23 de dezembro de 2013

Mais um excelente livro de Mons. Negromonte

para o Curso Elementar
Mons. Álvaro Negromonte
Livro de 1962 - 223 págs


ÍNDICE

Nota da Editora
Advertência Preliminar

I PARTE — O CREDO

I Unidade: DEUS
Deus
Como Deus é
Deus governa o mundo
Santíssima Trindade

II Unidade: AS CRIATURAS
Os Anjos
O homem
Adão e Eva
O pecado original

III Unidade: VIDA DO SALVADOR
Promessa do Salvador
A vinda do Messias
O nascimento de Cristo

IV Unidade: A VIDA DE JESUS
Os pastores e os reis
A infância de Cristo
Os santos inocentes
Como vivia o Menino Jesus
O precursor
A vida pública
Dous o homem

V Unidade: NOSSA REDENÇÃO
A Paixão de Cristo
Crucifixão e Morte
A Ressurreição
A Ascensão
O juízo universal

VI Unidade: O ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo

VII Unidade: A IGREJA
A Igreja
A Igreja é a continuação de Cristo
A verdadeira Igreja 
Os fiéis da Igreja
Comunhão dos santos

VIII Unidade: A VIDA ETERNA
A vida eterna

II PARTE  — OS MANDAMENTOS

I Unidade: AS VIRTUDES TEOLOGAIS
A fé
A esperança
A caridade

II Unidade: A LEI DIVINA
A lei de Deus
O pecado

III Unidade: CULTO A DEUS
O culto divino
O santo nome de Deus
O dia do Senhor
O dever da oração
O terço
O ano litúrgico

IV Unidade: DEVERES PARA COM O PRÓXIMO
Deveres dos filhos
Respeito à vida
Sejamos puros
Os bens materiais
Falar a verdade

V Unidade; MANDAMENTOS DA IGREJA
Os mandamentos da Igreja
A Santa Missa
Abstinência e jejum
Manter o culto

III PARTE — OS SACRAMENTOS

I Unidade : FONTE DE GRAÇAS
Os sacramentos

II Unidade: NASCEMOS E CRESCEMOS
Batismo
Crisma

III Unidade: ALIMENTO E REMÉDIO
Eucaristia
A sagrada comunhão
A confissão

IV Unidade: ÀS PORTAS DA ETERNIDADE
Extrema-unção

V Unidade: SACRAMENTOS SOCIAIS
O sacerdócio
O matrimônio 

VI Unidade: A VIDA CRISTÃ
A vida cristã

18 de dezembro de 2013

Mulher, por que chorais?

R.P. Lacordaire
Livro de 1940 - 123 págs

Fonte
[...] Escrevo dessa mulher. Louvada em todo o universo pelo Evangelho, ela não precisa de que uma pena mortal reavive nas sombras do século XIX a sua glória temporal. Nome algum mais que o seu tem resistido à indiferença, porque o próprio pecado lhe abre caminhos na admiração dos homens e a virtude lhe faz outra senda na geração dos corações sem mácula. Maria Madalena toca nos dois lados da nossa vida; a pecadora unge-nos com as suas lágrimas, a santa unge-nos com a sua ternura; uma embalsama-nos as feridas aos pés de Cristo, a outra ensaia-nos nos arroubos da sua ascensão. Porém, se Maria Madalena não precisa ser louvada por outra boca mais que a de Deus [...]

~ * ~

ÍNDICE

A Provença
Cap. 1 — Da amizade em Jesus Cristo
Cap. 2 — Das amizades de Jesus na vila de Bethânia
Cap. 3 — Da primeira unção de Jesus por Maria de Bethânia, ou, por outra, Maria Madalena
Cap. 4 — Da segunda unção de Jesus por Maria Madalena
Cap. 5 — De Maria Madalena na cruz e no túmulo de Jesus
Cap. 6 — De Maria Madalena em Provença
Cap. 7 — De Santa Maria Madalena em Sainte-Baume e em São Máximo
Epílogo

13 de dezembro de 2013

Paz à alma nestes tumultuosos dias

Fulton J. Sheen
Livro de 1953 - 281 págs


     Fulton J. Sheen, um dos principais expositores da doutrina católica da América de hoje, aponta neste seu magistral livro um caminho ao homem para trazer-lhe a paz à alma nestes tumultuosos dias. Pede-nos que deixemos de censurar nosso subconsciente como culpado de todos os nossos males e em vez disso examinemos nossa consciência; que nos afastemos do psicanalista e nos voltemos para Deus, que nos perdoará nossos pecados se tivermos a honestidade de reconhecê-los. Mostra-nos que a paz da alma não pode provir do próprio homem mas deve chegar a nós por meio do auxílio divino.

