03 outubro, 2011

Coleção Éfeso No. 16 - REFORMATADO


Um Cartuxo
Livro de 1959 - 183 págs


PRÓLOGO
Os caminhos pequenos
O humanismo perigoso
A vida de oração

INTRODUÇÃO À VIDA ESPIRITUAL
introdução
princípios da vida espiritual
O fim sobrenatural
A vida de fé
Presença natural de Deus
Presença sobrenatural de Deus
O pecado mortal e a presença de Deus
Presença sobrenatural de Deus no homem
A fé, a esperança e a caridade
MÉTODO DE ORAÇÃO
Ato de fé
Ato de esperança
Ato de caridade
Conselhos
O papel da imaginação
Conclusão da oração
A oração prolongada
Objetivo da vida de oração
Obstáculos que são meios
Aplicação à vida prática
A ESPIRITUALIDADE DO EVANGELHO
As exigências do evangelho
As últimas palavras de Cristo
As promessas do evangelho
A TRINDADE E A VIDA INTERIOR
PRÓLOGO
EM DEUS
O dogma
As analogias do conhecimento e do amor
A vida íntima de Deus
DE DEUS AO HOMEM
A unidade dos desígnios de Deus
A pessoa de Cristo
A obra dé Cristo
DO HOMEM ATÉ DEUS
O HOMEM EM DEUS
SERMÕES CAPITULARES
NA OITAVA  DA PURIFICAÇÃO
EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ
NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA
IMACULADA CONCEIÇÃO
EPIFANIA
NA VIGÍLIA DO PENTECOSTES
FESTA DE TODOS OS SANTOS
FESTA DA IMACULADA CONCEIÇÃO
PARA A VIGÍLIA DO NATAL
PARA A EPIFANIA

02 outubro, 2011

Livro indicado para a catequese do 8º. ano - 13 anos

Ao efetuar qualquer download, 


Coleção Mons. Negromonte

As Fontes do Salvador

Missa e Sacramentos

Para a 3.ª Série Ginasial
Monsenhor Álvaro Negromonte
Livro de 1960 - 205 págs


"Tirareis com gosto água das Fontes do Salvador"
(Is. 12,3)

Fonte

ÍNDICE GERAL

Nota da Editora
Aos Professores

29 setembro, 2011

Nossa Senhora da Divina Providência

História


O quadro de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, venerado numa capela da Igreja de São Carlos ai Catinari, em Roma, é uma tela a óleo de Scipione Pulzone, pintor renascentista da Escola de Rafael e que viveu no século XVI, entre 1550 e 1598. Representa a Virgem Maria, trazendo em seus braços um menino, que seria Jesus. Mas, observe que, diferente de Maria, o menino que ela segura nos braços não possui a auréola na cabeça, símbolo de santidade. Será que o artista quis, intencionalmente, dizer que ali está a humanidade, pela qual Maria intercede junto à Divina Providência? Pulzone era essencialmente religioso e sua alma de artista e de homem santo conseguiu retratar em sua obra um momento de êxtase da ternura maternal. Ao pintar o quadro, destinado a uma família romana, jamais imaginou que se tornaria objeto de tamanha devoção dos cristãos.
Então, é Maria que intercede à Divina Providência pelas nossas necessidades e nos leva em seus braços.

NOSSA SENHORA MÃE DA DIVINA PROVIDÊNCIA - PROVIDENCIAI!

