28 setembro, 2013

Para entender a Santa Missa por Daniel-Rops

Missa Est
Comentários e Orações de Daniel-Rops
Fotografias de Laure Albin-Guillot
Livro de 1953 - 148 págs


Quantos católicos, ao assistirem à Missa compreendem o seu encadeamento e a significação de todos os seus atos? Eles sentem bem a beleza das palavras que pronuncia o sacerdote, veem os gestos que este faz, mas muitos teriam talvez dificuldade em explicar o seu significado. A presente obra preenche, pois, uma lacuna.
Efetivamente, neste livro, toda a Missa é explicada, comentada, aprofundada. Cada um dos seus principais «tempos» é objeto de um breve e substancial comentário, que esclarece as suas origens históricas e o seu sentido espiritual. Também cada um deles é ilustrado por uma admirável fotografia, que permite aos fiéis reconhecerem a atitude do sacerdote e melhor seguirem as fases do drama litúrgico. Enfim, cada um destes grandes momentos é assinalado por uma oração de comovente sinceridade, que muitos leitores gostarão de repetir.

16 setembro, 2013

Leitura para conhecer e praticar a vida interior

Compêndio de Opúsculos Inéditos
Pe. Grou, S.J.
Edição de 1932 - 428 págs




Pensamos que a leitura atenta dos pequenos tratados contidos neste volume, feita com verdadeiro desejo de conhecer e praticar a vida interior, há de convencer o leitor de que esse é o único caminho conducente à santidade, o único meio de unir-se intimamente com Jesus Cristo e evitar a terrível sentença do Apóstolo São Paulo contra os cristãos cobardes que só se prendem, por assim dizer, à casca do cristianismo:
Quem não tem o espírito de Jesus Cristo não pertence a Jesus Cristo (Rm 8,2).


ÍNDICE

06 setembro, 2013

A Catequese pelo desenho fácil no quadro negro

Um pouco de Catecismo
pelo desenho fácil no quadro negro
Abbé Quinet
Livro de 1964 - 155 págs


O livro que hoje apresentamos é o fruto de uma série de cursos práticos de pedagogia catequética dados aos nossos mestres e mestras das escolas livres da diocese de Paris.
Permitirá aos catequistas dos pequeninos darem uma aula animada que prenderá sempre a atenção.
Estes pequenos, que não sabem ler, reclamam imagens, quadros; mas acontece muitas vezes que a gravura contém pormenores que transviam a imaginação.
Porque, então, ao falar, não fazemos nós mesmos os desenhos?
Não nos detenhamos com objeções que nos vêm aos lábios: desenhar é difícil. Com o modelo todos podem facilmente traçar a imagem e, graças à palavra, às explicações, o desenho de uma simplicidade deliberada e procurada tomar-se-á revelador; a imaginação da criança o completará, o animará.
Por outro lado, a imagem que traçamos terá alguma coisa de vivo, surgirá, formar-se-á aos traços do giz, no quadro negro.
Em algumas das nossas escolas, pudemos verificar os felizes resultados deste método: uma colaboração sempre afeiçoada, sempre ativa, sempre mantida.
Não duvidamos de que este método, empregado já em parte em alguns países estrangeiros e que se aparenta com os métodos de ensino profano dos pequeninos do jardim da infância, seja bem acolhido pelos catequistas.


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OBS.: Agradeço o nosso leitor Felipe por mais esta generosidade de colaborar com o blog. Que Nossa Senhora o favoreça muito e sempre!

04 setembro, 2013

Verdadeiras Heroínas de uma Epopeia

Régine Pernoud
Livro de 1993 - 393 págs


As carroças passavam uma após a outra pela estrada, numa longa fila que não acabava nunca.
Muitas, muitas carroças, demais, diziam os guerreiros experientes, preocupados com um exército que transportava tanta bagagem.
O que essas carroças continham?

02 setembro, 2013

A perversão da juventude é um dos fatos mais dolorosos e aflitivos de nossa época...

Mons. de Ségur
Livro de 1884 - 103 págs


“... Existe uma idade em que o menino tem necessidade de saber que além da autoridade paterna, existe um poder mais Augusto, que é a sanção de toda a autoridade e de toda a obediência: então se lhe diz o nome de Deus. É coisa extraordinária! Esta inteligência, apenas esboçada, escuta esta palavra sagrada com uma emoção encantadora. O menino busca Deus em suas obras e o que a razão plenamente desenvolvida não pode abranger, adivinha-o esse tenro espírito; e a partir desse momento a educação encontra um princípio poderoso para dirigir uma natureza rebelde, para combater inclinações ingratas e também para impor deveres difíceis e inspirar formosas virtudes nascentes.
A religião contém pois, o princípio enérgico e saudável da educação...
A sociedade salva-se ou perece conforme a uma lei severa ou condescendente que se dá às almas, aos espíritos, às opiniões e aos costumes.
O mesmo sucede nas famílias: se buscamos a causa de sua decadência e de sua ruína, em geral, encontramo-la na educação dada aos filhos. Se o criamos com mimos e moleza, criamo-los para a decadência. A educação, a poder de refinamento e de luxo, tira às almas e aos carácteres sua virilidade e energia: corrompem-nos pelas delícias e prazeres e, então, quando chega a hora do trabalho, da preocupação do porvir, o homem que tem sido criado no meio de comodidades sempre asseguradas e, já seja por uma covardia desesperada, já por uma cega temeridade, gasta sua fortuna e chega à abjeção.
A educação moderna, assim considerada, é quase sempre desastrosa: criam-se os meninos com luxo e comodidades; e com o pretexto de fazer amar os estudos rodeando-os de esplendor, tem-se feito crer aos discípulos que sua vida estava destinada à mesma cultura e elegância e às mesmas vocações. Quanto descontentamento tem-se incutido nas almas, quantas naturezas se têm envenenado e a quantas existências se têm enganado, dando equívoca direção às suas legítimas aspirações, trocada por ilusões irrealizáveis...
A educação tem se tornado sensualista: descuida dos espíritos e se ocupa dos sentidos, do corpo...
O sistema atual de cultura vicia e neutraliza a semente em seu gérmen e só produz o solo frutos inúteis e perigosos. Tudo, com efeito, no ensino de nossas escolas sacrifica-se às satisfações do corpo e do entendimento; nada ou quase nada se tem reservado para o desenvolvimento das faculdades da alma, das qualidades do caráter e o coração... sem a educação, a instrução nada mais é que um instrumento de ruína...
A perversão da juventude é um dos fatos mais dolorosos e aflitivos de nossa época...
O homem será o que o fizerem em seus primeiros anos. Aos doze já está formado e seguirá a direção que se lhe haja proposto...
O menino que se crê visto por Deus, seguido por Deus, castigado por Deus, portar-se-á de um modo completamente distinto do que só se esforçar por subtrair-se a um olho humano, que não o vêm todas as partes, que não o segue aonde quer que vá....

Pais de família, cuidai mui seriamente da educação que procurais para vossos filhos; disso dependerá a felicidade e o porvir da juventude, e por conseguinte, da sociedade...”

Excertos retirados do livro

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