29 de julho de 2013

Reunidas em um só lugar quase todas as obras do

NOSSA SENHORA lhe recompense!

Pe. Leonel Franca, S.J.



Sobre o Jesuíta Leonel Franca

Fundador e primeiro reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Padre Leonel Edgard da Silveira Franca S.J. nasceu em 06 de janeiro de 1893, em São Gabriel, Rio Grande do Sul, de família baiana. Homem de profunda influência cultural e religiosa no Brasil, Padre Leonel Franca dedicou cerca de seus últimos dez anos à fundação e consolidação da primeira universidade particular do país. Conferencista de cultura profunda e vasta, suas palestras representavam acontecimento intelectual de primeiro plano. Nessas ocasiões levava a auditórios lotados figuras ilustres como Epitácio Pessoa, Pandiá Calógeras, Jackson de Figueiredo, Alceu Amoroso Lima, Sobral Pinto e Murilo Mendes.

17 de julho de 2013

Eis nas mãos dos católicos uma excelente arma de defesa contra os detratores

Mons. Ricardo Domingos Liberali, OFM
Livro de 1959 - 285 págs


ÍNDICE

Proêmio
Post Scriptum
Pareceres

Parte Primeira
Preparando o Terreno 
Exposição de Princípios
1. O plano de Cristo a respeito de sua Igreja
2. Plano Protestante
3. Perenidade da única Igreja de Cristo
4. Interpretação e Cânon

Parte Segunda
Inovações do Romanismo
1ª “Inovação”: Primado do Papa
2ª “Inovação”: As Imagens
3ª “Inovação”: A invocação da Virgem Maria e dos Santos
4ª “Inovação”: Imaculada Conceição
5ª “Inovação”: A Confissão
6ª “Inovação”: O Rosário. A Ave Maria
7ª “Inovação”: A Transubstanciação
8ª “Inovação”: A procissão do Santíssimo
9ª “Inovação”: O número SETE dos Sacramentos fundado em 1547
10ª “Inovação”: O Purgatório
11ª “Inovação”: Infalibilidade imposta ao mundo em 1870
12ª “Inovação”: O Celibato dos Padres
13ª “Inovação”: O Ofício da Missa fundado no ano 600
14ª “Inovação”: A Missa em Latim
15ª “Inovação”: Escriturísticas e Tradição

Parte Terceira
Miscelânia
1.Livros Apócrifos e Deuterocanônicos
2.O Sábado e o Domingo
3. Imortalidade da Alma
4. Batismo dos Adultos
5. 666 A besta do Apocalipse
6. A grande Babilônia
7. O Papa e Cristo
8. Maçon - Católico
9. Noite de São Bartolomeu
10. A Inquisição Espanhola
11.  A papisa Joana
12. Martírio de Galileu
13. A Igreja Católica oficial
14. Jejum
15. Com o livre pensador
16. A "Assembleia de Deus" ou o pentecostismo
17. O "tráfico" dos sacramentos
18. A Igreja católica brasileira
19. O Comunismo

Parte Quarta
Com o Espírito
1. Reencarnação e ressurreição, etc.
2. A Pitonisa de Endor
3. O espiritismo, religião de pagãos
4. O Antigo Testamento de Satanás
5. O Novo Testamento de Satanás
6. O dr. Felício dos Santos e o espiritismo
7. O ponto fraco do espiritismo
8. O "rodeio" de Satanás
9. Espíritos diabólicos
10. "Benefícios" do espiritismo
11. A origem do homem
12. Livres infames
13. Já é tempo de o governo agir
14. Fez cem anos de espiritismo
15. Consequências

Parte Quinta
Feitiço contra o Feiticeiro
1. Credenciais protestantes
2. Única regra de fé
3. Pequenas diferenças
4. Patriarcas do protestantismo
5. O ponto fraco do protestantismo
6. Dilema fatal
7. Contra provas da verdade
8. Testemunho de Lutero
9. As duas raças
10. Não há Bíblia Protestante
11. Os mandamentos
12. Divisão dos mandamentos
13. Conclusão e convite

16 de julho de 2013

Uma das mais renomadas publicações religiosas do país

Revista
D. Estevão Bittencourt, OSB

O site disponibiliza as edições para download e leitura online
Há muitos artigos bons, confiram!