* * *
A devoção a Nossa Senhora, com o título de Mãe da Divina Providência começou, verdadeiramente, lá pelo início do século XVII. Conta a História que nessa época havia duas casas em Roma, pertencentes aos padres Barnabitas. Uma, na Praça Colonna, dedicada a São Paulo, e a outra, na Praça Catinara. Atendendo a uma ordem do Papa Alexandre VII, que desejava ampliar a Praça Colonna, a igreja de São Paulo deveria ser demolida. Preocupados com um belo afresco de Maria, existente na igreja, os padres pediram ao arquiteto responsável pela demolição que preservasse o afresco, transportando-o com cuidado para a nova residência. Muito comuns na Itália, os afrescos são grandes quadros murais, pintados sobre gesso, ou argamassa. Grandes Mestres da arte medieval, renascentista e barroca utilizaram essa técnica, como Michelângelo e Rafael, por exemplo. Apesar do cuidado, o afresco foi destruído ao ser transportado para seu lugar definitivo. O arquiteto, tentando compensar a tristeza dos padres pela perda do imenso quadro, doou uma obra do pintor Scipione Pulzone, que pertencia a seu acervo. Tratava-se de um quadro de Maria, segurando nos braços um menino. Mal sabia ele o imenso tesouro espiritual que trazia aquele pequeno quadro, medindo apenas 54 x 42 cm. Inicialmente, o quadro fora colocado na capela interna dos padres, na nova casa. Aquela imagem de Maria ainda não tinha um nome.
Os padres Barnabitas empreenderam, então, a grandiosa obra da construção de uma igreja em honra a São Carlos Borromeu, Arcebispo de Milão, canonizado em 1610. São Carlos havia sido grande amigo e incentivador da Ordem dos Barnabitas. Após 15 anos de obras, os recursos começaram a faltar e ainda havia muita coisa a fazer. O superior da comunidade, Padre Brás Palma, decidiu, então, fazer uma peregrinação a pé até o Santuário de Nossa Senhora do Loreto (onde existe a pequena casa em que viveu a Sagrada Família, após sua volta do Egito). Ele tinha a certeza de que sua oração seria atendida e conseguiria recursos para terminar a obra.
Retornando a Roma, procurou o Cardeal João Batista Lenie, solicitando ajuda para a construção da imensa igreja, mas o Cardeal informou que seus recursos já estavam comprometidos com outras obras. Padre Palma não desanimou e  redobrou suas orações, insistindo junto a Maria Santíssima, na convicção de que ela deveria ser sua Providência. No ano seguinte, 1627, faleceu o Cardeal Lenie e seus funerais foram realizados na igreja inacabada, dedicada a São Carlos, no dia 4 de novembro, dia de sua festa. Mas, ao ser aberto o testamento do cardeal, qual não foi a surpresa dos Barnabitas: o Cardeal deixara boa parte de seus bens para o acabamento das obras da igreja de São Carlos Borromeu!
A história continuou, já no século XVIII. Em 1732, Padre Pietro Maffetti, pároco de São Carlos, teve a idéia de colocar uma réplica do quadro de Nossa Senhora num local onde pudesse ser vista e venerada pelos fiéis. Ele encarregou outro artista, o Irmão Barnabita Pietro Valentini, de fazer uma reprodução do original. No dia 12 de julho de 1732, o quadro foi colocado num pequeno corredor, que servia de passagem aos religiosos ao se dirigirem do convento à igreja. Sob o quadro, Pe. Maffetti mandou escrever o título: "Mater Divinae Providentiae", Mãe da Divina Providência. A partir daí, a imagem de Maria passou a ter um título, cuja origem é explicada pelas Irmãs Angélicas de São Paulo, num livreto da Congregação:

“No ano de 1633, morreu, com fama de santidade, no Mosteiro de São Paulo, em Milão (Itália), Angélica Joana Visconti Borromeu, prima de São Carlos Borromeu, que foi Priora do Mosteiro; tinha grande amor à Mãe de Deus e plena confiança em sua proteção. Na mesma época, a Angélica Luísa Mariana Gonzaga escreveu a vida da Madre. Conta que as Angélicas realizavam "uma solene procissão, para homenagear e glorificar a Doce Soberana, Mãe da Divina Providência, sem a qual não se pode obter socorro ou graças celestiais, tudo passando por suas mãos..." (Vida Venerável da Madre Angélica Joana Visconti Borromeu, 1635). Essa procissão era feita no 6º Domingo de Pentecostes, cuja oração era:   Ó Deus, cuja Providência... (ver 9º Domingo do tempo comum). 

