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18 junho, 2026

Catequesis para Niños

 
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NUESTRA SEÑORA te bendiga!
Publicaciones A.S.C.E.A.
Edicíon de 1945 - 54 págs

INDICE

Nociones preliminares

Capítulo I
Templos Sagrados

Capítulo II
Lugares Sagrados

Capítulo III
Objetos Sagrados

16 março, 2025

Coleção Sei e Creio No. 109 ➜ O Augusto dos Sacrifícios

 
François Amiot
Edição de 1958 - 132 págs


A coleção "SEI E CREIO" apresenta-se como a mais completa e mais simples entre todas as enciclopédias destinadas ao público cristão. Em cento e cinquenta volumes, tudo quanto se pode desejar conhecer sobre o plano da fé católica, acha-se exposto com firmeza, e de uma maneira aces­sível a todos. A relação dos assuntos nela tratados (tal qual figura nas últimas páginas da presente obra) mostram bem a amplitude deste empreendimento, ao qual nada se encontra de equivalente. Cada assunto é apresentado por um dos me­lhores especialistas; escolhido tanto pela qualidade de expo­sição, como pela solidez de conhecimento de sua ciência.



ÍNDICE

18 maio, 2022

"Nada chega à inteligência que não passe pelos sentidos"

  
Irmã Maria de São João de Vasconcelos, O.P.
Edição de 1956 - 163 págs


[...] Além das flores (de preferência naturais), o que constitui a principal ornamentação do ALTAR? São as relíquias, as toalhas, os grandes candelabros e o Crucifixo que deve dominar a Mesa do Sacrifício. A vela com sua chama tem simbolismo litúrgico: significa a vida eterna, o Cristo, e a chama, ereta e viva, sua Divindade. Mas a que ficou reduzido, hoje, todo este simbolismo, que nos fala de uma vida supraterrena, com estas velas inestéticas e feias que se colocam nos altares, recobertas de um pau pintado de branco para imitar a cera e encimadas de um capucho de metal para economia? Ainda que tão mau gosto seja tolerado, admiti-lo não é, de certo modo, aceitar a ideia (consciente ou inconscientemente) da influência de uma civilização capitalista, mecanicista na esfera do espírito? Tudo no Altar deverá corresponder ao apelo cotidiano de nossa Mãe, a Igreja, quando no Prefácio nos convida a elevar nossos corações para o alto. [...]

09 julho, 2021

Ritual dos Sacramentos e Sacramentais - REFORMATADO

    
Secretariado Nacional de Liturgia
Edição de 1965 - 349 págs

ÍNDICE

Apresentação

Sacramento
 do Batismo

Sacramento da Confirmação

Sacramento da Penitência

Sacramento da Eucaristia

Sacramento do Matrimônio

Sacramentos nos enfermos

Exéquias

Bênçãos

Apêndice

Leituras

22 abril, 2021

Música Sacra e Sagrada Liturgia

 
Sagrada Congregação dos Ritos
Edição de 1958 - 30 págs

ÍNDICE

Introdução

Capítulo I. Noções gerais (nn. 1-10)

Capítulo II. Normas gerais (nn. 11-21)

Capítulo III. Normas particulares

1. As principais ações litúrgicas nas quais se usa a Música Sacra:

07 julho, 2020

Liturgia para as famílias ➜ “Pedagogia Eucarística”


