Se algum arquivo lhe foi útil, considere ajudar-nos na manutenção de todo este processo com novas digitalizações e as despesas que elas geram. O trabalho é voluntário, mas alguns custos se fazem necessários para que as obras continuem sendo disponibilizadas.

Sua ajuda abrasará almas, certamente Nossa Senhora lhe recompensará!

23 de dezembro de 2013

Mais um excelente livro de Mons. Negromonte

Pe. Álvaro Negromonte
Edição de 1950 - 32 págs


ADVERTÊNCIA
Aqui estão dois modos de ouvir Missa:
O primeiro é para a criança seguir sozinha.
O segundo é a Missa Recitada, para seguir em comum.




Pra ter acesso ao acervo  obras de Monsenhor Negromonte


18 de dezembro de 2013

Mulher, por que chorais?

R.P. Lacordaire
Livro de 1940 - 123 págs

Fonte
[...] Escrevo dessa mulher. Louvada em todo o universo pelo Evangelho, ela não precisa de que uma pena mortal reavive nas sombras do século XIX a sua glória temporal. Nome algum mais que o seu tem resistido à indiferença, porque o próprio pecado lhe abre caminhos na admiração dos homens e a virtude lhe faz outra senda na geração dos corações sem mácula. Maria Madalena toca nos dois lados da nossa vida; a pecadora unge-nos com as suas lágrimas, a santa unge-nos com a sua ternura; uma embalsama-nos as feridas aos pés de Cristo, a outra ensaia-nos nos arroubos da sua ascensão. Porém, se Maria Madalena não precisa ser louvada por outra boca mais que a de Deus [...]

~ * ~

ÍNDICE

A Provença
Cap. 1 — Da amizade em Jesus Cristo
Cap. 2 — Das amizades de Jesus na vila de Bethânia
Cap. 3 — Da primeira unção de Jesus por Maria de Bethânia, ou, por outra, Maria Madalena
Cap. 4 — Da segunda unção de Jesus por Maria Madalena
Cap. 5 — De Maria Madalena na cruz e no túmulo de Jesus
Cap. 6 — De Maria Madalena em Provença
Cap. 7 — De Santa Maria Madalena em Sainte-Baume e em São Máximo
Epílogo

13 de dezembro de 2013

Paz à alma nestes tumultuosos dias

Fulton J. Sheen
Livro de 1953 - 281 págs


     Fulton J. Sheen, um dos principais expositores da doutrina católica da América de hoje, aponta neste seu magistral livro um caminho ao homem para trazer-lhe a paz à alma nestes tumultuosos dias. Pede-nos que deixemos de censurar nosso subconsciente como culpado de todos os nossos males e em vez disso examinemos nossa consciência; que nos afastemos do psicanalista e nos voltemos para Deus, que nos perdoará nossos pecados se tivermos a honestidade de reconhecê-los. Mostra-nos que a paz da alma não pode provir do próprio homem mas deve chegar a nós por meio do auxílio divino.

9 de dezembro de 2013

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 01

Frei Boaventura, O. F. M
Livro de 1953 - 28 págs transcritas



Campanha Nacional contra a Heresia Espírita

O texto desta Campanha, de que fala o Episcopado, prevê uma atividade simplesmente preventiva entre os fiéis católicos, visando opor um dique à expansão da heresia espírita nos meios católicos do Brasil e procurando levar todos os católicos à informação segura e insofismável de que é impossível ser, ao mesmo tempo, católico e espírita, para deste modo destruir esse tipo híbrido de católico-espírita atualmente tão comum entre nós. Trata-se, pois, de uma campanha de esclarecimento dos católicos. Alarmados, os espíritas falaram logo em "perseguição religiosa". A campanha não visa atacar os espíritas; quer apenas desmascarar sua doutrina, para mostrar a total e absoluta incompatibilidade e frontal oposição entre a Doutrina Cristã e a Doutrina Espírita. Por isso prevê e prescreve a todos os párocos e curas de alma pregações frequentes sobre a heresia espírita; manda incluir em todos os catecismos um capítulo especial sobre o Espiritismo; procura tornar aptos os catequistas e militantes da Ação Católica a refutar as vis e caluniosas acusações que os espíritas não se cansam de repetir contra a Igreja; prescreve cursos intensivos sobre o Espiritismo nos Seminários Maiores; exige de todos os membros de Associações Religiosas um juramento antiespírita; aproveitará as devoções populares para instruir o povo sobre as superstições, a magia, a evocação dos mortos, etc.; favorecerá a prática das bênçãos dos enfermos; difundirá o uso dos sacramentais, pleiteando até mesmo a licença de administrá-los em língua vernácula; suscitará obras sociais católicas ou de inspiração católica; denunciará como espíritas todas as instituições que o sejam, apesar de se acobertarem sob nomes cristãos e católicos, etc. Portanto uma intensa campanha de esclarecimento e não de perseguição. Estamos em plano de defesa contra o ataque espírita que, por todos os meios e de todos os modos, procura insinuar-se nos ambientes católicos, divulgando as mais absurdas calúnias contra a Igreja, repetindo velhas acusações já mil vezes desfeitas e refutadas e propagando toda sorte de erros e heresias para confundir a boa fé de nossa gente católica.