"Diz São Pedro que devemos estar preparados para dar a razão da nossa esperança a todo aquele que no-la pedir (1 Pedro 3,15). Esta necessidade de darmos conta da nossa esperança e da nossa fé hoje é mais premente do que outrora, visto que somos bombardeados por numerosas correntes filosóficas e religiosas contrarias à fé católica. Somos assim incitados a procurar consolidar nossa crença católica mediante um aprofundamento do nosso estudo.  E.B."
Uma das mais renomadas publicações religiosas do país, a revista católica "Pergunte e Responderemos", criada e editada por Dom Estêvão Bettencourt, OSB - monge, teólogo, professor, referência, mestre, homem santo - foi uma revista de cunho teológico de publicação mensal do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro em 1957, para dar respostas cristãs às questões suscitadas pela vida de nossos dias. De janeiro de 1958 a setembro de 2008 foram 555 números, com breve pausa entre 1965 e 1966, sendo a primeira revista sobre apologética católica no Brasil.
Escreveu Dom Estêvão: "O primeiro número de PERGUNTE E RESPONDEREMOS saiu em março de 1957 como apêndice de uma revista de canto gregoriano. Não se pensava então em outra coisa senão num consultório para questões do simples cotidiano. Todavia a iniciativa foi tão bem aceita que o Apêndice se tomou independente e foi estendendo seu raio de ação."
A publicação, criada como um anexo de outro periódico, a já extinta "Revista Gregoriana" em 1957 para oferecer respostas a questões que versavam sobre Filosofia e Teologia, em pouco tempo se tornou uma edição independente, com tiragem mensal, só interrompida durante os dois anos em que Dom Estêvão precisou convalescer-se de uma tuberculose e não houve edições, entre 1965 e 1966; e nos quatro anos em que a revista se tornou bimestral, entre 1981 e 1985. Diversas editoras fizeram parte de sua história até que as Edições Lumen Christi tomassem o encargo da publicação, desde 1981 até nossos dias.
A morte de Dom Estêvão, ocorrida em 14 de abril de 2008, levou consigo "sua" revista, deixando na história os cinqüenta anos de conhecimento, em apologética, Filosofia, Teologia e cultura, que Pergunte e Responderemos proporcionou a toda uma geração de leigos, religiosos e até mesmo sacerdotes e bispos. A “Pergunte e Responderemos” era um apostolado pessoal de D. Estêvão e, segundo informações do próprio Mosteiro de S. Bento no Rio de Janeiro/RJ, seu autor gostaria que tivesse fim com a sua morte.
Sendo uma fonte de informação católica-cristã de grande abrangência e abordando sempre temas atuais diversos e importantes para a divulgação da doutrina católica, acreditamos e desejamos que através dos recursos virtuais da Internet, o conteúdo desse acervo valioso possa ser acessível e compartilhado por muitos de maneira eficaz e motivadora do amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor. Que Deus acolha Dom Estêvão com todas as honras que merece esse grande baluarte da Fé.


Dom Estêvão Bettencourt

O teólogo e monge beneditino dom Estevão Bettencourt fazia sempre questão de marcar presença nas missas e nos ofícios divinos, dando exemplo para seus colegas do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro. Era conhecido por, com sua devoção, inflamar a todos com suas palavras de amor a Jesus Cristo.

