28 de agosto de 2013

Tradução dos textos originais, com notas

pelo
Pontifício Instituto Bíblico de Roma
Livro de 1969 - 415 páginas


ÍNDICE DOS LIVROS

EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS
EVANGELHO SEGUNDO SÃO MARCOS
EVANGELHO SEGUNDO SÃO LUCAS
EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO
ATO DOS APÓSTOLOS
PRIMEIRA EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES
SEGUNDA EPÍSTOLA AOS TESSALONICENSES
PRIMEIRA EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS
SEGUNDA EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS
EPÍSTOLA AOS GÁLATAS
EPÍSTOLA AOS ROMANOS
EPÍSTOLA AOS COLOSSENSES
EPÍSTOLA AOS EFÉSIOS
EPÍSTOLA AOS FILIPENSES
EPÍSTOLA A FILEMON
EPÍSTOLA A TITO
PRIMEIRA EPÍSTOLA A TIMÓTEO
SEGUNDA EPÍSTOLA A TIMÓTEO
EPÍSTOLA AOS HEBREUS
EPÍSTOLA DE S. TIAGO
PRIMEIRA EPÍSTOLA DE S. PEDRO
SEGUNDA EPÍSTOLA DE S. PEDRO
EPÍSTOLA DE S. JUDAS
PRIMEIRA EPÍSTOLA DE S. JOÃO
SEGUNDA EPÍSTOLA DE S. JOÃO
TERCEIRA EPÍSTOLA DE S. JOÃO
APOCALIPSE

__________
OBS.: Agradeço a generosidade do nosso leitor Felipe que tem ajudado muito ao blog indicando links com raridades como esta e digitalizando obras que certamente ajudará muitas almas que por aqui passam. Que Nossa Senhora o recompense com abundantes graças!

26 de agosto de 2013

A Bíblia e a Tradição

Esquemas de provas bíblicas  sobre Fé, os Sacramentos, os Novíssimos, os Mandamentos e a Oração, segundo os Tratados de Teologia e o Catecismo Romano
Cônego Lourenço Cavallini
Livro de 1966 - 200 págs


