18 dezembro, 2013

Mulher, por que chorais?

R.P. Lacordaire
Livro de 1940 - 123 págs

Fonte
[...] Escrevo dessa mulher. Louvada em todo o universo pelo Evangelho, ela não precisa de que uma pena mortal reavive nas sombras do século XIX a sua glória temporal. Nome algum mais que o seu tem resistido à indiferença, porque o próprio pecado lhe abre caminhos na admiração dos homens e a virtude lhe faz outra senda na geração dos corações sem mácula. Maria Madalena toca nos dois lados da nossa vida; a pecadora unge-nos com as suas lágrimas, a santa unge-nos com a sua ternura; uma embalsama-nos as feridas aos pés de Cristo, a outra ensaia-nos nos arroubos da sua ascensão. Porém, se Maria Madalena não precisa ser louvada por outra boca mais que a de Deus [...]

~ * ~

ÍNDICE

A Provença
Cap. 1 — Da amizade em Jesus Cristo
Cap. 2 — Das amizades de Jesus na vila de Bethânia
Cap. 3 — Da primeira unção de Jesus por Maria de Bethânia, ou, por outra, Maria Madalena
Cap. 4 — Da segunda unção de Jesus por Maria Madalena
Cap. 5 — De Maria Madalena na cruz e no túmulo de Jesus
Cap. 6 — De Maria Madalena em Provença
Cap. 7 — De Santa Maria Madalena em Sainte-Baume e em São Máximo
Epílogo

13 dezembro, 2013

Paz à alma nestes tumultuosos dias

Fulton J. Sheen
Livro de 1953 - 281 págs


     Fulton J. Sheen, um dos principais expositores da doutrina católica da América de hoje, aponta neste seu magistral livro um caminho ao homem para trazer-lhe a paz à alma nestes tumultuosos dias. Pede-nos que deixemos de censurar nosso subconsciente como culpado de todos os nossos males e em vez disso examinemos nossa consciência; que nos afastemos do psicanalista e nos voltemos para Deus, que nos perdoará nossos pecados se tivermos a honestidade de reconhecê-los. Mostra-nos que a paz da alma não pode provir do próprio homem mas deve chegar a nós por meio do auxílio divino.

09 dezembro, 2013

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 01

Frei Boaventura, O. F. M
Livro de 1953 - 28 págs transcritas



Campanha Nacional contra a Heresia Espírita

O texto desta Campanha, de que fala o Episcopado, prevê uma atividade simplesmente preventiva entre os fiéis católicos, visando opor um dique à expansão da heresia espírita nos meios católicos do Brasil e procurando levar todos os católicos à informação segura e insofismável de que é impossível ser, ao mesmo tempo, católico e espírita, para deste modo destruir esse tipo híbrido de católico-espírita atualmente tão comum entre nós. Trata-se, pois, de uma campanha de esclarecimento dos católicos. Alarmados, os espíritas falaram logo em "perseguição religiosa". A campanha não visa atacar os espíritas; quer apenas desmascarar sua doutrina, para mostrar a total e absoluta incompatibilidade e frontal oposição entre a Doutrina Cristã e a Doutrina Espírita. Por isso prevê e prescreve a todos os párocos e curas de alma pregações frequentes sobre a heresia espírita; manda incluir em todos os catecismos um capítulo especial sobre o Espiritismo; procura tornar aptos os catequistas e militantes da Ação Católica a refutar as vis e caluniosas acusações que os espíritas não se cansam de repetir contra a Igreja; prescreve cursos intensivos sobre o Espiritismo nos Seminários Maiores; exige de todos os membros de Associações Religiosas um juramento antiespírita; aproveitará as devoções populares para instruir o povo sobre as superstições, a magia, a evocação dos mortos, etc.; favorecerá a prática das bênçãos dos enfermos; difundirá o uso dos sacramentais, pleiteando até mesmo a licença de administrá-los em língua vernácula; suscitará obras sociais católicas ou de inspiração católica; denunciará como espíritas todas as instituições que o sejam, apesar de se acobertarem sob nomes cristãos e católicos, etc. Portanto uma intensa campanha de esclarecimento e não de perseguição. Estamos em plano de defesa contra o ataque espírita que, por todos os meios e de todos os modos, procura insinuar-se nos ambientes católicos, divulgando as mais absurdas calúnias contra a Igreja, repetindo velhas acusações já mil vezes desfeitas e refutadas e propagando toda sorte de erros e heresias para confundir a boa fé de nossa gente católica.