5 de dezembro de 2013

O Sacerdócio em face da realidade divina

Pe. M. E. de La Croix
Livro de 1942 - 164 págs

Considerações práticas
Destinadas a todos os fiéis;
sacerdotes e seminaristas,
famílias cristãs e almas piedosas.


ÍNDICE
PREFÁCIO
Primeira Parte
O CHAMADO AO SACERDÓCIO
Capítulo Primeiro
O SACERDÓCIO SUPÕE UMA ESCOLHA DIVINA
1. —  Uma escolha
2. —  Escolha divina
3. —  Escolha divina no origem
4. —  Escolha divina no fim
6. —  Escolha divina na participação do Sacerdócio de Jesus

Capítulo Segundo
O SACERDÓCIO É UMA GRAÇA PARA O ELEITO
1. —  Graça privilegiada
2. —  Graça supereminente pela identificação ao Sacerdócio de Jesus
3. —  Graça que confere ao Sacerdote a mesma missão eficaz que a Jesus
4. —  Graça que torna o Sacerdote depositário e dispensador dos merecimentos infinitos de Jesus
5. — Graça que estabelece o Sacerdote, por vocação, num estado de santidade

Capítulo Terceiro
O SACERDÓCIO É UMA HONRA PARA A FAMÍLIA
1. — O Sacerdócio confere um título de nobreza divina
2. —  Honra que lhe vem da escolha divina
3. —  Honra que lhe vem da dignidade sobreeminente do Sacerdote
4. —  Honra que   lhe vem da missão sobrenatural do Sacerdote
5. — Honra que lhe vem do lugar que o Sacerdote ocupa na Igreja e na sociedade

Capítulo Quarto
O SACERDÓCIO É UMA BÊNÇÃO PARA A SOCIEDADE
1. —  Cada novo Sacerdote atrai os olhares benévolos de Jesus sobre a sociedade
2. —  Cada novo Sacerdote é para a sociedade um penhor de graças e de bênçãos
3. — Pelo seu Sacerdócio, cada Sacerdote é um para-raios para seu país
4. — Cada novo Sacerdote é destinado a levantar o nível moral e espiritual dos seus compatrícios
5. — Cada novo Sacerdote é um cidadão observante das leis, guarda da ordem e amigo da concórdia
Segunda Parte
CONDIÇÕES E QUALIDADES DO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
A VIRTUDE
1. — Porque o Sacerdote é consagrado às coisas de Deus
2. — Porque o Sacerdote tem a obrigação sagrada de parecer-se com seu Mestre 
3. — Porque o Sacerdote deve ser um exemplo para os outros
4. — Porque a virtude é uma condição essencial da fecundidade do seu ministério
5. — Porque, pela falta de virtude, o Sacerdote deslustra o seu Sacerdócio e se torna uma pedra de escândalo para as almas

Capítulo Segundo
A CIÊNCIA
1. — Obrigação, para o Sacerdote, de conhecer a doutrina de seu Mestre    
2. — Obrigação de ensiná-la
3. — A ciência é necessária para refutar os erros e combater os inimigos da Igreja
4. — A ciência é necessária em face da classe instruída e dirigente
5. — A ignorância no Padre rebaixa-o a seus próprios olhos e aos olhos dos outros e diminui a eficácia do seu ministério

Capítulo Terceiro
O ZELO
1. — O zelo, consequência da consagração sacerdotal
2. — O zelo, necessidade do Sacerdote que compreende a sua missão
3. — O zelo, sustentáculo do Sacerdote em seus trabalhos       
4. — O zelo, necessidade para o Sacerdote em face da indiferença e da corrupção universais
5. — A ausência do zelo torna o Sacerdote um servo inútil e um escândalo para as almas

