27 de fevereiro de 2014

Mais um excelente livro de Monsenhor de Ségur!!!

Monsenhor de Ségur
Livro de 1877 - 167 págs


ÍNDICE
I.  Como não foi Deus que fez o sofrimento
II. De como, todavia, sob certo aspecto o sofrimento vem de Deus
III. De como é o demônio o autor responsável de nossos sofrimentos
IV. De como no mistério do sofrimento serve-se Deus do demônio para nos provar e santificar
V. Qual é o verdadeiro consolador de todos os sofrimentos
VI. Do belo livro em que deveriam saber ler todos aqueles que sofrem
VII. De como Jesus Cristo vem a nós e nos consola por Sua Igreja
VIII. Das dedicações admiráveis que para consolo dos que sofrem a Igreja suscitou
IX. De como a Religião ajuda a suportar as doenças e sofrimentos corporais
X. De como Nosso Senhor digna-se às vezes premiar com favores extraordinários a fé dos doentes de sua predileção
XI. De como a fé viva chega até a inspirar o amor dos sofrimentos
XII. Da dura provação das enfermidades
XIII. Como entre maus tratos é possível a santificação
XIV. Da pobreza e das dolorosas privações que ela acarreta
XV. De um meio simplicíssimo para que as privações e a pobreza não nos modifiquem muito
XVI. Que Nosso Senhor se fez pobre para consolar os pobres
XVII. De como as humilhações são causa de pungentes sofrimentos
XVIII. O que nos cumpre fazer quando somos humilhados
XIX. Aos que são perseguidos por causa do serviço de Deus
XX. Como devemos suportar a acerba provação da perseguição propriamente
XXI. Aos encarcerados e a todos aqueles que suportam os sofrimentos do cativeiro
XXII. Dos sofrimentos do coração, e particularmente das ansiedades e angustias a respeito dos entes que amamos
XXIII. Modo de suportar cristãmente a perda dos entes que nos são caros
XXIV. As ingratidões e desenganos
XXV. Como devemos proceder nas aflições espirituais e de imaginação
XXVI. Da última espécie de sofrimentos, a saber, escrúpulos e perturbações de consciência.
XXVII. Do sofrimento supremo, que é a morte.
XXVIII. Porque há tantos modos de sofrimento
XXIX. De como a oração é o consolo dos que sofrem
XXX. Porque a confissão é também consolo.
XXXI. Porque é tão útil que comungue frequentemente aquele que sofre
XXXII. Quão fúteis e vans são as consolações do mundo
XXXIII. Do desatino daqueles que sofrem e prescindem de Deus e da Igreja
XXXIV. De como O sofrimento é grande e salutar graça da misericórdia de Deus
XXXV. É preferível sofrer e gozar neste mundo
XXXVI. Porque há de o homem implorar a Deus alívio e cessação do sofrimento, sendo este tão útil
XXXVII. De como o sofrimento mais salutar é aquele mesmo que Deus envia
XXXVIII. De como todas as consolações de Deus nos são dadas pelas mãos misericordiosas da Santa  Virgem

19 de fevereiro de 2014

Os Efeitos da TV no Aproveitamento Escolar

Livreto de 1993 - 32 págs


Seus filhos ou seus alunos são dos que assistem quatro, cinco ou até seis horas de TV por dia?
Cuidado!
Psicólogos, médicos, estudiosos, especialistas afirmam: a TV atual tende a formar homens padronizados, sem profundidade mental, sem personalidade definida, sem princípios, sem convicções, sem fibra.
Uns robôs, incapazes de resolver ou enfrentar os problemas da vida, por estarem postos num mundo irreal e de fantasia por estímulo de inúmeros programas de TV.
Previna-os contra isto! Foi para o ajudar a orientá-los que publicamos esta monografia.
O Amanhã de Nossos Filhos

INTRODUÇÃO

A televisão — tal como existe hoje — exerce uma ação formadora ou deformadora junto aos escolares?
É esta uma pergunta polêmica, que tem sido objeto de numerosos artigos, debates, simpósios e entrevistas.
Mas pouca divulgação se fez entre nós das conclusões a que chegaram a esse respeito psicólogos, cientistas, médicos, professores e pedagogos, especialistas nessa matéria.
Esta lacuna, pretende contribuir para preenche-la O Amanhã de Nossos Filhos, com a publicação do presente fascículo.
Temos certeza de que as revelações aqui contidas poderão ser úteis a pais e mestres. Mas também aos alunos que, envolvidos
pelo fascínio da televisão, podem não perceber "certas coisas" que se passam dentro de si mesmos. E muitas vezes nem eles, nem seus pais, nem seus professores sabem explicar o porquê delas.