05 dezembro, 2013

O Sacerdócio em face da realidade divina

Pe. M. E. de La Croix
Livro de 1942 - 164 págs

Considerações práticas
Destinadas a todos os fiéis;
sacerdotes e seminaristas,
famílias cristãs e almas piedosas.


ÍNDICE
PREFÁCIO
Primeira Parte
O CHAMADO AO SACERDÓCIO
Capítulo Primeiro
O SACERDÓCIO SUPÕE UMA ESCOLHA DIVINA
1. —  Uma escolha
2. —  Escolha divina
3. —  Escolha divina no origem
4. —  Escolha divina no fim
6. —  Escolha divina na participação do Sacerdócio de Jesus

Capítulo Segundo
O SACERDÓCIO É UMA GRAÇA PARA O ELEITO
1. —  Graça privilegiada
2. —  Graça supereminente pela identificação ao Sacerdócio de Jesus
3. —  Graça que confere ao Sacerdote a mesma missão eficaz que a Jesus
4. —  Graça que torna o Sacerdote depositário e dispensador dos merecimentos infinitos de Jesus
5. — Graça que estabelece o Sacerdote, por vocação, num estado de santidade

Capítulo Terceiro
O SACERDÓCIO É UMA HONRA PARA A FAMÍLIA
1. — O Sacerdócio confere um título de nobreza divina
2. —  Honra que lhe vem da escolha divina
3. —  Honra que lhe vem da dignidade sobreeminente do Sacerdote
4. —  Honra que   lhe vem da missão sobrenatural do Sacerdote
5. — Honra que lhe vem do lugar que o Sacerdote ocupa na Igreja e na sociedade

Capítulo Quarto
O SACERDÓCIO É UMA BÊNÇÃO PARA A SOCIEDADE
1. —  Cada novo Sacerdote atrai os olhares benévolos de Jesus sobre a sociedade
2. —  Cada novo Sacerdote é para a sociedade um penhor de graças e de bênçãos
3. — Pelo seu Sacerdócio, cada Sacerdote é um para-raios para seu país
4. — Cada novo Sacerdote é destinado a levantar o nível moral e espiritual dos seus compatrícios
5. — Cada novo Sacerdote é um cidadão observante das leis, guarda da ordem e amigo da concórdia
Segunda Parte
CONDIÇÕES E QUALIDADES DO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
A VIRTUDE
1. — Porque o Sacerdote é consagrado às coisas de Deus
2. — Porque o Sacerdote tem a obrigação sagrada de parecer-se com seu Mestre 
3. — Porque o Sacerdote deve ser um exemplo para os outros
4. — Porque a virtude é uma condição essencial da fecundidade do seu ministério
5. — Porque, pela falta de virtude, o Sacerdote deslustra o seu Sacerdócio e se torna uma pedra de escândalo para as almas

Capítulo Segundo
A CIÊNCIA
1. — Obrigação, para o Sacerdote, de conhecer a doutrina de seu Mestre    
2. — Obrigação de ensiná-la
3. — A ciência é necessária para refutar os erros e combater os inimigos da Igreja
4. — A ciência é necessária em face da classe instruída e dirigente
5. — A ignorância no Padre rebaixa-o a seus próprios olhos e aos olhos dos outros e diminui a eficácia do seu ministério