Havia uma imagem que representava Maria, com o Menino Jesus, e era venerada como Mater Divinae Providentiae. Encontrava-se no corredor do claustro, entre a cela da Priora e a dispensa. Não ficava distante do confessionário e do coro, onde as Monjas ouviam as pregações. A Ela eram atribuídas muitas graças alcançadas. Historicamente, desde 1613, os padres Barnabitas tinham decidido colocar na torre dos sinos da igreja de São Paulo, em Bolonha, uma estátua da Virgem, com o título de “Virgem Bem-Aventurada da Divina Providência”. 

Voltando à história da casa dos Padres Barnabitas, em pouco tempo, o corredor onde estava exposta a cópia do quadro ficou pequeno, devido ao grande número de fiéis que acorriam para venerar a Bem-Aventurada Virgem. O Superior Geral dos Barnabitas na época, Pe. Mário Maccabei, mandou transformar o local em uma capela, inaugurada em 28 de junho de 1742. O grupo de fiéis foi aumentando e se transformou em Confraria, aprovada pelo papa Bento XIV, em 25 de setembro de 1744. O Papa Gregório XVI a elevou à categoria de Arquiconfraria, no dia 16 de julho de 1839. Muitos papas, reis e príncipes se inscreveram na Arquiconfraria, mas quem mais se distinguiu pelo zelo e devoção foi o papa Pio IX, que freqüentava a Igreja de São Carlos. Em novembro de 1888, por um decreto do Cabido Vaticano, a imagem foi solenemente coroada, incentivando, assim, sua veneração sob o título Mãe da Divina Providência. A atual Capela de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, na Igreja de São Carlos ai Catinari, foi inaugurada em 1848.
De acordo com o Calendário Eclesiástico de 1914, sua festa passou a ser definitivamente celebrada no sábado, antes do terceiro domingo do mês de novembro, como é feita até hoje nas igrejas e capelas que a veneram como Padroeira.

(Texto baseado na Formação apresentada pelo Padre Barnabita João Parreira, exibida no Programa “Momento do Amigo”, da Rádio Catedral, em novembro de 2007)
Fonte


TERÇO DA PROVIDÊNCIA

No início: Credo

Contas grandes: “Mãe da Divina Providência: Providenciai!”

Contas pequenas: “Deus provê, Deus proverá, Sua misericórdia não faltará!”

Oração: “Vinde, Maria, chegou o momento. Valei-nos agora e em todo tormento. Mãe da Providência, prestai-nos auxílio, no sofrimento da terra e no exílio. Mostrai que sois Mãe de Amor e de Bondade, agora que é grande a necessidade. Amém.”

27 setembro, 2011

Desprender o nosso coração

Edição de (?) -140 págs

Fonte

“Libertarmo-nos dos laços egoístas e parciais que nos prendem às criaturas, desprendermos o nosso coração do que é temporal e efêmero espiritual. O conhecimento angustiante da nossa miséria arranca-nos às satisfações de uma hora para nos fazer desejar a plenitude divina. “Aquele que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, mas a água que eu lhe der virá a ser nele uma nascente de água a jorrar para a vida eterna” 

25 setembro, 2011

Contemplações Evangélicas - Pe. Lombaerde


Fonte
Os Pródromos do Calvário
Contemplações Evangélicas
Pe. Júlio Maria de Lombaerde, S.D.N.
Edição de 1934 - 565 págs

Clique aqui para ver o
publicado anteriormente no blog


(Nota do blog: Infelizmente o P. Julio Maria de Lombaerde faleceu antes de concluir todos os volumes das "Contemplações Evangélicas" que pretendia)


Carta de sua excia. Revma. D. Carloto da Silva Távora – 
Preclaro Bispo de Caratinga

            Meu caro padre Júlio Maria

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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