Padre N. de Campos
Edição de 1962 - 193 págs

Reformatado a partir do ORIGINAL


A RAZÃO DESTE LIVRO
No altar diante do qual contraíram Matrimônio Maria Teresa de Áustria e Francisco José de Lorena, lia-se um grande dístico: Eucaristia. Hic Austriae vita. (É na Eucaristia que está a vida da Áustria). A imperatriz Maria Teresa conservou-se sempre fiel a tão bela legenda. Certo dia, ao receber a notícia de que seus filhos se haviam exposto à morte para defenderem, de um ataque de hereges, o sagrado Viático, exclamou: “Dou graças à misericórdia divina pela vitória, mas a minha felicidade seria ainda maior, se os meus dois filhos tivessem podido sacrificar a vida e derramar o sangue em defesa do Santíssimo Sacramento”.
Este livro deseja ter como fim principal incentivar na alma das mães e dos pais, e, mediante eles, também na dos filhos, a partir dos primeiros anos, um amor semelhante à Eucaristia. Algumas vezes, para o conseguir mais facilmente e ajudar os esposos a compreenderem melhor a dignidade e excelência do seu estado, recordaremos a relação existente, sob vários aspectos, entre a vida matrimonial e a devoção eucarística. Não é propriamente um paralelo que vamos estabelecer entre o Sacrifício da Missa, com tudo o que ele nos dá, e o Matrimônio católico, nem quanto à essência de um e de outro, nem quanto aos efeitos que produzem nas almas; queremos apenas desdobrar e pôr bem em foco os passos mais salientes da liturgia desse augusto Sacrifício, comparando-os, aqui e além, com outras tantas situações, ideais e problemas das pessoas casadas.

06 junho, 2020

Coleção Litúrgica - Volume V

Dom Augustin François, O.S.B.
Edição de 1939 - 249 págs


Sendo o nosso mais vivo desejo que o verdadeiro espírito cristão refloresça sob todas as formas e se mantenha entre todos os fiéis, é necessário prover antes de tudo à santidade e à dignidade do templo onde eles se reúnem justamente para beber esse espírito em sua fonte primordial e indispensável: na participação ativa nos mistérios sacrossantos e na oração pública e solene da Igreja.
PIO X
Motu Proprio de 22 de novembro de 1903

Disposição deste manual:

02 dezembro, 2016

A Reforma da Liturgia Romana

Mons. Klaus Gamber
Fundador do Instituto Litúrgico de Ratisbona
43 págs


A confusão é enorme. Quem vê claro hoje em dia, em meio a esta escuridão? Onde estão os responsáveis da Igreja que nos possam mostrar o bom caminho? Onde estão os bispos que  tenham o valor de fazer desaparecer este tumor canceroso, que é a teologia modernista, implantada no tecido da celebração dos santos mistérios, antes que se prolifere mais e mais?

10 fevereiro, 2016

Missal de 1940 - por Dom Gaspara Lefebvre


Em Latim/Português
Com o Próprio do Brasil
por Dom Gaspar Lefebvre
Edição de 1940 - 1066 págs

_________
OBS.: Agradeço ao leitor que digitalizou o missal que pôde ser reformatado e aqui divulgado. Que Nossa Senhora retribua esta generosidade.

13 março, 2015

Canto Gregoriano


Ir. Marie Rose, OP
Edição de 1958 - 234 págs


Prefácio
Revma. Irmã Marie Rose,
O seu livro chegou no momento oportuno. O interesse pelo canto eclesiástico tem crescido bastante em nossa terra neste último decênio. Os amigos das castas e ingênuas melodias de S. Gregório, encontramo-los numerosos em todos os setores sociais. O próprio rádio contribuiu para torná-las conhecidas e apreciadas.

31 janeiro, 2015

A Santa Missa - Na História e Na Mística

 ou
Informações e explicações da origem, desenvolvimento e fixação definitiva e universal dos ritos, cerimônias, orações, textos bíblicos e eclesiásticos da Santa Missa, acompanhados de piedosas considerações e breves súplicas, próprias para despertar interesse e assistir com fruto ao Santo Sacrifício Divino
por
Lidvino Santini S.J.
Edição de 1940 - 380 págs


PREÂMBULO
Copiosa e vasta é hoje a literatura sobre  a história e a explicação da Liturgia.
Os ardentes desejos do Pai da Cristandade, Pio X, de ver renovado o antigo zelo e fervor pela Liturgia, encontraram Eco em numerosos filhos que, sobretudo na Europa, se entregaram de corpo e alma ao estudo da história da Liturgia.

