22 de maio de 2015

22/05 - Festa de Santa Rita de Cássia

Mons. Luís de Marchi
Livro de 1976 - 122 págs


Primeira Parte
No Mundo

Segunda Parte
Na Casa de Deus

Terceira Parte
Na Glória

16 de maio de 2015

Coletânea de Hinos Litúrgicos Latinos

Pe. Júlio Comba, S.D.B. 
Livro de 1963 - 309 págs



PREFÁCIO

Sugeri um dia ao Padre Júlio Comba que nas horas feriadas dos seus labores organizasse uma coletânea de hinos litúrgicos latinos, comentados para os Seminaristas.

13 de maio de 2015

A Mãe de Jesus

Compilada por Mílvio, SSP
Livro de 1968 - 197 págs

(Livro com belas imagens)


ÍNDICE
Introdução
A promessa do sétimo dia
A Antiga Aliança
O retrato da mulher prometida
Um ramo vigoroso como um cedro
Maria, a "amada de Deus"
Deus escolheu-te um esposo
Um anjo aparece em Nazaré
Palavras e cantos misteriosos numa viagem a Karém de Judá
Deus precisa do carpinteiro de Nazaré
O Messias deve nascer em Belém
Natal, noite de luz
Chamá-lo-ás Jesus
Aparecerá uma estrela
A fúria inútil de um rei ludibriado
Afinal, em Nazaré
A vontade do Pai do Céu
A morte do justo
João, aquele que batiza
A estranha hora de um banquete de núpcias
Uma pátria de rebeldes
A verdadeira grandeza de uma mãe
Um sepulcro em que ninguém pensava
Começa a grande semana
Sexta-feira, o dia mais longo da história
O preço do resgate
Sábado, o dia de Maria
O domingo da nova Páscoa
Missão difícil
A terra não basta para o Ressuscitado
O fogo do céu
Uma Mulher vestida de Sol

7 de maio de 2015

O Abandono à Providência Divina

P. J. P. de Caussade, S.J.
Livro de 1956 - 217 págs



     Foi editado pela primeira vez em 1861, pelo conhecido teólogo P. Henrique Ramière, S.J., e acolhido com extraordinária aceitação.

1 de maio de 2015

01/05 - Festa de São José Operário

Jean Galot
Livro de 1965 - 192 págs


Introdução
As breves informações que o Evangelho nos apresenta sobre S. José não nos permitem reconstituir a sua vida. Mas devemos por isso deixar de falar de S. José? Não suspeitamos que aquele que viveu na companhia de Maria e de Jesus devia ser uma alma excepcional? Seria pena não pensar assim.

26 de abril de 2015

Maria – Mãe e Educadora

Pe. José Kentenich
Livro de 1999 - 246 págs

Os sermões contidos neste livro constituem ampla
"Escola de Formação Mariana"


Trecho do Sétimo Sermão

Como é o coração de Maria?