9 de dezembro de 2013

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 01

Contra a Heresia Espírita
__________ 1 __________
Frei Boaventura, O. F. M
Livro de 1953 - 28 págs transcritas



Campanha Nacional contra a Heresia Espírita

O texto desta Campanha, de que fala o Episcopado, prevê uma atividade simplesmente preventiva entre os fiéis católicos, visando opor um dique à expansão da heresia espírita nos meios católicos do Brasil e procurando levar todos os católicos à informação segura e insofismável de que é impossível ser, ao mesmo tempo, católico e espírita, para deste modo destruir esse tipo híbrido de católico-espírita atualmente tão comum entre nós. Trata-se, pois, de uma campanha de esclarecimento dos católicos. Alarmados, os espíritas falaram logo em "perseguição religiosa". A campanha não visa atacar os espíritas; quer apenas desmascarar sua doutrina, para mostrar a total e absoluta incompatibilidade e frontal oposição entre a Doutrina Cristã e a Doutrina Espírita. Por isso prevê e prescreve a todos os párocos e curas de alma pregações frequentes sobre a heresia espírita; manda incluir em todos os catecismos um capítulo especial sobre o Espiritismo; procura tornar aptos os catequistas e militantes da Ação Católica a refutar as vis e caluniosas acusações que os espíritas não se cansam de repetir contra a Igreja; prescreve cursos intensivos sobre o Espiritismo nos Seminários Maiores; exige de todos os membros de Associações Religiosas um juramento antiespírita; aproveitará as devoções populares para instruir o povo sobre as superstições, a magia, a evocação dos mortos, etc.; favorecerá a prática das bênçãos dos enfermos; difundirá o uso dos sacramentais, pleiteando até mesmo a licença de administrá-los em língua vernácula; suscitará obras sociais católicas ou de inspiração católica; denunciará como espíritas todas as instituições que o sejam, apesar de se acobertarem sob nomes cristãos e católicos, etc. Portanto uma intensa campanha de esclarecimento e não de perseguição. Estamos em plano de defesa contra o ataque espírita que, por todos os meios e de todos os modos, procura insinuar-se nos ambientes católicos, divulgando as mais absurdas calúnias contra a Igreja, repetindo velhas acusações já mil vezes desfeitas e refutadas e propagando toda sorte de erros e heresias para confundir a boa fé de nossa gente católica.

5 de dezembro de 2013

O Sacerdócio em face da realidade divina

Pe. M. E. de La Croix
Livro de 1942 - 164 págs

Considerações práticas
Destinadas a todos os fiéis;
sacerdotes e seminaristas,
famílias cristãs e almas piedosas.


ÍNDICE
PREFÁCIO
Primeira Parte
O CHAMADO AO SACERDÓCIO
Capítulo Primeiro
O SACERDÓCIO SUPÕE UMA ESCOLHA DIVINA
1. —  Uma escolha
2. —  Escolha divina
3. —  Escolha divina no origem
4. —  Escolha divina no fim
6. —  Escolha divina na participação do Sacerdócio de Jesus

Capítulo Segundo
O SACERDÓCIO É UMA GRAÇA PARA O ELEITO
1. —  Graça privilegiada
2. —  Graça supereminente pela identificação ao Sacerdócio de Jesus
3. —  Graça que confere ao Sacerdote a mesma missão eficaz que a Jesus
4. —  Graça que torna o Sacerdote depositário e dispensador dos merecimentos infinitos de Jesus
5. — Graça que estabelece o Sacerdote, por vocação, num estado de santidade

Capítulo Terceiro
O SACERDÓCIO É UMA HONRA PARA A FAMÍLIA
1. — O Sacerdócio confere um título de nobreza divina
2. —  Honra que lhe vem da escolha divina
3. —  Honra que lhe vem da dignidade sobreeminente do Sacerdote
4. —  Honra que   lhe vem da missão sobrenatural do Sacerdote
5. — Honra que lhe vem do lugar que o Sacerdote ocupa na Igreja e na sociedade