Capítulo Quarto
A BOA EDUCAÇÃO
1. — A boa educação convém à dignidade do Sacerdote
2. — A boa educação convém à situação do Sacerdote na sociedade
3. — A boa educação é necessária para atingir as classes superiores da sociedade
4. — A boa educação é um melo de tornar a virtude mais simpática e o ministério mais frutuoso
5. — A falta de boa educação diminui o prestigio do Sacerdote e torna-se um obstáculo ao seu zelo
Terceira Parte
OS EFEITOS DO SACERDÓCIO NO SACERDOTE
Capítulo Primeiro
O QUE TORNA O PADRE SANTO
1. — A consciência da sublimidade e da perfeição do seu estado
2. —  O desejo único da glória de Deus
3. —  O espírito sobrenatural
4. —  A vida interior
5. —  O amor de Jesus

Capítulo Segundo
O QUE TORNA O SACERDOTE INFLUENTE
1. —  A vida irrepreensível e santa
2. —  O desinteresse
3. —  A bondade
4. — O zelo das almas
5. — A seriedade da vida

Capítulo Terceiro
O QUE TORNA O SACERDOTE FECUNDO EM OBRAS
1. —  O Sacerdote, homem de Deus
2. —  O Sacerdote, homem de oração
3. —  O Sacerdote, homem de ação
4. —  O Sacerdote, amigo dos pequenos e dos fracos
5. —  O Sacerdote, de caridade

Capítulo Quarto
O QUE TORNA O SACERDOTE ÚTIL À IGREJA
1. —  A sã doutrina do Evangelho
2. —  A ciência eclesiástica
3. —  O devotamente à Igreja
4. — O respeito e a submissão à autoridade
5. —  O amor do dever
Quarta Parte
COMO FAVORECER AS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
Capítulo Primeiro
A PROCURA E A ESCOLHA DAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS
1. —  Preocupar-se com as vocações
2. —  Estudar cuidadosamente os indivíduos
3. — Só ter em vista a glória de Deus e o bem das almas
4. — Fazer nascer o pensamento e o desejo da vocação sacerdotal entre os meninos
5. — Levar em conta o temperamento dos meninos e a moralidade dos pais

Capítulo Segundo
A CULTURA DAS VOCAÇÕES EM BAIXA IDADE
1. —  Importância da primeira orientação
2. — A frequência dos sacramentos e a devoção à SS. Virgem
3. — Papel dos Pais
4. — Papel dos Pastores
5. — Papel doe Educadores

Capítulo Terceiro
A FORMAÇÃO NO SEMINÁRIO
1. — Pela piedade sólida
2. — Pela vida de oração e da sacrifício
3. — Pelo estado sério dos deveres e dos perigos para o Sacerdote
4. — Pelo conhecimento e pelo amor de Jesus
5. — Pela vida eucarística

Capítulo Quarto
A ORAÇÃO E OS SOCORROS MATERIAIS
1. — A recomendação de Jesus
2. — Pedir Sacerdotes santos e instruídos
3. — Socorro material
4. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é dar à Igreja e auxiliá-la na sua missão
5. — Concorrer para a instrução dos Clérigos é fornecer salvadores às almas

2 de dezembro de 2013

Sem ordem não há virtude

pelo Rev. Pe. Quadrupani
Livro de 1905 -  146 págs


lNTRODUÇÃO

1. As ações já boas de si mesmas, diz Santo Agostinho, tornam-se tanto mais virtuosas e dignas de elogio, quanto melhor forem coordenadas; porque sem ordem não há virtude.
2. É por isso que vos apresentamos uma regra de vida, que abrange todos os deveres do homem para com Deus, para com seus semelhantes e para consigo mesmo.
3. Lembrai-vos, porém, de que estas regras de proceder, dispostas para vossa direção, não obrigam sob pena do pecado, nem ainda venial; vede nelas uma direção e não um preceito. As cadeias são para os escravos, e não para os filhos de Deus; estes não conhecem outras prisões que as do amor e da Vontade Divina. Não é pelo temor dos castigos, mas pelo seu amor, que um filho afetuoso e reconhecido atrai as complacências de seu bom pai.
~ * ~ * ~
ÍNDICE
Introdução
Prefação do tradutor 
 I. RELAÇÕES COM DEUS
Da oração
Da Meditação
Das orações jaculatórias
Da Missa
Da confissão, comunhão e leitura espiritual
Da santificação dos dias santos

II. Da Relações com o próximo
Com que amor devemos amar o próximo
Dos juízos temerários e das suspeitas
Da maledicência e das palavras injuriosas
Da esmola
Das relações sociais em geral
Das relações de família
Das relações particulares ou da amizade

III. Das relações conosco
Das ocupações
Da recreação
Do vestir
Da mortificação
Da perfeição
Da liberdade e tranquilidade de espirito
Devemos considerar tudo que acontece como vindo de Deus

IV.  APÊNDICE
Dos escrúpulos
Da exata obediência ao seu Diretor
Curtas aspirações
Do exame de consciência
Máximas

25 de novembro de 2013

Confiram!!! Transcrição do Catecismo Mariano

Livro de 1947 - 108 págs


     A Virgem Maria, Mãe de Deus, é a mais eminente de todas as criaturas. Por predestinação de Maria, entende-se o lugar especial que ela ocupou no pensamento de Deus ao fixar o plano da criação. A igreja, na liturgia e pela boca de seus doutores, ensina esta gloriosa predestinação. É este fato que explica todos os privilégios que descobrimos na Santíssima Virgem.