“... Não existe, pois a Bíblia como tal, como sendo Palavra inspirada por Deus, sem a Tradição Oral que nos prove e testemunhe perenemente ser Deus o Principal Escritor de todas e cada uma das partes das Sagradas Escrituras. A Tradição Oral prova e movimenta a inspiração escrita da Bíblia. Ajuda muito observar que é próprio do homem o falar, e, por conseguinte, o escutar, o
ouvir também. Mas é convencional o escrever e o ler, como nos atestam os milhões de analfabetos, entre nós e no mundo inteiro. Sobrenatural e psicologicamente é uma verdade inconteste que: “a Fé entra pelo ouvido.” (Rom 10, 17). Logo, a obrigação de ouvir, o dever desta audição é tão grave e divino, quanto é divina e grave a ordem de pregar a mesma Palavra de Deus, POIS DEUS NÃO FAZ NADA INÚTIL. Em primeiro lugar, pois, ouvir, e, em segundo lugar, se possível, ler. Nem mais, nem menos. É preciso, primeiro ser instruído por outrem, devidamente autorizado, para que, em segundo lugar, a leitura seja possível e proveitosa, e não inútil, ou pior ainda, perniciosa, como a experiência nos atesta na história de todos os erros, por exemplo, dos espíritas, que tendo sempre nos lábios a Bíblia, no que Ela tem de mais lindo: a Caridade, negam abertamente TODOS OS MISTÉRIOS da Fé.
Nos Atos dos Apóstolos 8, 26-39, lemos um exemplo frisante da necessidade de alguém ser instruído por outrem: Felipe, ouvindo o enviado da rainha da Etiópia ler o profeta Isaias, lhe perguntou: “Compreendes o que lês?” A resposta veio rápida: “Como poderei compreender, SE NÃO HOUVER ALGUÉM QUE ME EXPLIQUE ISTO?” Então, Felipe explicou a passagem de Isaías, antes ininteligível ao etíope; em seguida, o batizou. Isto se repete, desde N. S. Jesus Cristo até nós mesmos, ao aprendermos, em pequenos, sem nunca termos lido a Bíblia, crendo firmemente o que nos era ensinado pulo Sacerdote, por nossos pais, catequistas e professores de Religião. Mais uma vez repetimos: pela sobrenaturalidade da Religião, pela Revelação Divina, pela exigência natural da inteligência humana, somos todas, sem exceção, ensinados pelos outros. É o que, na prática, fazem igualmente nossos irmãos separados, em suas escolas dominicais. Cada seita protestante ensina seus possíveis fiéis, conforme um modo de encarar a Bíblia, com modificações substanciais as mais variadas, diversas, contrárias e contraditórias. Cada seita ensina conforme pensa, assim e assim, e tem a própria explicação que é pregada de viva voz. Logo, todas elas admitem igualmente, praticamente, apesar de negarem, da boca para fora, que existe a famosa tradição oral. E para que esta tradição oral não se desvie nas pregações, existem os catecismos protestantes. Não é tradição a explicação luterana, ou calvinista, e todas as demais? Evidentemente que sim. Tanto é verdade, que, se alguém não admitir tal e qual interpretação, se afasta e vai fundar uma nova e distinta e original religião, com novo rótulo e... alguma peregrina mudança substancial na doutrina. Eis a suma necessidade de provar que a Bíblia é Palavra Escrita de Deus e de resumir doutrina de páginas tão vastas. Nem sequer vamos nomear aqueles protestantes que não mais admitem a Bíblia como inspirada por Deus.
Os critérios internos da Bíblia não provam mas simplesmente comprovam o testemunho ininterrupto da Tradição Oral que nos ensina a inspiração divina das Sagradas Escrituras. Aliás, a própria Bíblia nos diz que, primeiro, a doutrina foi pregada, e só depois de ter sido pregada é que os Livros Sagrados foram escritos. Cristo não mandou os Apóstolos escrever livros, mas pregar de viva voz. Assim a Bíblia é posterior à Tradição Oral, se bem que sejam ambas de igual inspiração e autoria divinas, portanto de igual valor. Finalmente, a coleção total e inteira e pormenorizada dos muitos livros que compõem a Bíblia, isto é, o catálogo de todos e cada um dos Livros Sacros, com todas e cada uma de suas partes, só e unicamente a Tradição nos pode ensinar infalivelmente, pois, NA PRÓPRIA BÍBLIA NÃO EXISTE TAL PRECIOSÍSSIMO RELATO.
Concluímos e repetimos, duas são as fontes da Fé: a Bíblia e a Tradição, cuja origem é Deus.
Concluímos igualmente que não existe sequer a possibilidade de interpretação particular, singular, individual, personalística, em assunto o mais grave, importante e universal, como nos ensina o primeiro Papa, 2Pe 1,20-21: "atendendo antes de tudo a isto: que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular. Porque a profecia nunca foi dada pela vontade dos homens, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. Antes já havia dito: “Pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação.” 1Pe 1,5.
Muito bem nos diz o Catecismo Romano, proêmio § 5: “Nós nos apoiamos na admirável promessa de Nosso Senhor, que afirmou ter lançado os alicerces de sua Igreja, com tanta firmeza, que as portas do inferno jamais prevaleceriam contra ela.” Fugir desta Tradição é naufragar na fé....”
Cônego Lourenço Cavallini

16 de agosto de 2013

"Garimpo": alguns livros do grande escritor


Escritor e pensador católico
Um expoente do pensamento conservador no Brasil
Sua obra é influenciada pela apologia católica do escritor inglês Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936)

1896 - 1978

Obras Disponíveis

A Descoberta do Outro

As Fronteiras da Técnica

Claro Escuro

Citações - Fonte

Conferências e Excertos - Fonte

Curso de Religião (obra póstuma inacabada) - Fonte

Dez Anos - Crônicas

Dois Amores Duas Cidades Volumes 1 e 2

Lições de Abismo

Machado de Assis

Nacionalismo e Patriotismo

O Desconcerto do Mundo

O Século do Nada

Três Alqueires e Uma Vaca


__________
OBS.: Estas obras foram enviadas por diversos leitores e aqui reunidas. Quem tiver e quiser contribuir com outras obras deste autor, por gentileza, entre em contato
alexandriacatolica@ymail.com

13 de agosto de 2013

A Vocação de todo Cristão é Vocação de SANTIDADE!

Salvatore Canals
Livro de 1967 - 181 págs



A Nossa Vocação Cristã

Falava eu um dia com um jovem, tal como faço contigo neste momento. Procurava convencê-lo da necessidade de viver cristãmente a sua vida, de frequentar os sacramentos, de ser alma de oração, de dar a todas as suas ações e a toda a sua vida uma orientação sobrenatural. Jesus — dizia-lhe — precisa de almas que, com grande naturalidade e com uma grande doação de si mesmas, vivam no mundo uma vida integralmente cristã. Mas dos seus olhos transpirava a resistência da sua alma; e as suas palavras tratavam de justificar tudo o que a sua vontade se recusava a admitir. Passados alguns minutos, admitiu com sinceridade o que até então provavelmente nunca tinha confessado nem mesmo a si próprio: "Não posso viver como diz, porque sou muito ambicioso». Lembro-me de que lhe respondi: «Olha: tens diante de ti um homem muito mais ambicioso do que tu, um homem que quer ser santo. A minha ambição é tão grande que não se contenta com nenhuma coisa da Terra: ambiciono Jesus Cristo, que é Deus, e o Paraíso, que é a sua glória e a sua felicidade, e a vida eterna».

