22 de janeiro de 2012

Um dos sinais distintivos de um verdadeiro cristão é “nadar contra a corrente”

Um discurso a se fazer
Dom Leonardo Maria Pompei
Livro de 2010 - 16 págs

Fonte

Premissa

  Com os termos “pudor” e “modéstia” se faz referência a alguns aspectos particulares da  virtude cristã da pureza, sobre a relação que cada um de nós tem com seu próprio corpo –  que, como afirmam os sociólogos, filósofos e psicólogos, é um elemento constitutivo e  determinante das nossas relações humanas. O pudor é uma atitude que visa preservar e  proteger a intimidade da pessoa e seu corpo, em todos os seus atos; a modéstia, no entanto,   refere-se em particular ao modo (daí modéstia) com o qual uma pessoa se veste. Parece  muitas vezes banal, óbvio e retórico afirmar que hoje vivemos em uma sociedade que fez do  culto, da ostentação e do comércio do corpo um verdadeiro modo generalizado e  compartilhado de ser, fazer e pensar; assim como é notório que a nossa civilização tem sido  chamada de “civilização da imagem”, também pela extraordinária difusão e força incisiva dos  meios de comunicação sociais: cinema, televisão, internet. Tudo isto criou uma “cultura” ou, se  preferir, “costumes”, impondo comportamentos, modos de fazer e modas no vestir que,  embora amplamente praticadas e compartilhadas, são, todavia, absolutamente contrárias à  moral católica, como a temos recebido da Sagrada Escritura, do Magistério da Igreja e dos testemunhos dos santos. Alguém disse que um dos sinais distintivos de um verdadeiro cristão  é “nadar contra a corrente”; e dado que os nossos tempos foram autorizadamente definidos como “neo-pagãos”, os seguidores de Jesus devem tomar consciência de estar em uma  situação análoga àquela em que nossos irmãos encontraram-se nos três primeiros séculos.  

  Naqueles tempos, imperava uma altíssima imoralidade nos costumes, tanto na parte  ocidental do Império Romano quanto no Oriente, na Grécia e na área adjacente a ela, pátria e berço do pensamento ocidental. Neste contexto, os cristãos impuseram, pelo exemplo e com o  sacrifício de muitas vidas, um estilo de vida e costumes diametralmente opostos. Naquela época, se cometiam muitos escândalos e obscenidades, mas, ao que parece, existia uma certa  reserva; não havia o grau de ostentação desavergonhada que se pode observar hoje praticamente em qualquer lugar. Falando de nossos dias, Nossa Senhora de Fátima profetizou  de modo lapidar: “Virão certas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor” e São Pio de Pietrelcina, quase neste mesmo período, referindo-se aos escândalos e às ofensas ao pudor,  dos quais então se podiam apenas entrever alguns tímidos indícios, disse: “Não poderíamos nascer num século pior!”. 

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