8 de maio de 2011

Pelo Pe. Júlio Maria de Lombaerde

Transcrição da edição de 1961 - 288 págs

"Destina-se o presente livro às almas, sinceramente desejosas de se santificar de modo eficaz"


File:Людовик Мария Гриньон де Монфор.jpg - Wikimedia Commons

   "O presente livro é um comentário da doutrina exposta por São Luís Maria Grignion de  Montfort em seu livro: “Tratado da Verdadeira Devoção”.
 Procuramos explanar, esclarecer e, aplicar seus ensinamentos, onde o julgamos oportuno,  para melhor destacar sua importância e prática [...] Esta obra, que já levou tantas almas aos pés da Virgem Imaculada, continuará, por nosso  intermédio, o seu fecundo apostolado. É apoiado sobre ela e escondido sob sua sombra que nosso livro irá mais confiante às almas piedosas, e lhes falará com mais penetração e autoridade."

[...]
"Há, infelizmente, várias ilusões a respeito da santidade.
Uns pensam que ela consiste na  duração das orações e no número delas... Outros põem-na nas grandes obras, que se  empreendem. Outros, ainda, fazem-na estar numa espécie de isolamento de tudo e de todos...  Outros, afinal, pensam que reside em tal devoção, em um determinado exercício, nesta  confraria ou naquela leitura... Tudo isto pode ser bom, porém é conveniente lembrar-se do velho adágio: “In medio stat virtus”. 
A santidade não está em tudo isto; mas tudo isto pode  ser um meio de alcançar a santidade.
A respeito das devoções, outra ilusão existe.
Pessoas há que atribuem a tal ou tal devoção um poder ex opere operato, isto é, uma virtude  própria que sempre produz seu efeito [...] A devoção não é isto; é uma disposição da alma, que nos leva a dedicar-nos ao serviço de Deus, pelo cumprimento do nosso dever.
A Santa Escravidão não consiste em palavras e afetos, mas na abnegação de nós mesmos, na dependência da vida, da vontade e dos sentidos, em outros termos: na prática decidida da virtude. Assim considerada, a Santa Escravidão é um verdadeiro exercício de perfeição, e, como diz  São Luís Maria Grignion de Montfort, uma Verdadeira Devoção.
Os sentimentalistas nada compreenderão da exposição deste segredo. Para eles tudo será e  ficará um segredo.
Só quem puser as mãos à obra e procurar assimilar o espírito desta devoção e reduzi-lo à prática terá a felicidade de descobrir o segredo, de aproveitá-lo para a sua santificação."

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