D. Flávio Tavares Bettencourt, 88 anos, nasceu no Rio de Janeiro no dia 16 de Setembro de 1919 e foi para Paris com os pais em 1923 onde morou até 1928 onde iniciou seus estudos no Lycée Buffon. Após voltar para o Brasil estudou no Colégio de São Bento do Rio de Janeiro onde, de 1931 a 1935, fez o curso ginasial. Nesse Colégio e no convívio diário com os monges conheceu a vida monástica e optou por ela, ingressando no Mosteiro no dia 1º de Fevereiro de 1936 e recebendo o hábito no dia 6 de Outubro de 1937, tendo escolhido como padroeiro o primeiro mártir cristão, S. Estevão, por causa de sua devoção aos mártires da Igreja nascente. 

Seus primeiros votos de profissão simples foram feitos no dia 7 de Outubro de 1937 no mosteiro do Rio de Janeiro. Em novembro de 1937, o abade do Rio de Janeiro, Dom Tomás Keller, enviou-o a Roma, para estudar Filosofia no Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, onde obteve o grau de bacharel em 7 de novembro de 1939.

D. Estêvão fez sua Profissão Solene aos 7 de Novembro de 1940 em Monte Cassino, o mesmo Mosteiro em que Tomás de Aquino recebeu os seus primeiros ensinamentos; recebeu o Diaconato aos 12 de Julho de 1942; foi ordenado sacerdote aos 18 de Julho de 1943, na Igreja de S. Agnese na Piazza Navona, e em Novembro de 1944 defendeu a tese de Doutorado sobre Orígenes: “Doctrina Ascetica Origenis seu quid docuerit de Ratione animae humanae cum daemonibus”. 

Voltou ao Rio de Janeiro em 2 de Fevereiro de 1945. Neste mesmo ano assumiu a Cátedra Bíblica na Casa de Estudos da Congregação. Lecionou também na Universidade Santa Úrsula de 1946 a 1980; na Pontifícia Universidade Católica de 1958 a 1961 e de 1968 a 1974; na Universidade Católica de Petrópolis de 1968 a 1978; no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro desde 1985; na Escola Superior de Catequese ‘Mater Ecclesiae’, na Escola ‘Luz e Vida’ de Catequese, no Instituto Pio X do Rio de Janeiro de 1957 a 1958. 

Trabalho:
Retornando ao Brasil, em 2 de fevereiro de 1945, torna-se um grande educador, tendo sido professor e lecionado:
na Casa de Estudos dos Beneditinos, na cátedra de exegese (desde 1945);
na Universidade Santa Úrsula (1946 e 1980);
na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1958 a 1961 e 1968 a 1974);
na Universidade Católica de Petrópolis (1968 a 1978);
no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro (desde 1985);
na Escola Superior de Fé e Catequese Mater Ecclesiae (1957 e 1958);
na Escola Luz e Vida de Catequese (1957 e 1958);
no Instituto Pio X do Rio de Janeiro (1957 e 1958).


D. Estevão fundou a revista católica “Pergunte Responderemos em 1957 e trabalhou nela até 2008. Foram cerca de 30.000 páginas de artigos da maior importância para a vida da Igreja e da sociedade. Isto equivale a mais de 130 livros de 200 páginas cada um. Além disso D. Estevão escreveu uma longa série de livros e textos para a Escola Mater Ecclesiae, no Curso de Teologia que pode ser feito por correspondência. É um ensinamento totalmente fiel ao Magistério da Igreja Católica recomendado a todos.

Outras publicações e traduções:

Foi diretor e redator da primeira revista sobre Apologética Católica do Brasil, a Pergunte & Responderemos (PR), publicação mensal do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, desde 1957 até 2008.
Foi editor da edição brasileira da revista COMMUNIO desde sua fundação em 1982, até 2001. Era ainda colaborador da revista mensal "Família Cristã", de São Paulo.