Capítulo Quarto
O SACERDÓCIO É UMA BÊNÇÃO PARA A SOCIEDADE
1. —  Cada novo Sacerdote atrai os olhares benévolos de Jesus sobre a sociedade
2. —  Cada novo Sacerdote é para a sociedade um penhor de graças e de bênçãos
3. — Pelo seu Sacerdócio, cada Sacerdote é um para-raios para seu país
4. — Cada novo Sacerdote é destinado a levantar o nível moral e espiritual dos seus compatrícios
5. — Cada novo Sacerdote é um cidadão observante das leis, guarda da ordem e amigo da concórdia
Segunda Parte
CONDIÇÕES E QUALIDADES DO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
A VIRTUDE
1. — Porque o Sacerdote é consagrado às coisas de Deus
2. — Porque o Sacerdote tem a obrigação sagrada de parecer-se com seu Mestre 
3. — Porque o Sacerdote deve ser um exemplo para os outros
4. — Porque a virtude é uma condição essencial da fecundidade do seu ministério
5. — Porque, pela falta de virtude, o Sacerdote deslustra o seu Sacerdócio e se torna uma pedra de escândalo para as almas

Capítulo Segundo
A CIÊNCIA
1. — Obrigação, para o Sacerdote, de conhecer a doutrina de seu Mestre    
2. — Obrigação de ensiná-la
3. — A ciência é necessária para refutar os erros e combater os inimigos da Igreja
4. — A ciência é necessária em face da classe instruída e dirigente
5. — A ignorância no Padre rebaixa-o a seus próprios olhos e aos olhos dos outros e diminui a eficácia do seu ministério

Capítulo Terceiro
O ZELO
1. — O zelo, consequência da consagração sacerdotal
2. — O zelo, necessidade do Sacerdote que compreende a sua missão
3. — O zelo, sustentáculo do Sacerdote em seus trabalhos       
4. — O zelo, necessidade para o Sacerdote em face da indiferença e da corrupção universais
5. — A ausência do zelo torna o Sacerdote um servo inútil e um escândalo para as almas

Capítulo Quarto
A BOA EDUCAÇÃO
1. — A boa educação convém à dignidade do Sacerdote
2. — A boa educação convém à situação do Sacerdote na sociedade
3. — A boa educação é necessária para atingir as classes superiores da sociedade
4. — A boa educação é um melo de tornar a virtude mais simpática e o ministério mais frutuoso
5. — A falta de boa educação diminui o prestigio do Sacerdote e torna-se um obstáculo ao seu zelo
Terceira Parte
OS EFEITOS DO SACERDÓCIO NO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
O QUE TORNA O PADRE SANTO
1. — A consciência da sublimidade e da perfeição do seu estado
2. —  O desejo único da glória de Deus
3. —  O espírito sobrenatural
4. —  A vida interior
5. —  O amor de Jesus

Capítulo Segundo
O QUE TORNA O SACERDOTE INFLUENTE
1. —  A vida irrepreensível e santa
2. —  O desinteresse
3. —  A bondade
4. — O zelo das almas
5. — A seriedade da vida

Capítulo Terceiro
O QUE TORNA O SACERDOTE FECUNDO EM OBRAS
1. —  O Sacerdote, homem de Deus
2. —  O Sacerdote, homem de oração
3. —  O Sacerdote, homem de ação
4. —  O Sacerdote, amigo dos pequenos e dos fracos
5. —  O Sacerdote, de caridade

Capítulo Quarto
O QUE TORNA O SACERDOTE ÚTIL À IGREJA
1. —  A sã doutrina do Evangelho
2. —  A ciência eclesiástica
3. —  O devotamente à Igreja
4. — O respeito e a submissão à autoridade
5. —  O amor do dever
Quarta Parte
COMO FAVORECER AS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
Capítulo Primeiro
A PROCURA E A ESCOLHA DAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
1. —  Preocupar-se com as vocações
2. —  Estudar cuidadosamente os indivíduos
3. — Só ter em vista a glória de Deus e o bem das almas
4. — Fazer nascer o pensamento e o desejo da vocação sacerdotal entre os meninos
5. — Levar em conta o temperamento dos meninos e a moralidade dos pais

Capítulo Segundo
A CULTURA DAS VOCAÇÕES EM BAIXA IDADE
1. —  Importância da primeira orientação
2. — A frequência dos sacramentos e a devoção à SS. Virgem
3. — Papel dos Pais
4. — Papel dos Pastores
5. — Papel doe Educadores

Capítulo Terceiro
A FORMAÇÃO NO SEMINÁRIO
1. — Pela piedade sólida
2. — Pela vida de oração e da sacrifício
3. — Pelo estado sério dos deveres e dos perigos para o Sacerdote
4. — Pelo conhecimento e pelo amor de Jesus
5. — Pela vida eucarística