25 março, 2014

Gregoriano

e
Semiologia Gregoriana
A partir das edições francesas de Solesmes
Dom Eugène Cardine
Livro de 1989 - 349 págs



PREFÁCIO
(excertos)

A necessária reforma litúrgica empreendida pelo Concilio Vaticano II resultou, sem dúvida, numa grande redução no emprego do canto gregoriano nas funções da Igreja Romana. Não se deve esquecer, porem, que o Concilio não o desaconselhou mas, ao contrário, em sua Constituição sobre a Sagrada Liturgia, afirmou que “a Igreja reconhece o Canto Gregoriano como próprio da liturgia romana. Portanto, em igualdade de condições, ocupa ainda o primeiro lugar nas ações litúrgicas” (cf. Constituição Sacrosanctum Cortcilium, n° 116). Determinou também que fosse completada a edição típica dos livros de canto gregoriano e que se preparasse edição mais crítica dos livros publicados depois da reforma de S. Pio X (cf. n° 117).

26 fevereiro, 2013

Livro que poderá auxiliar os sacerdotes que queiram aprender a celebrar a Santa Missa Gregoriana

D. Hildebrando P. Martins, O.S.B.
Edição de 1949 - 139 págs
Fonte

Desde a promulgação da encíclica Mediator Dei, um dos primeiros frutos que constatamos é o crescente interesse por uma compreensão mais profunda do sentido e do valor do Sacrifício Eucarístico - centro da vida cristã.
Por toda parte se tem procurado explicar aos fiéis em "semanas da Missa", nas paróquias, nos colégios, nos catecismos e nos círculos de estudos da Ação Católica, o significado teológico e histórico da Santa Missa.

06 fevereiro, 2013

Liturgia

Con. Hilário Wijten O Prem.
Livro de 1955 - 176 págs



INTRODUÇÃO

Cada vez mais se propaga em nossa terra esta modalidade de renascença religiosa que se designa pelo nome de “movimento litúrgico”.
Foi durante o pontificado de S. Pio X que o movimento litúrgico tomou novo impulso. O Sumo Pontífice, ciente da quase completa ignorância da Liturgia, pelo povo, e convencido da necessidade de difusão desse ensino, escreveu aos diretores de seminários e colégios que se esforçassem mais em matéria de religião, unindo intimamente a Liturgia à prática religiosa e fazendo reviver no espírito dos alunos o sentido do simbolismo, das cerimônias e dos textos sagrados.
E, falando a toda a cristandade, no “motu proprio” de 21 de Novembro de 1903, disse o mesmo Sumo Pontífice Pio X: “Pois é o nosso mais ardente desejo que o espírito verdadeiramente cristão renasça e se conserve entre os fiéis; é preciso zelar pela santidade, pelo respeito e pela dignidade do templo, onde eles se reúnem para adquirir este espírito na sua fonte principal e indispensável, a saber: a participação ativa dos mistérios sacrossantos, da oração pública e solene da Igreja”.
Essas palavras do sumo pontífice contêm a mentalidade que guia o movimento litúrgico bem compreendido.
Para que o movimento litúrgico atinja o fim tão expressamente exposto pelo Papa, é dever dos superiores e diretores dar uma séria educação litúrgica aos jovens levitas dos seminários e aos alunos dos colégios.
Pio XI, na “Constituição apostólica”, do dia 28 de Dezembro de 1928, diz: “A Liturgia, com efeito, é coisa sagrada. Por ela nos elevamos a Deus, com quem nos unimos; perante ele, professamos nossa fé, cumprimos o grande dever de reconhecimento, pelos benefícios e socorros que nos concede e de que precisamos perpetuamente.
Daí se origina certa conexão entre o dogma e a liturgia, entre o culto cristão e a santificação do povo. O Papa Celestino I considerava que se exprime a regra de fé nas venerandas fórmulas da liturgia. As leis da oração, dizia ele, determinam as leis da fé, pois, quando nas santas assembleias os ministros exercem suas funções, em virtude da delegação que receberam, defendem, diante da clemência divina, a causa do gênero humano, rezam e suplicam com a Igreja inteira que com eles une seus gemidos”.

ÍNDICE

Capítulo I - A Liturgia
Capítulo II - Histórias das Liturgias
Capítulo III - Generalidades da Liturgia
Capítulo IV - O Ano Litúrgico
Capítulo V - A Liturgia da Missa
Capítulo VI - O Divino Ofício
Capítulo VII - Liturgia do Sacramentos
Capítulo VIII - Os Sacramentais

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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