Capítulo Terceiro
O ZELO
1. — O zelo, consequência da consagração sacerdotal
2. — O zelo, necessidade do Sacerdote que compreende a sua missão
3. — O zelo, sustentáculo do Sacerdote em seus trabalhos       
4. — O zelo, necessidade para o Sacerdote em face da indiferença e da corrupção universais
5. — A ausência do zelo torna o Sacerdote um servo inútil e um escândalo para as almas

Capítulo Quarto
A BOA EDUCAÇÃO
1. — A boa educação convém à dignidade do Sacerdote
2. — A boa educação convém à situação do Sacerdote na sociedade
3. — A boa educação é necessária para atingir as classes superiores da sociedade
4. — A boa educação é um melo de tornar a virtude mais simpática e o ministério mais frutuoso
5. — A falta de boa educação diminui o prestigio do Sacerdote e torna-se um obstáculo ao seu zelo
Terceira Parte
OS EFEITOS DO SACERDÓCIO NO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
O QUE TORNA O PADRE SANTO
1. — A consciência da sublimidade e da perfeição do seu estado
2. —  O desejo único da glória de Deus
3. —  O espírito sobrenatural
4. —  A vida interior
5. —  O amor de Jesus

Capítulo Segundo
O QUE TORNA O SACERDOTE INFLUENTE
1. —  A vida irrepreensível e santa
2. —  O desinteresse
3. —  A bondade
4. — O zelo das almas
5. — A seriedade da vida

Capítulo Terceiro
O QUE TORNA O SACERDOTE FECUNDO EM OBRAS
1. —  O Sacerdote, homem de Deus
2. —  O Sacerdote, homem de oração
3. —  O Sacerdote, homem de ação
4. —  O Sacerdote, amigo dos pequenos e dos fracos
5. —  O Sacerdote, de caridade

Capítulo Quarto
O QUE TORNA O SACERDOTE ÚTIL À IGREJA
1. —  A sã doutrina do Evangelho
2. —  A ciência eclesiástica
3. —  O devotamente à Igreja
4. — O respeito e a submissão à autoridade
5. —  O amor do dever
Quarta Parte
COMO FAVORECER AS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
Capítulo Primeiro
A PROCURA E A ESCOLHA DAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
1. —  Preocupar-se com as vocações
2. —  Estudar cuidadosamente os indivíduos
3. — Só ter em vista a glória de Deus e o bem das almas
4. — Fazer nascer o pensamento e o desejo da vocação sacerdotal entre os meninos
5. — Levar em conta o temperamento dos meninos e a moralidade dos pais

Capítulo Segundo
A CULTURA DAS VOCAÇÕES EM BAIXA IDADE
1. —  Importância da primeira orientação
2. — A frequência dos sacramentos e a devoção à SS. Virgem
3. — Papel dos Pais
4. — Papel dos Pastores
5. — Papel doe Educadores

Capítulo Terceiro
A FORMAÇÃO NO SEMINÁRIO
1. — Pela piedade sólida
2. — Pela vida de oração e da sacrifício
3. — Pelo estado sério dos deveres e dos perigos para o Sacerdote
4. — Pelo conhecimento e pelo amor de Jesus
5. — Pela vida eucarística

Capítulo Quarto
A ORAÇÃO E OS SOCORROS MATERIAIS
1. — A recomendação de Jesus
2. — Pedir Sacerdotes santos e instruídos
3. — Socorro material
4. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é dar à Igreja e auxiliá-la na sua missão
5. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é fornecer salvadores às almas

02 dezembro, 2013

Sem ordem não há virtude - Reformatado

pelo Rev. Pe. Quadrupani
Livro de 1905 -  146 págs
Transcrição da edição de 1905 - 52 págs


lNTRODUÇÃO

1. As ações já boas de si mesmas, diz Santo Agostinho, tornam-se tanto mais virtuosas e dignas de elogio, quanto melhor forem coordenadas; porque sem ordem não há virtude.
2. É por isso que vos apresentamos uma regra de vida, que abrange todos os deveres do homem para com Deus, para com seus semelhantes e para consigo mesmo.

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O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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