).
Por Bento XVI
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Sua devoção para com a Virgem Maria era incomparável. Quando estava na Alemanha, na catedral de Spira, ajoelhou-se por 3 vezes dizendo: Ó Clemente; Ó Piedosa; Ó Doce Virgem Maria!, invocações que foram acrescentadas ao final da oração Salve Rainha.

Anjos - Conhecendo e Reverenciando

Pe. Augusto Ferretti, S.J.
Livro de 1945 - 210 págs

Child protected by his guardian angel; at centre, a guardian angel protecting a child against evil; four ovals seen on either side, illustrated with four tasks of guardian angels: enlightening, entice to Good, protect during illness and accompaning the soul to Heaven; in an ornate frame.
Engraving

INTRODUÇÃO

Deus confiou aos seus anjos o guardar-te em todos os teus caminhos”.
(Salmo 90, 11)
É uma verdade de fé, diz o exímio teólogo Francisco Suarez, que Deus, em sua inefável pro­vidência, confiou os homens, enquanto peregrinam por este mundo, à guarda dos Santos Anjos. E é igualmente doutrina católica, que a cada homem, desde o primeiro instante do seu nascimento, é assinado um anjo em especial como seu particular guardador. Singulis hominibus ab ortu nativitatis suae singulos angelos ad custodiam esse deputatos, assertio catholica est”. (De Angelis, lib. VI, cap XVII, n. 68)
Este ensinamento é fundado sobre a autoridade da Sagrada Escritura e dos Santos Padres. Quanto à Escritura, um dos textos sobre que prin­cipalmente se apóia, é o versículo, que há pouco citamos do salmo nonagésimo: “Deus confiou aos seus anjos o guardar-te em todos os teus caminhos. Angelis suis Deus mandavit de te, ut custodiant te in omnibus viis tuis”.
É este versículo rico de doutrina. Cada uma de suas palavras merece ser meditada. E nós o faremos seguindo as pegadas do doutor melífluo, S. Bernardo, que assim as vai comentando: “Quem confiou? a quem? Que foi confiado? a respeito de quem? Oh que grande reverência te não deve inspirar uma tal disposição da Providência de Deus, quanta devoção infundir, quanta confiança trazer! Reverência, pois assim o exige a presença, certa de fé, dos santos anjos; devoção em retorno dos benefícios que te dispensam, e confiança pelo fato de estares sob os cuidados de tais guardadores”. (Sermo XII in ps. XC.)


ÍNDICE

PARTE I
Fundamento dogmático e aplicações práticas — Introdução

CAPÍTULO I
A quem devemos a proteção dos Anjos
1. Número e poder dos Anjos
2. Os ofícios dos Anjos
3. O que são os Anjos de nós

CAPÍTULO II
A natureza angélica
1. Os Anjos são puros espíritos
2. Privilégios da natureza angélica
3. A história dos Santos Anjos

CAPÍTULO III
O objeto dos cuidados dos Santos Anjos
1. A nossa alma
2. Deus quer  salvar-nos
3. A inescusável desídia dos que se perdem

CAPÍTULO IV
O mandato que cumprem
1. Proteção à alma
2. Proteção ao corpo
3. Proteção em tudo, e sempre, por toda a nossa vida

CAPÍTULO V
Reverência devida aos Santos Anjos
1. Contínua presença do Santo Anjo
2. Reverência que de nós requer a presença dos Anjos
3. Modo prático de jamais faltar o respeito ao Santo Anjo

CAPITULO VI
O que singularmente ofende os Santos Anjos
1. Injúrias que diretamente ofendem a majestade de Deus
2. Pecados contrários à virtude angélica
3. Como ofende aos Anjos o escândalo

CAPÍTULO VII
O amor que devemos a esses nossos celestes protetores
1. O amor que os Anjos nos têm
2. A nossa dívida de amor
3. Alegria do Santo Anjo quando correspondemos ao seu amor

CAPÍTULO VIII
Ainda a nossa dívida de amor
1. A nossa má correspondência aos cuidados do Anjo da Guarda
2. O amor paciente e benigno com que nos tolerou o Santo Anjo da Guarda
3. Modo prático de reparar nossas ofensas