O Professor Edson de Castro Homem explica bem quem é D. Estevão: “De fala mansa, é vigoroso no que diz. De tom suave, é sonante no que defende. Convence pelos argumentos e não pela retórica. Insiste na concisão e no necessário, sem resvalar-se na prolixidade e na repetição. Põe a inteligência a serviço do ensino e, sobretudo da difusão da fé…Pensador do século XX, debateu-se contra o fideísmo e o ceticismo, contra o relativismo e o dogmatismo, contra o niilismo e o fundamentalismo em vários autores e tendências do pensamento…Conseguiu permanecer fiel não só à metafísica, mas também à teoria do conhecimento tomista, admitindo os limites da razão em face à fé, reconhecendo a superioridade desta, mas sem humilhar nem desqualificar a razão num ‘cogito’ fechado ao ser e à transcendência porque o vê aberto e capaz de conhecer a verdade revelada e de refletir toda a realidade inclusive o Mistério’’.

O Site Aquinate ensina que “nestas breves linhas vemos uma grande proximidade entre a vida de Tomás de Aquino e a vida de D. Estevão. Tomás era dominicano com espírito beneditino e D. Estevão é beneditino com espírito dominicano… Como Tomás de Aquino, D. Estevão não se vale do argumento de autoridade da verdade de fé para convencer, senão que pelo trilho da razão, aproxima o interlocutor ao conteúdo da fé. Nele vemos o labor de conciliar a fé e a razão. Talvez este tenha sido o seu grande trabalho ao longo destas quase cinco décadas. Mas o grande exemplo é a coerência no ideal de vida cristã… Nele encontramos o ideal dominicano de Tomás de Aquino ‘contemplata aliis tradere’ [dar aos outros as coisas contempladas], plasmado numa vida religiosa beneditina de ‘ora et labora’ [oração e trabalho].”

D. Estevão Bettencourt é um exemplo de sacerdote “sábio, douto e santo”, como recomendava S. Teresa de Ávila às suas irmãs. Questionado se não lhe incomodava muito os inúmeros emails e perguntas que recebia, sua resposta foi: “Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria a Deus”. 

Dom Estevão Bettencourt morreu na manhã da segunda-feira, às 6h, vítima de infarto, aos 89 anos. O seu sepultamento aconteceu na própria segunda, no claustro do mosteiro, após a celebração das exéquias, na igreja abacial.

11 de julho de 2013

Idade Média

Règine Pernoud
Livro de 1977 - 159 págs


    Segundo a opinião generalizada, a Idade Média teria sido uma época de trevas, injusta e bárbara, encaixada entre os séculos gloriosos da Antiguidade e do Renascimento. Dessa convicção nos dá conta o linguajar quotidiano, que fala, por exemplo, em «regresso dos tempos medievais» a propósito de tudo o que de negativo acontece nos nossos dias.
    É a essa ideia apriorística que se pode com razão chamar o mito da Idade Média. E é esse mito que este livro destrói, deitando por terra o duplo preconceito segundo o qual a Idade Média formaria um todo homogêneo e seria a grande noite da civilização. Numa linguagem séria e desenvolta, onde a ironia vai de par com a erudição.

ÍNDICE

I - Idade Média

II- Desajeitados e Inábeis

III - Grosseiros e Ignorantes

IV - Indolência e Babaria

V - Rãs e Homens

VI - A Mulher sem Alma

VII - O Index Acusador

VIII - História,  Ideias e Fantasia

IX - Simples Propósito sobre o Ensino da História


__________
Agradecemos ao leitor Jonadabe pelo envio deste arquivo. Deus lhe pague!

7 de julho de 2013

Vida de um grande Papa

José Maria Javierre
Livro de 1959 - 343 págs

FONTE

   Um papa que combateu energicamente o modernismo – “a maior heresia de todos os tempos”, segundo sua própria expressão – conjunto de erros que tomou conta de quase todos os ambientes católicos nas últimas décadas.

2 de julho de 2013

Opúsculos de São Boaventura

Escritos Espirituais de São Boaventura
Cardeal e Doutor da Igreja
Livro de 1937






__________
OBS.: Estes opúsculos foram extraídos da obra de São Boaventura intitulada "Escritos Espirituais de São Boaventura". Pelo fato desta obra constar de dois volumes e eles possuírem vários opúsculos idênticos, optei por dividi-los conforme postado acima.
Que São Boaventura interceda por todos nós!

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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