São Francisco de Salles
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24 dezembro, 2010
Filoteia_Reformatado
23 dezembro, 2010
Bispo Redentorista de Filadélfia
Segundo testemunho do Pe. José Oscar Brandão, C.Ss.R.
Tradução Pe. Geraldo Pires de Souza
“Nossa educação, dizia Neumann, foi feita segundo as antigas máximas católicas; meus pais eram ótimos cristãos."
"O pai depois de feita a oração da manhã ocupava-se em vigiar e guiar os oficiais e operários durante o resto do dia. A mãe todos os dias ia à Missa, levando sempre consigo, ora um ora outro dos filhos. Comungava freqüentemente e aos jejuns da Igreja ajuntava os de sua devoção. O filho que a acompanhasse ao terço ou à Missa ganhava uma moeda ou qualquer outro mimo... Herdara de seu pai, diz ele, pronunciado amor pelos livros, a ponto de consagrar-lhes o tempo que outros passavam brincando ou caçando passarinhos. “Minha mãe ralhava comigo chamando-me de maluco pelos livros.”
"Vigiava a Providencia pela vida de nosso Joãozinho. Tendo apenas três anos caiu numa cova de quinze pés de profundidade sem sofrer a menor lesão."
22 dezembro, 2010
A resistência ao esforço e ao sacrifício
Pe. Francisco Faus
"Existe uma definição muito simples de preguiça, com a qual é fácil concordar: “a resistência ao esforço e ao sacrifício”
"Há duas formas possíveis de situar-se perante a vida e as suas responsabilidades:
– pode-se encará-la como uma missão – grande, bela e árdua – que Deus propõe a cada um de seus filhos, e pela qual vale a pena gastar as melhores energias ou
- pode-se encará-la com a mentalidade do aproveitador. Para este, o que importa é passar bem, usufruir os prazeres da vida, fazer o imprescindível e não complicar-se. Assemelha-se a um mata-borrão que, quanto mais absorve - quanto mais a sua alma se embebe de egoísmo - mais se estraga."
21 dezembro, 2010
Cadernos Redentoristas
"Quem ama de verdade procura conhecer melhor a pessoa amada, não por curiosidade, mas pelo sincero desejo de crescer na comunhão de pessoas e de caminhar juntos. Ninguém pode fugir desta lei do amor, nem mesmo os santos. Quem os ama, quem os sente vizinhos, quem se inspira neles, nos seus atos de cada dia, sente o forte desejo de penetrar melhor na sua personalidade, e em sua vida, a fim de conhecer mais profundamente a verdade: o mistério de sua espiritualidade. Procurando chegar ao segredo que os santos levavam dentro de si, surge então o desejo da leitura direta de suas notas pessoais, diários e cartas. Nelas, os santos se expressaram com a maior precisão e espontaneidade: manifestaram de alguma maneira "sua verdade". Tê-los em mãos, é como aproximar-se de uma janela aberta para o segredo de sua vida.
20 dezembro, 2010
Pensamentos

Pensem sempre naquilo que Deus pode dizer de vocês, não naquilo que de vocês, bem ou mal, podem dizer os homens.
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O SANTO DE AUSCHWITZ








