Infelizmente, [...] perdeu-se o senso do justo e do honesto, o discernimento do bem e do mal.
A consciência reta não se acomoda e não transige com o mal; muito ao invés, reage, ainda que seja esmagada na sua ânsia de defender os direitos de Deus e da Virtude.
Mas é tão belo ver o ardor do bem e realizá-lo, mesmo à força de sofrimentos e de heroísmo!
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Ante a progressão crescente da imoralidade nas praias, o Exmo. e Rev. Sr. Bispo de Vitoria, em Circular de número 195, datada de 10 de Junho de 1934, - reiterando as censuras que em ocasiões anteriores havia dirigido por causa de tal estado de coisas - recomendava o início de “vigorosas campanhas em prol da moralidade que deve reinar nos locais mais frequentados de veraneio” (praias, cachoeiras, piscinas, etc.).