11 de setembro de 2011

A Subida do Calvário - Contemplações Evangélicas Tomo II - Reformatado

Contemplações Evangélicas
doutrinais e morais sobre a paixão
de Nosso Senhor Jesus Cristo - Tomo II
Pe. Júlio Maria de Lombaerde, S.D.N.
Livro de 1936 - 601 págs


Parte I
No Getsêmani

Parte II
Na Casa de Anás
Na casa de Caifás
Esclarecimento: Duas Sombras

Parte III
O Sinédrio
O Pretório de Pilatos
O Palácio de Herodes



    Este volume entra plenamente nas grandes cenas da dolorosa paixão, sem omitir uma parcela das indicações do Evangelho. Começa pela entrada de Getsêmani e termina no tribunal de Pilatos.
  Esta parte é como a paixão da alma e do coração da divina Vítima. Não é o martírio brutal, sanguinolento, da flagelação; da coroação de espinhos, da crucificação, mas o martírio, talvez mais torturante e mais horrível da agonia, dos insultos, dos sarcasmos, da humilhação e da ingratidão que rasgaram a alma e despedaçaram o  Coração de Jesus.
  Pode-se distinguir, de fato, na paixão três fases: a dor, a humilhação e o sofrimento físico.
  Estas fases não são rigorosamente distintas, sem dúvida, antecipam-se, compenetram-se, de modo que, durante toda a paixão, estes três elementos de expiação e de reparação unem-se e acompanham a divina Vítima, do berço até ao túmulo.
  Houve sofrimentos na época que chamamos de humilhação; enquanto a dor, isto é, o tormento da alma e a agonia do coração, duraram até aos últimos momentos; porém é regra aceita o caracterizar as épocas, pelo elemento que nelas predomina, e faz a sua fisionomia, embora não seja exclusiva.
  O presente volume trata, pois, de modo especial, da dor e da humilhação do Salvador, ficando para o seguinte o sofrimento propriamente dito.
(Nota do blog: Infelizmente o P. Julio Maria de Lombaerde faleceu antes de concluir todos os volumes das "Contemplações Evangélicas" que pretendia)
*
* *
  Estas Contemplações — é preciso repeti-lo — para serem compreendidas e proveitosas, exigem um espírito calmo e recolhido ou, pelo menos, esforçado, para tê-lo.
  As cenas dolorosas do Calvário são como estas flores delicadas, que só abrem as suas corolas no orvalho matinal, sob o beijo do sol nascente, mas que murcham e se ressecam, ao contato da poeira e do vento.
  Não leiam estas Contemplações sem orar muito, pois, para compreender as coisas divinas, é preciso um sentido divino: e é o Espírito Santo que o dá.
*
* * 
  Grandes e sublimes verdades são tratadas neste volume; se um ponto não o fosse inteiramente em conformidade com o ensino da Santa e Infalível Igreja, Católica, Romana, de antemão retratamos a nossa opinião, querendo em tudo e sempre ser o filho humilde e submisso da mesma santa Igreja, coluna e firmamento da verdade. Ecclesia Dei vivi... columna et firmamentum veritatis  (I Tm 3, 15).
P. Julio Maria

2 comentários:

Fabio S. Andrade disse...

Padre Júlio Maria foi uma bênção de Deus para esta Pátria. Certamente ele contempla neste momento a Face de Deus no Céu.
Obrigado Alexandria Católica por este maravilhoso apostolado. Deus lhes pague.

A_Católica disse...

Amen!
Agradeço suas palavras!
Ele foi um padre e tanto mesmo!! Seus escritos fazem muito bem às nossas almas!!!

Unidos em orações,

Saudações!

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