




Graças às orações e ao bom exemplo de sua jovem esposa, Clotilde, o feroz bárbaro Clovis experimentou uma conversão milagrosa no campo de batalha e se tornou cristão em 496, mudando para sempre o destino da França.
Neste livro para jovens, a Rainha Clotilde conta a emocionante história de sua vida do seu ponto de vista. Embora pareça um diário, todos os fatos históricos foram completamente pesquisados e verificados por fontes confiáveis.


[...] Há imenso quem escreve
para crianças, mas bem pouco quem com elas consiga pôr-se de nível
captando-lhes a atenção e o interesse.
Nesta história vivaz de Legorne Bravo conseguiu a autora com real felicidade conjugar as observações dos costumes dos protagonistas — estudados por quem até parece uma gentlewoman farmer — à capacidade de humanizar os seus emplumados personagens apresentados com excelente verossimilhança à meninada a quem se destina o livro.


Apresentação
Alceu Amoroso Lima
Glória Régi já é hoje um pseudônimo transparente...
Mal esconde, através de sua invocação ao único Rei que podemos amar e obedecer
de todo coração e sem restrições, a portadora de um grande nome de nossa gente
e de nossas letras, que a discrição monástica, porém, nos obriga a conservar em
segredo. O segredo de Polichinelo...
As crianças, porém, conhecem Glória Régi como Glória Régi mesmo... a autora de muitos livros que lhes têm encantado os lazeres.



[...] Com a maior naturalidade e
vivacidade conta-nos Glória Regi o que foi a vidazinha do candidato aos clássicos:
“galarins da peregrina fama” desde o berço até a descoberta de sua vocação: a
de missionário das brenhas da nossa pátria e portador aos nossos selvícolas da
luz do Evangelho.
Dentro deste curto lapso de dez anos descreve-nos o nosso autor uma série de particular idades da vida de seu pequeno biografado. Conta-nos de seu desejo de vir a ser soldado da pátria, narra uma sequência de traquinagens das quais se exclui a maldade, dá-nos impressões da estada na Europa, fala-nos da ingênua pretensão do menininho em acompanhar o pai, representante do Brasil, a um cortejo real e a uma recepção do Presidente da República Francesa e assim por diante.




Guardo
cuidadosamente as cartas que deram origem a este drama. Trata-se da
correspondência de alguns meses — de junho de 1939 até fins de 1940 — com um
menino, que tinha exatamente seis anos e meio (fazia anos no Natal), quando me
escreveu a primeira carta.
Bem como das
relações de amizade, iniciadas mais cedo ainda e continuadas por mais tempo (de
abril de 1939 até abril de 1953) com a irmã do extraordinário menino.
[...]
Não pretendo de
nenhum modo, nestas páginas, adiantar-me ao tempo, atribuindo um caráter de
santidade e virtudes infantis. Quero somente narrar uma história, cheia de
elevação e encanto, porque revela a alma dum menino, que se imolou como pequena
vítima pela salvação da irmã.
Ângela
Sorgato






Tendo em nossa humilde estante uma das melhores obras do Cônego Schmid, o mais acérrimo pregador da verdadeira moral, o desvelado educador da infância e o que soube compreender a força e beleza do Cristianismo, não podemos deixar de vertê-la para o idioma nacional, pensando desde logo nos sazonados frutos que nossa mocidade colherá.