Capítulo Quarto
A ORAÇÃO E OS SOCORROS MATERIAIS
1. — A recomendação de Jesus
2. — Pedir Sacerdotes santos e instruídos
3. — Socorro material
4. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é dar à Igreja e auxiliá-la na sua missão
5. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é fornecer salvadores às almas

2 de dezembro de 2013

Sem ordem não há virtude

pelo Rev. Pe. Quadrupani
Livro de 1905 -  146 págs


lNTRODUÇÃO

1. As ações já boas de si mesmas, diz Santo Agostinho, tornam-se tanto mais virtuosas e dignas de elogio, quanto melhor forem coordenadas; porque sem ordem não há virtude.
2. É por isso que vos apresentamos uma regra de vida, que abrange todos os deveres do homem para com Deus, para com seus semelhantes e para consigo mesmo.
3. Lembrai-vos, porém, de que estas regras de proceder, dispostas para vossa direção, não obrigam sob pena do pecado, nem ainda venial; vede nelas uma direção e não um preceito. As cadeias são para os escravos, e não para os filhos de Deus; estes não conhecem outras prisões que as do amor e da Vontade Divina. Não é pelo temor dos castigos, mas pelo seu amor, que um filho afetuoso e reconhecido atrai as complacências de seu bom pai.
~ * ~ * ~
ÍNDICE
Introdução
Prefação do tradutor 
 I. RELAÇÕES COM DEUS
Da oração
Da Meditação
Das orações jaculatórias
Da Missa
Da confissão, comunhão e leitura espiritual
Da santificação dos dias santos

II. Da Relações com o próximo
Com que amor devemos amar o próximo
Dos juízos temerários e das suspeitas
Da maledicência e das palavras injuriosas
Da esmola
Das relações sociais em geral
Das relações de família
Das relações particulares ou da amizade

III. Das relações conosco
Das ocupações
Da recreação
Do vestir
Da mortificação
Da perfeição
Da liberdade e tranquilidade de espirito
Devemos considerar tudo que acontece como vindo de Deus

IV.  APÊNDICE
Dos escrúpulos
Da exata obediência ao seu Diretor
Curtas aspirações
Do exame de consciência
Máximas

25 de novembro de 2013

Confiram!!! Transcrição do Catecismo Mariano

Livro de 1947 - 108 págs


     A Virgem Maria, Mãe de Deus, é a mais eminente de todas as criaturas. Por predestinação de Maria, entende-se o lugar especial que ela ocupou no pensamento de Deus ao fixar o plano da criação. A igreja, na liturgia e pela boca de seus doutores, ensina esta gloriosa predestinação. É este fato que explica todos os privilégios que descobrimos na Santíssima Virgem.

ÍNDICE

I. — Vida da Santíssima Virgem
CAPÍTULO I. — Predestinação de Maria. — Leitura: Uma grande graça de N. Sra. da Salette
CAPÍTULO II. — Promessas e figuras de Maria. — Leitura: O culto de Maria no Oriente
CAPÍTULO III. — Vida da Santíssima Virgem antes da Anunciação. — Leitura: Manuel Belgrano
CAPÍTULO IV. — A Anunciação e o nascimento de Jesus. — Leitura: Fragmento de um símbolo de Maria
CAPÍTULO V. — Da fuga para o Egito até a Paixão. — Leitura: História e tradições
CAPÍTULO VI. — últimos anos da Santíssima Virgem. — Leitura: Relíquias da Santíssima Virgem   

II. — Grandezas e culto de Maria
CAPÍTULO VII. — Grandezas e privilégios de Maria. — Leitura: Maria destruiu todas as heresias
CAPÍTULO VIU. — Culto exterior. — As festividades. — Leitura: Estampas e estátuas de Maria
CAPÍTULO IX. — Peregrinações. — Confrarias. — Leitura: O santuário de Nossa Senhora de Lourdes
CAPÍTULO X. — Orações em honra da Virgem Maria. — Leitura: O Rosário na história da França
CAPÍTULO XI. — Práticas diversas. — Leitura: Invocação de Maria  

III. — História do culto mariano
CAPÍTULO XII. — Devoção a Maria. — Leitura: A bondade e sabedoria de Maria
CAPÍTULO XIII. — Necessidade e vantagens da devoção a Maria Santíssima. — Leitura: O culto de Maria no mar
CAPÍTULO XIV. — Imitação das virtudes de Maria. Leitura: O Venerável Padre Champagnat e a Santíssima Virgem
CAPÍTULO XV. — Desenvolvimento do culto de Maria. — Leitura: Dias consagrados a Maria
CAPÍTULO XVI. — A Virgem Maria e as artes. — Leitura: A Santíssima Virgem e a vida religiosa
CAPÍTULO XVII. — Os grandes servos de Maria. — Leitura: N. Sra. Aparecida — Outros casos Suplemento


__________
OBS.: Que Nossa Senhora, a maior glorificada nesta obra, cumule de bençãos o leitor que a transcreveu e nos enviou.