PERDA DO HÁBITO DA LEITURA
Esse fenecimento da linguagem tem implicações com a perda do hábito de leitura, uma das principais fontes de um bom vocabulário.
 Mary Winn estuda a importância desse hábito na formação das crianças e mostra como ele é quebrado pela TV. O comentário é transcrito do interessante artigo TV drogue ou a droga TV, publicado na revista "Rainha" (Julho/91), de Porto Alegre:
 "A televisão também pode esclerosar a atividade e o desenvolvimento mental da criança, se tomar o lugar da leitura.
 "A partir da história que leu, ela cria em sua mente em desenvolvimento um determinado personagem. Seu espírito se ativa, procurando as características humanas no personagem idealizado. Tais experiências — tão necessárias às atividades da imaginação infantil — não acontecem, em absoluto, na televisão, que fornece as imagens realizadas.
 "Hoje em dia, por causa da televisão, crianças e adultos leem muito pouco. Claro, é mais fácil ficar vendo as imagens coloridas falando, dançando, fazendo suas proezas. E quando lêem, mostram-se preguiçosas, pois a televisão não lhes dá a oportunidade e mostra que não há necessidade de que se concentrem tanto, se tudo é mais fácil no vídeo.
 "No entanto, a leitura, encarece Mary Winn, é um imprescindível instrumento de desenvolvimento pessoal e de liberdade de expressão e pensamento, enquanto a televisão transforma a criança em escravo de um horário e, mais do que isto, de um mundo imaginário, para não dizer irreal, que nada tem a ver com a autêntica realidade do mundo infantil"

~ * ~

ÍNDICE

Introdução
TV: uma "escola", mas de quê?
TV e sua influência no universo infantil
Ritmo natural do desenvolvimento de uma criança
A força das primeiras impressões
A pedagogia sempre respeitou os ritmos normais da mente infantil
O desenvolvimento natural do aluno facilita a tarefa do professor
Os ritmos da TV e a demolição da psique infantil em curso
Supervelocidade da TV
A supervelocidade não deixa tempo para refletir
A supervelocidade lesa a mente da criança
TV e destruição do senso crítico
TV, uma escola de imbecilização e de "analfabetismo funcional"
TV apresenta problemas impróprios para a psique das crianças
Impacto negativo das cenas eróticas e violentas
Pode degenerar em drogas
Estimula as reações primária
Visão mentirosa da vida e do estudo
Diminuição da capacidade de memorização
TV e escola, uma concorrência desleal
Fenecimento do vocabulário e da conversação
O professor, um espetáculo a mais
Decadência nos vestibulares
Perda do hábito da leitura
A TV e o cansaço nas crianças
TV no quarto: crime contra o cérebro infantil
A TV e a evasão para o irreal
Super-heróis,o contrário dos "contos de fadas"
O que se forma é o neo-bárbaro
A TV e a conaturalidade com o monstruoso e o horrendo
O sucesso escolar não interessa mais
Efeitos semi-hipnóticos da TV assemelham-se aos da droga
Na conclusão, um desafio e uma proposta
Notas

__________
OBS.: Agradeço ao leitor André Renato por esta digitalização. Que muitas almas sejam beneficiadas com mais leituras, pois uma coisa é certa: os resultados escolares estão na proporção inversa do número de horas passadas diante da televisão.

11 de fevereiro de 2014

Uma verdadeira preciosidade!!!

Reduzida a
Três Princípios 

R. P. Maurício Meschler, S. J.
Livro de 1923  - 253 págs



A presente obra encontra-se aqui em duas versões:
Transcrição                                                        Livro Original
       (fonte)

AOS LEITORES

Com a publicação da presente tradução julgamos enriquecer a nossa literatura ascética, tão falha de bons livros, em vernáculo, de uma verdadeira joia.
É ela da autoria do conhecido P. Mauricio Meschler, S. J. Tendo entrado na Companhia de Jesus no ano de 1850, em Münster (Westfalia), P. Meschler ordenou-se sacerdote em 1860. Além de outros cargos importantes ocupou o de Provincial da Província Alemã, de 1881·1884, e de Assistente do Revmo. P. Geral da Companhia, de 1892·1906. Faleceu santamente em Exaeteu (Holanda) a 2 de Dezembro de 1912.
Não cabe nos moldes deste prefácio fazer,  embora de um modo ligeiro, a apreciação dos dotes extraordinários e da atividade, sobretudo literária, deste ilustre filho de S. Ignácio.
Queremos apenas frisar que ele é considerado, sem contestação, como um dos mestres mais abalizados do  espiritualismo dos tempos modernos. Suas obras e publicações nos diversos terrenos da vida espiritual são tão numerosas quão apreciadas.
A quinta essência, porém, de tudo o que foi escrito pelo P. Meschler; por assim dizer, o seu ceterum censeo, é o belo livrinho: Três Princípios da Vida Espiritual, cuja tradução, devidamente autori­zada, foi feita em adaptação à quarta edição alemã, que traz o titulo: Dei Grund­lehren des geistlichen Lebens von Moritz Meschler, S. J., Freiburg in Breisgau. Herdersche Verlagshándlung. 1912.
Ao divino Salvador, pedimos que abençoe o nosso trabalho, empreendido só e unicamente em sua honra, e que, pela leitura atenta e piedosa deste livrinho, faça reverter nossos esforços em bençãos sobre as almas imortais, remidas pelo Seu Precioso Sangue.

