





PREFÁCIO DO AUTOR
AO «MANUEL DE SOLIDE PIÉTÉ»
Na aprovação dada por S. Exma. o Cardeal Vitor Deschamps às “Novelles Méditations Pratiques”, que publiquei em 1867, diz-se:
“O seu uso será, pois, de grande utilidade às Comunidades Religiosas, Eclesiásticos e Pessoas Piedosas que, vivendo no mundo, aspiram à perfeição”.


Este é um devocionário do seminarista, antes de ser um livro de bolso, um livro de mão, um livro de preces, há de ser um livro do coração do seminarista. Porque a oração só é verdadeira oração quando procede do coração. Toda oração tem de ser um ato de amor, de amor sobrenatural, espiritual.
A oração tem de nascer da fé, florir na esperança e frutificar na caridade. No amor a Deus e ao próximo é que está o implemento integral da lei e da perfeição cristã.


[...] O nosso século de ação, mas também de agitação, esquece se por demais — como lamenta o autor no prefacio — de que “a verdadeira história do mundo não é aquela exposta no mercado financeiro ou nos corredores da política internacional, mas, o drama eterno desenrolado no íntimo das almas”.
[...] o modelo ideal da irradiação Divina, encontramo-lo “na Virgem silenciosa e apostólica em quem o Espírito Santo depôs o Verbo, com a missão de revelá-lo ao mundo”.