22 de novembro de 2013

A linguagem doutrinária da Santa Igreja

 pelo Pe. José Lourenço
Livro de 1945 - 246 págs


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O presente livro traz definições breves e acessíveis a todos, dos principais termos (de A a Z) presentes na linguagem doutrinária da Santa Igreja.

CARTA AO AUTOR

Meu reverendo e caro Padre

Muito obrigado por me ter dado ensejo de ler o seu novo livro Dicionário da Doutrina Católica. É um dicionário popular, sem dúvida, mas muito útil e oportuno.
Se a frase do Pe. Mateo, o povo português é o melhor do mundo mas é muito ignorante, é um pouco exagerada quanto à primeira parte, é bem certa e verdadeira quanto à segunda.
A ignorância em assuntos religiosos, mesmo entre a classe culta, é tão grande que por vezes nos espanta e entristece-nos sempre.
Urge combater com todas as nossas forças essa praga, causa de muitos outros males morais.
Ao sacerdote mais do que a ninguém compete ser a luz do mundo e «ir por toda a parte ensinar todos os povos».
Quantas vezes o nosso bom povo pede pão e não há quem lho reparta? (Lam. IV, 4).
Após os numerosos livros e opúsculos de V. R.ma: O Santo Evangelho de Jesus Cristo, Cartas confidenciais sobre o Casamento, Considerações Cristãs, Lições de Doutrina Católica, Vida dos Santos do Calendário Romano, Catequese Prática, Hora Santa, Quadros da História Bíblica, Como Pedrinho conheceu Jesus, O meu livro de Doutrina e de Missa», etc. este vem em boa hora e irá por toda a parte espalhar a boa doutrina. A sua luz modesta, mas segura e clara, muito poderá contribuir para esclarecer os espíritos ávidos de verdade. A todos dará conhecimentos sobre a doutrina católica, em alguns talvez desperte a vontade de a aprofundar mais.
Felicito V. R.ma por teimar em não pôr debaixo do alqueire a candeia acesa e em praticar obras boas, luminosas, das que recomendava o divino Mestre: «luza a vossa luz diante dos homens de tal sorte que, vendo as vossas obras boas, deem glória a vosso Pai que está nos céus» (Mt. V, 16).
Glorificar a Deus, contribuindo para o bem do povo, é bem realizar o belo lema de que fala o Doutor Angélico: contemplata aliis tradere, dar aos outros o fruto da sua contemplação.
Contemplação que é o resultado do estudo e da oração, da graça de Deus e do esforço pessoal. Estudo e esforço que frequentemente são um sacrifício, uma penitência, sobretudo quando outros trabalhos apostólicos absorvem a nossa atividade e nos vão roubando com o tempo as forças e o vigor do espírito.
Ainda assim é para desejar que V. R.ma se imponha muitas destas penitências para bem do povo cristão. Feliz penitência que tão «dignos frutos» produz e que animada pelo amor de Deus e do próximo tanto pode merecer!
Aceite, reverendo e caro Padre, com as felicitações e os agradecimentos reiterados, a expressão de estima e dedicação do
                              V. R.ma
                          ínfimo servo em J. C.

Porto, Páscoa da Ressurreição de
Nosso Senhor Jesus Cristo, 1-IV-1945.
  
                                          Fr. Tomás Maria Videira O. P.

~ * ~

DUAS PALAVRAS
  
Três fins me propus na organização deste Dicionário:
Ø — Oferecer a Deus o meu trabalho como uma penitência;
Ø — Contribuir para o bem do povo cristão;
Ø  — Glorificar a Deus com o bem que pode produzir.
Penso que os cristãos encontrarão na leitura deste livro: instrução e educação, — os dois requisitos indispensáveis para, com a graça de Deus, poderem viver como verdadeiros cristãos. Assim lhes desejo e assim seja.
O AUTOR.



__________
OBS.: Agradeço ao leitor que enviou estes arquivos por email e que gentilmente tem colaborado com o blog, certamente Nossa Senhora também o recompensará de forma muito generosa por estar contribuindo para dar maior honra e glória à nossa Santa Madre Igreja!

Qualquer quantia tem grande valor

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O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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