 Petrópolis, (Convento Franciscano)
29 de Setembro de 1920.            
O TRADUTOR

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ÍNDICE

Aos leitores
Prefácio

PRIMEIRO PRINCÍPIO
Orar
Capítulo I. O que é orar 
Capítulo II. Grandeza e excelência da oração
Capítulo III. O preceito da oração
Capítulo IV. A oração, o grande meio da graça 
Capítulo V. O poder da oração 
Capítulo VI. Predicados que a oração deve ter 
Capítulo VII. Da oração vocal
Capítulo VIII. Modelos de oração 
Capítulo IX. Da oração mental
Capítulo X. Devoções da Igreja
Capítulo XI. O espírito de oração

SEGUNDO PRINCÍPIO
Vencer-se
Capítulo I. Ideia exata do homem
Capítulo II. Em que consiste a vitória sobre si mesmo 
Capítulo III. Por que devemos mortificar-nos 
Capítulo IV. Predicados que deve ter a vitória sobre si mesmo 
Capítulo V. Algumas objeções 
Capítulo VI. Da mortificação exterior 
Capítulo VII. Da mortificação interior 
Capítulo VIII. Mortificação no que concerne à inteligência 
Capítulo IX. Mortificação no que concerne à vontade
Capítulo X. Das paixões 
Capítulo XI. A preguiça
Capítulo XII. O temor 
Capítulo XIII. A cólera e a impaciência 
Capítulo XIV. O orgulho
Capítulo XV. Antipatia e simpatia
Capítulo XVI. Defeitos de caráter 
Capítulo XVII. Conclusão 

TERCEIRO PRINCÍPIO
Amar o Divino Salvador
Capítulo I. O amor 
Capítulo II. Jesus Cristo-Deus 
Capítulo III. Deus Homem
Capítulo IV. Deus Menino 
Capítulo V. O Doutor sapientíssimo e Guia das almas 
Capítulo VI. O Filho do homem 
Capítulo VII. Acima da natureza 
Capítulo VIII. O livro de vida 
Capítulo IX. Jesus era bom 
Capítulo X. Paixão e morte
Capítulo XI. Jesus glorioso
Capítulo XII. O S.S. Sacramento do altar
Capítulo XIII. A última recomendação

5 de fevereiro de 2014

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 24

Pe. Dr. L. Rumble, M. S. C.
Transcrição do livro de 1959 - 27 págs


OS MÓRMONS OU SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS

Escrevo este livrinho por um senso de dever para com os próprios Santos dos Últimos Dias, mesmo mais do que para outros que pudessem estar interessados no estudo de uma religião tão notável quer pela sua natureza quer pelas suas realizações, pois estou convencido de que muitos bons e sinceros crentes do Livro de Mórmon, professando-se cristãos, como se professam, realmente não se dão conta das reais implicações dos ensinamentos que até agora tomaram como pressupostos. E nem por um momento penso que eles desejariam considerar como uma explanação da religião de Cristo aquilo que na realidade é uma contradição dessa religião — se verdadeiramente ela fosse tal.

Por certo, eu sustento que, diferindo, como diferem, das crenças dos cristãos mantidas durante dois mil anos, e dependendo, como dependem, de interpretações da Bíblia opostas às de todos os grandes sábios cristãos, antigos e modernos, a crenças dos Mórmons são inconciliáveis com a Fé Cristã.

Mas, embora isso corra por conta de uma aparente falta de simpatia de minha parte para com o sistema religioso que discuto, entretanto não significa que em qualquer tempo eu haja conscientemente ignorado as exigências da exatidão; e ainda menos implica que eu tenha falta de caridade para com as pessoas dos próprios Mórmons. Se assim fosse, este livrinho nunca teria sido escrito.


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OBS.: Agradeço ao amigo do blog, Sr. Ricardo, pelo envio deste arquivo. Que Nossa Senhora  lhe recompense a generosidade de digitalizar este livro para alertar muitas almas sobre esta seita!

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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