             "Todas as vezes que considero o amor de Maria para comigo — dizia São João Berchmans — enrubesço de vergonha". Como os raios do sol penetram por toda a parte assim o amor maternal de Maria abrange todas as almas. "Se me disserem — proclama Henrique Seuse — que neste momento não sucede nenhum milagre de amor de Maria para conosco, nomear-te-ei centenas deles no próximo instante. E se confessares que nesta hora Maria não nos ama, enumerarei nas próximas horas as incontáveis provas do seu amor. Conta as flores do prado, os botões e as folhas na primavera; conta os mosquitos e moscas que voam no verão; conta os grãos de areia na praia do mar; conta os flocos de neve e as gotas de chuva, e saberás então quantos são os milagres, as provas de amor e os benefícios da misericórdia de Maria".
            Para ouvidos estranhos, tais expressões e fatos soam como exagerados e fantásticos. Parecem traduzir sentimentos de um coração que não está mais sob o domínio da inteligência e da vontade. Para nós, porém, que conhecemos a posição de Maria no plano da redenção, é tentativa balbuciante de reves­tir de palavras humanas o que o Senhor disse através de seu testamento: Ecce Mater tua! Tudo isto indica apenas as consequências evidentes da feliz realidade de que Maria, no verdadeiro sentido da palavra, é e permanece nossa Mãe, por tempo e eternidade. "Não é o nome — diz São Bernardo — que torna de fato uma mulher mãe de seus filhos, mas sim o amor." E nós acrescentamos que tal amor, como é o nosso caso, fundado não só na atitude, mas na verdadeira transmis­são de vida, não deixa dúvidas de sua nobreza, grandeza e profundidade. Acresce duplamente de valor ao constatar que tal verdade está ancorada na palavra criadora do Deus todo-poderoso e cheio de amor: Ecce Mater tua! - Ecce filius tuus!
            Para tornar mais compreensível o imenso amor que Ma­ria dedica a nós, os teólogos discorrem sobre a passagem bí­blica: "Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pe­reça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3,16). Lessius, pesando palavra por palavra, procura determinar o seu sentido. Ele diz: "Quem pode, na consideração de tais palavras, não sen­tir admiração, emoção e lágrimas? Deus sapientíssimo, pode­roso e amantíssimo, embora bastando-se a si mesmo, esquece-se de si, e o faz de tal forma que a todos se dá em me­dida rica, imensa e abundante. A todos, tudo dá e de nin­guém recebe. Enriquece a todos e de ninguém necessita. Deus amou tanto o mundo — o mundo, a humanidade marcada pela maldição do pecado, sujeita à morte e à dor, tão impura e hostil, ingrata e obstinada, indigna do amor divino, mas considerada de tão alto valor e orçada num preço tão eleva­do! A ela entregou o seu Filho Unigênito — não ouro e prata, nem a terra e seus tesouros, nem um anjo ou querubim, mas o seu Filho Unigênito, Deus de Deus, Luz da luz, Deus verda­deiro de Deus verdadeiro, de igual essência, poder e majesta­de como o Pai e o Espírito Santo; entregou-o à pobreza, à fo­me e ao frio, ao desprezo e perseguição, à flagelação e coroação de espinhos, às pancadas e bofetadas, às dores inauditas e à morte de cruz. Entregou-nos esse Filho como caminho, o qual nós trilhamos, a verdade na qual cremos, a vida que de­vemos esperar para chegarmos à salvação; entregou-o como "Luz para a iluminação dos pagãos" (Lc 2,32); como Pastor, para cuidar do rebanho; como Sumo Sacerdote e Vítima, pa­ra reparação dos pecados; como Rei, para a fundação do rei­no da graça, para a instituição da Igreja; como Salvador, pa­ra a libertação do poder de Satã e do inferno; como Juiz dos vivos e dos mortos, para a recompensa dos bons e castigo dos maus. Deus amou tanto o mundo que lhe entregou o seu Fi­lho Unigênito, para que todo o que nele crê — corde: com o coração, à justiça; ore: com a boca, à bem-aventurança. — 'Quem o confessa diante dos homens' (Mt 10,32), o confessa como verdadeiro Filho de Deus, como o Salvador do mundo, o confessa como Aquele 'diante de quem todos os joelhos se curvam no céu, na terra e debaixo dela' (Fil 2,10); que esse não pereça, não perca sua alma e a bem-aventurança, não vá para o inferno, mas tenha a vida eterna; que pertença àqueles a quem o Juiz convida: 'Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a criação do mundo' (Mt 25, 34)".
            A mesma expressão — assim nos dizem os teólogos — pode também ser aplicada à Mãe de Deus: Maria amou tanto o mundo que lhe entregou o seu Filho Unigênito, para que to­do o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.
            Quem se atreve a medir a grandeza do sacrifício livre­mente oferecido, e o abismo do amor que nele pulsa?! Por nós entregou Ela o seu Filho ao cadafalso da cruz — seu Fi­lho que é seu Deus, sua única alegria e delícia, sua felicidade e bem-aventurança, a sua vida... Enquanto outras mães, diante da morte de seus filhos sucumbem, mergulhadas em lágrimas, Ela permanece de pé junto à cruz do seu Unigênito, que morre — segundo a opinião pública — como criminoso, numa morte violenta, num assassínio perverso. Ela está cal­ma e serena, com a espada de sete gumes no coração; resig­nada com a vontade de Deus. E tudo isto consciente da im­portância salvífica do grande acontecimento. É quase como se devesse e quisesse, para o nosso nascimento, suportar as dores de parto, que lhe foram poupadas no nascimento de seu Filho Unigênito; e assim, a todos os que, de modo seme­lhante, no correr dos séculos, são considerados dignos de so­frer dores criadoras para o reino de Deus, merecer a graça de permanecerem firmes ao pé da cruz.
            Para que possamos sentir toda a grandeza dos sofrimen­tos suportados pela Mãe das Dores, São Gregório de Nyssa dá-nos uma chave às mãos. Ambos os corações de Jesus e de Maria — explica o santo — foram como que duas cítaras a soar juntas — quando uma ressoava, a outra ressoava junta­mente com ela, embora ninguém a dedilhasse. Isto significa que tudo o que o Homem das Dores sofreu no corpo e na al­ma repercutiu na Mãe das Dores em compaixão terna e pro­funda, inaudita, que atormenta amargamente corpo e alma. Daqui se deduz o que exprimem as palavras: "Ela estava de pé junto à cruz" (Jo 19,25).
            São Jerônimo aplica, em forma concreta, o princípio enunciado, dizendo que "as chagas, os espinhos, os flagelos que martirizaram o corpo de Cristo tornaram-se igualmente tormentos a penetrar na alma de Maria". São Bernardo indagava à Mãe das Dores cheio de terna compaixão: "Dize-me, onde estavas? Talvez junto à cruz? Muito mais: Tu esta­vas presa (espiritualmente) na cruz". E continua: "Ela morria, porque vivia e vivia porque morria; pois não podia morrer, porque morreu viva. Cristo podia morrer segundo o corpo; Ela, porém, não podia morrer segundo a alma".
            No alto do Gólgota o seu heroísmo era tal que, na opi­nião de Santo Ambrósio e Anselmo, para realizar o plano do Pai Eterno, Ela estava disposta a executar o seu Filho, se não houvesse algoz.
            Santo Afonso não avalia a vertiginosa altura daquele amor, apenas pela sua maternidade universal, embora não possa ser superada em grandeza e profundidade, por nin­guém dentro de seus limites de criatura humana. Ele vai além. Dirige o olhar para cima, a Deus; e para baixo, ao seu amor a Deus. Como não houve e nem existirá criatura alguma – conclui ele – que amou e possa amar a Deus, mais do que Maria, também não há e nem poderá haver jamais alguém que seja capaz de amar os homens, como Ela.
            Pedro Damião dá a este pensamento o último e mais profundo sentido, ao explicar: "Sei, ó Mulher, que és a mais bondosa e nos ama com amor invencível, porque teu Deus nos amou em ti e por ti, com o amor mais intenso possível". Porque amor só se paga com amor, queremos esforçar-nos para retribuir tal amor.
            Após estas considerações, não nos é difícil concordar com o elogio tecido a Maria pelos grandes e pequenos prega­dores marianos de todos os séculos. Quem — assim jubilam eles com o coração agradecido — quem, ó Mulher bendita, foi capaz de calcular a extensão, a grandeza, a sublimidade e a profundidade do teu amor? — Sua extensão: Ela auxilia a todos os que a invocam. Sua grandeza: Ela preenche o uni­verso. Sua sublimidade: Ela atinge as raias da cidade de Deus. Sua profundidade: desce até aquele que dormita na obscuridade e o chama para a luz.
            Como para o Pai Eterno, também para Ela valem as pa­lavras: depois de ter-nos dado seu Filho, a maior e mais valio­sa dádiva, por que, nele, não poderia ter-nos dado, também o que é menos valioso que o Filho de Deus? Não nos conce­deu Maria, ao pé da cruz, semelhante sacrifício de amor? Que deixou de dar-nos do que podia ter-nos dado? Sua bon­dade e misericórdia conhecem somente um limite: o seu porder Pois Ela é a Onipotência Suplicante. Seu amor para co­nosco é "forte como a morte", isto é, para Ela não existe obstáculo intransponível. Nem tempo, nem separação, nem ingratidão ou morte impedem a corrente incomensurável do seu amor.
            Muitas vezes experimentamos como o amor humano, com o tempo, se esfria e busca variações — assemelha-se ao pássaro que salta de uma haste à outra. Em Maria, isto não acontece. Seu amor é profundo, fiel e eterno, semelhante ao amor do próprio Deus. O amor terreno, quando não é autên­tico, fenece facilmente com a distância e a separação. O amor de Maria para conosco não conhece tal fraqueza. Ela está continuamente próxima de nós. Vê-nos e nos ama em Deus e por causa dele, o qual permanece eternamente o mesmo. O amor terreno termina logo, quando pago com ingratidão. O amor de Maria, ao contrário, é altruísta e puro — não se per­turba pela ingratidão. Nem a morte nos separa dela. Maria é e permanece nossa Mãe. Acompanha-nos amorosamente pe­rante o tribunal de Deus, para defender-nos e conduzir-nos, felizes, ao céu, ou para estar ao nosso lado, auxiliando-nos e consolando-nos no purgatório.
            Este é o coração que nos é doado pela Aliança de Amor.