8 de agosto de 2013

A Vida Religiosa e o Apostolado

Frei M. Vicente Bernadot, O.P.
Livro de (?) - 206 págs


JOVENS!
ESTE LIVRO É PARA VOCÊS
O ideal da vida religiosa ainda exerce, em nossos tempos, poderoso atrativo sobre os mais puros e os mais generosos dentre vocês. É grande o número dos que, tencionando elevar o próprio destino ao máximo de nobreza e utilidade, e sentindo borbulhar no coração o desejo da vida perfeita, julgam ouvir o apelo feito outrora ao jovem príncipe do Evangelho: “Vende tudo o que possuis, vem e segue-Me”.
Vago, entretanto, é o conhecimento de muitos, a respeito da vida religiosa, mesmo entre aqueles que a colocam bem alto; falta-lhes além disso, muitas vezes, o conselheiro desinteressado que lhes poderia revelar a beleza austera e fecunda dessa vida. Um dos males do nosso tempo é que entre os chefes postos pela Providência à frente da mocidade cristã, alguns procuram falsos pretextos para desviar os jovens da vida religiosa, que o próprio Deus, entretanto, apontou aos corações generosos como o mais perfeito ideal. Dai, tantas existências perdidas e estéreis.
No momento decisivo de orientar definitivamente o seu futuro, quisera este pequeno livro vir em auxílio de vocês, fazendo-lhes conhecer melhor o ideal proposto por Nosso Senhor Jesus Cristo e como tentou realizá-lo uma das grandes Ordens, que, segundo o veredicto da Santa Igreja, dele mais se aproximou.
É de coração que lhes oferecemos este livro. Primeiro, porque os convida a abraçar o que de maior pode haver no mundo: a vida religiosa e o apostolado — brotando este das energias íntimas daquela.
Coisa admirável na Igreja: sempre se pode empolgar o mais humilde dos homens, contanto que ame a Deus, com a simples apresentação de elevados pensamentos e nobres ideais.
Além disso, estas páginas não expõem uma teoria abstrata, mas uma concepção de vida que já demonstrou seu valor. Atestam sua eficácia sete séculos de existência. Declaram dever-lhes a santidade e a coragem uma multidão de santos, de mártires e de grandes homens. Nada mais fazemos do que repetir o que eles dizem: “Falamos daquilo que sabemos, damos testemunho daquilo que vimos”.
A Providência determinou a cada um de nós o seu lugar. No universo toda criatura tem utilidades na conquista das almas, temos todos uma função a exercer, missão de luz e de redenção. Grande graça é conhecê-la; e executá-la, nosso primeiro dever.
É para auxiliar vocês a discerni-la, que lhes oferecemos estas páginas.
São o resultado da experiência.
Talvez sejam vocês do número daqueles que Deus chamou à "obra régia da redenção das almas".
Leiam e, perante Deus, reflitam...

~ * ~ * ~


ÍNDICE

Dedicatória

Capítulo Preliminar: Fundação da Ordem

1ª PARTE
Preparação ao Apostolado
Capítulo Primeiro: A Perfeita Renúncia Evangélica
Capítulo Segundo: A Vida Contemplativa
Capítulo Terceiro: Preparação ao Apostolado

2ª PARTE
O Exercício do Apostolado
Capítulo Primeiro: Caráter do Apostolado Dominicano
Capítulo Segundo: A Pregação
Capítulo Terceiro: As Missões
Capítulo Quarto: O Ensino

3ª PARTE
Nossos Modelos
Capítulo Primeiro: São Domingos
Capítulo Segundo: Os Santos
Capítulo Terceiro: Os Mártires
Os Dominicanos no Brasil

7 de agosto de 2013

Para quem sinceramente procura conhecer a Deus...