CAPÍTULO IX
“Santo Anjo do Senhor eu tenho confiança em vós!”
1. O Santo Anjo é o melhor guarda de nossa alma
2. Confiança irrestrita no Santo Anjo da Guarda
3. Ocasiões em que devemos especialmente  recorrer ao Santo Anjo da Guarda

CAPÍTULO X
Na alvorada do Paraíso
1. O Santo Anjo predispõe o seu devoto à grande provação
2. Válido conforto do Anjo da Guarda  no grande conflito
3. O Anjo da Guarda acompanha o seu  devoto na grande passagem

PARTE II
Exemplos ou manifestações visíveis  dos Anjos, no velho e novo testamento e na História Eclesiástica

CAPÍTULO I
Os Anjos no Antigo Testamento
1. Um Anjo socorre a Agar e seu filho Ismael já desfalecente pela sede
2. Dois anjos salvam Ló e sua família do incêndio de Sodoma
3. O anjo de Isaac
4. A escada de Jacó e os Anjos que por ela subiam e desciam
5. Mais são os que estão a nosso favor do que os que estão contra nós
6. Os três jovens na fornalha ardente e Daniel na cova dos leões
7. Favores do Arcanjo Rafael aos dois, Tobias e a Sara, filha de Raquel

CAPITULO II
Os Anjos no Novo Testamento
1. Os anjos e Jesus Cristo
2. Nascimento de Jesus
3. Fuga para o Egito
4. Jesus no deserto é alimentado pelos Anjos
5. Agonia de Jesus no Horto
6. A Ressurreição de Jesus Cristo
7. A Ascensão
8.Os Anjos e Maria Santíssima
9. Os Anjos e os Apóstolos

CAPÍTULO III
Exemplos tirados da História Eclesiástica
1. Aparição de S. Miguel Arcanjo no Monte Gargano
2. Os Anjos guardas dos templos
3. Os Anjos, guardas das comunidades
4. Os Anjos, guardas da inocência
5. Os Anjos nos salvam dos perigos do corpo
6. O Anjo da Guarda nos protege contra os perigos da alma
7. Indústria do Santo Anjo da Guarda para conduzir à fé o seu cliente
8. O santo Anjo da Guarda — protetor da virgindade
9. Os santos Anjos ajuda e conforto dos Mártires
10. As lágrimas dos penitentes são as delícias dos Santos Anjos
11. Bondade dos santos Anjos para com os pecadores sinceramente arrependidos
12. Lições de sublime santidade dadas pelo Santo Anjo da Guarda
13. Bondade usada pelos Anjos para com as almas inocentes   
14. Uma bela vitória sobre as tentações é premiada pelos Santos Anjos
15. Grandemente despraz, ao Santo Anjo da Guarda, ainda a mínima ofensa a Deus
16. Com que alegria vai o, Santo Anjo da Guarda contando os nossos passos
17. Quanto amam os Santos Anjos a esmola e as boas obras em geral
18. Amor de Deus e dos seus Anjos pela oração
19. Os devotos da Virgem especialmente amados dos Anjos
20. Os santos Anjos amam as famílias verdadeiramente cristãs
21. Os santos Anjos ministram a comunhão a um santo jovem peregrino
22. O Anjo da Guarda nos assiste na hora da morte
23. A devoção dos Santos Anjos instrumento de apostolado nas escolas católicas

Gregoriano

e
Semiologia Gregoriana
A partir das edições francesas de Solesmes
Dom Eugène Cardine
Livro de 1989 - 349 págs



PREFÁCIO
(excertos)

A necessária reforma litúrgica empreendida pelo Concilio Vaticano II resultou, sem dúvida, numa grande redução no emprego do canto gregoriano nas funções da Igreja Romana. Não se deve esquecer, porem, que o Concilio não o desaconselhou mas, ao contrário, em sua Constituição sobre a Sagrada Liturgia, afirmou que “a Igreja reconhece o Canto Gregoriano como próprio da liturgia romana. Portanto, em igualdade de condições, ocupa ainda o primeiro lugar nas ações litúrgicas” (cf. Constituição Sacrosanctum Cortcilium, n° 116). Determinou também que fosse completada a edição típica dos livros de canto gregoriano e que se preparasse edição mais crítica dos livros publicados depois da reforma de S. Pio X (cf. n° 117).
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