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Agradeço à amiga e leitora do blog pelo empréstimo do livro para que ele pudesse ser digitalizado e divulgado. É nosso desejo que Nossa Senhora a recompense muito e sempre!


19 de abril de 2015

Lírios Eucarísticos - Histórias Edificantes em 2 Volumes

Lírios Eucarísticos
Dom Joaquim G. de Luna, O.S.B.
Livros de 1934 e 1939



Volume 1
Primeira Série
Livro de 1934 - 217 págs
[...] Não é história inventada ou produto da imaginação o que está narrado aqui. São fatos reais dignos de serem imitados[...]


Volume 2
Segunda Série
Livro de 1939 - 211 págs
[...] Lede com atenção estas páginas e lede-as muitas vezes. Nelas encontrareis exemplos de virtudes a imitar[...] Jesus vos ama muito. Ele quer possuir os vossos corações, quer santificar as vossas almas[...]

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ÀS MÃES DE FAMÍLIA
Mães Cristãs!

13 de abril de 2015

Inspirado na Doutrina Teresiana

Pe. Paul de Jaegher, SJ
Livro de 1962 - 196 págs



Orelha do livro
Escolheu Paulo de Jaegher um tema que parecia exaurido por São Francisco de Sales no clássico Tratado sobre o Amor de Deus. Soube, entretanto, descobrir-lhe novos e formosos aspetos. Inspirou-se na doutrina teresiana do amor misericordioso e da pequena trilha, conforme a Mestra de Lisieux a tinha aplicado em sua própria espiritualidade.

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