Dom Estevão Bittencourt, O.S.B.
Livro de 1956 - 266 págs



O estudo da Sagrada Escritura desperta cada vez maior interesse em nossos dias. Os problemas da hora presente têm obrigado os homens a recorrer sequiosamente às fontes onde possam encontrar a sabedoria da vida, as normas para proceder no momento atual. Ora entre essas fontes se acham em lugar eminente os livros da Bíblia, que contêm os princípios sobre os quais se construíram quase 20 séculos de civilização cristã. É o que explica que estudiosas de correntes assaz diversas estejam voltando atenção crescente para a Escritura Sagrada e as questões a elas atinentes; haja vista o grande interesse com que têm sido analisados por católicos, protestantes, judeus e racionalistas os manuscritos recém-descobertos junto ao Mar Morto (alguns julgaram poder haurir deles nova compreensão da civilização contemporânea). Em particular, aos fiéis católicos impõe-se a necessidade de aprofundarem seus conhecimentos de Sagrada Escritura, já que esta é o manancial por excelência da vida e da piedade cristãs.
Contudo não é fácil, ao primeiro contato, compreender os livros da Bíblia; foram redigidos em épocas muito remotas (os mais recentes datam do fim do séc. I d.C., enquanto os mais antigos são do séc. XIII a.C.), em ambiente semita ou helenista e segundo modos de falar bem diversos dos que hoje estio em uso. Principalmente o Antigo Testamento apresenta dificuldades, não raro ventiladas em conferências ou em simples conversas de amigos. Católicos e não-católicos nessas ocasiões gostariam de conhecer melhor a mentalidade, a alma religiosa, que movia os judeus do Antigo Testamento: gostariam também de possuir normas objetivas, derivadas da moderna filologia, arqueologia, etc., que os ajudassem a interpretar as passagens controvertidas.
Foi em vista de tais dificuldades que o presente livro se originou.
A obra começa por propor algumas noções concernentes à redação dos livros sagrados: o conceito de inspiração bíblica (esta não dispensa, mas, ao contrário, utiliza o cabedal de cultura, rica ou pobre, de um autor humano), a mentalidade e os modos de falar característicos dos judeus (o "gênio" da língua hebraica), o emprego de antropomorfismos, nomes e números na literatura semita. Vêm depois questões referentes ao conteúdo dos livros sagrados: antes do mais, é exposto o significado positivo, o valor perene que o Antigo Testamento possui para todo cristão; seria impossível entender os Santos Evangelhos e os escritos dos Apóstolos, caso se quisesse fazer abstração dos livros do Antigo Testamento; Jesus não veio
extinguir a Lei, isto é, os livros sagrados pré-cristãos, mas consumá-la e levá-la à sua plenitude (cf. Mt 5,17); no Antigo Testamento, pois, se encontram os prenúncios e os primeiros "moldes" (a expressão é de Santo Agostinho!) dos grandes dons que o cristãos possuem. A seguir, são consideradas dificuldades especiais que as páginas do Antigo Testamento apresentam ao leitor cristão: moralidade muito rude, que permitia o exercício do talião, o extermínio dos inimigos, as imprecações, a poligamia; as intervenções muito fortes de Deus irado; o papel de relevo atribuído a doenças e sonhos; as noções concernentes à vida póstuma e a justa sanção divina; certos milagres da história de Israel cujas proporções parecem derrogar à Sabedoria divina (a queda dos muros de Jericó, a passagem do Mar Vermelho e do Jordão, as 10 pragas do Egito, o maná no deserto, o asno de Balaão que “falou”, a cabeleira de Sansão, etc.). Tudo se encerra com um guia prático para a leitura da Bíblia.
Muitas das hesitações suscitadas pelo Antigo Testamento se dissipam, caso o leitor tome consciência de que a história do povo israelita anterior a Cristo equivale a um processo de lenta pedagogia divina; o Senhor Deus, tendo-se revelado a homens rudes ou moralmente infantis, a fim de os fazer colaborar num plano muito elevado, não quis remodelar repentinamente os hábitos e conceitos dessa gente; apenas  houve por bem eliminar tudo que nesse patrimônio de cultura era contrário à ideia de um Deus único, santo, Remunerador dos bons e Punidor dos maus. Aos poucos, no decorrer de 18 séculos, o Mestre Divino foi burilando as categorias de pensamento de Israel, preparando o gênero humano a ouvir um dia a mensagem desconcertante; "Bem-aventurados os que choram..., os que têm fome e sede... Amai até mesmo os vossos inimigos."
A obra se destina a todas as pessoas que, movidas por interesse sincero, queiram desfrutar a riqueza de livros que inspiraram amor e heroísmo a gerações e gerações de judeus e cristãos.

3 de agosto de 2013

Da série: Conferências de Nossa Senhora de Paris

Exposição do
Quaresma de 1882
pelo Revmo. Pe. Jacques Marie Louis Monsabré
445 págs



INDÍCE

A Autoridade da Igreja

O Chefe da Igreja

O Governo da Almas

A Repressão na Igreja

A Igreja e as Sociedades Humanas

A Comunicação dos Santos

Index

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

O que é ser um Benfeitor do Blog?

O que é ser um Benfeitor do Blog?
Clique na Imagem

Agradeço aos amigos virtuais pelo selo

Agradeço aos amigos virtuais pelo selo