ÍNDICE

I. — Vida da Santíssima Virgem
CAPÍTULO I. — Predestinação de Maria. — Leitura: Uma grande graça de N. Sra. da Salette
CAPÍTULO II. — Promessas e figuras de Maria. — Leitura: O culto de Maria no Oriente
CAPÍTULO III. — Vida da Santíssima Virgem antes da Anunciação. — Leitura: Manuel Belgrano
CAPÍTULO IV. — A Anunciação e o nascimento de Jesus. — Leitura: Fragmento de um símbolo de Maria
CAPÍTULO V. — Da fuga para o Egito até a Paixão. — Leitura: História e tradições
CAPÍTULO VI. — últimos anos da Santíssima Virgem. — Leitura: Relíquias da Santíssima Virgem   

II. — Grandezas e culto de Maria
CAPÍTULO VII. — Grandezas e privilégios de Maria. — Leitura: Maria destruiu todas as heresias
CAPÍTULO VIU. — Culto exterior. — As festividades. — Leitura: Estampas e estátuas de Maria
CAPÍTULO IX. — Peregrinações. — Confrarias. — Leitura: O santuário de Nossa Senhora de Lourdes
CAPÍTULO X. — Orações em honra da Virgem Maria. — Leitura: O Rosário na história da França
CAPÍTULO XI. — Práticas diversas. — Leitura: Invocação de Maria  

III. — História do culto mariano
CAPÍTULO XII. — Devoção a Maria. — Leitura: A bondade e sabedoria de Maria
CAPÍTULO XIII. — Necessidade e vantagens da devoção a Maria Santíssima. — Leitura: O culto de Maria no mar
CAPÍTULO XIV. — Imitação das virtudes de Maria. Leitura: O Venerável Padre Champagnat e a Santíssima Virgem
CAPÍTULO XV. — Desenvolvimento do culto de Maria. — Leitura: Dias consagrados a Maria
CAPÍTULO XVI. — A Virgem Maria e as artes. — Leitura: A Santíssima Virgem e a vida religiosa
CAPÍTULO XVII. — Os grandes servos de Maria. — Leitura: N. Sra. Aparecida — Outros casos Suplemento


__________
OBS.: Que Nossa Senhora, a maior glorificada nesta obra, cumule de bençãos o leitor que a transcreveu e nos enviou.

22 de novembro de 2013

21 de novembro de 2013

Algumas palavras nesta data especial!!

21 de novembro
Apresentação de Nossa Senhora no Templo

3º Aniversário do Alexandria Católica


 Há preciosas lições para a vida quotidiana, proporcionadas por essa comemoração:
ü como enfrentar os sofrimentos,
ü cumprir as obrigações para com Deus e
üa necessidade de recorrer à Auxiliadora dos Cristãos.

A Apresentação é a festa estabelecida pela Santa Igreja para consagrar a memória de um solene acontecimento na vida de Maria Santíssima, sendo Ela ainda criança.
Uma tradição constante, cuja origem remonta aos primeiros tempos do Cristianismo, nos informa que a Virgem Santíssima, aos três anos de idade, foi apresentada ao Templo de Jerusalém, onde se consagrou em corpo e alma ao Senhor .
O Oriente foi o primeiro a celebrar tal festa, como atesta um tópico da constituição do Imperador Manuel Commeno, em 1143. Dois séculos mais tarde tal comemoração passou ao Ocidente. O Papa Gregório XI introduziu-a no calendário romano, por volta de 1373.
A festa da Apresentação da Bem-aventurada Virgem Maria no Templo, além de celebrar esse episódio da vida de Nossa Senhora, visa recordar também todo o período que vai desde seu nascimento até a Anunciação do Anjo. Ao celebrá-la, a Igreja visa iluminar, tanto quanto possível, o silêncio existente na Sagrada Escritura a propósito do primeiro período da vida de Maria Santíssima.

Dotada da plenitude de suas faculdades, Nossa Senhora fez a Deus voto de castidade, tendo sido a primeira a portar esse sagrado estandarte, sob o qual se alistaram depois legiões de virgens.
Os judeus costumavam consagrar seus filhos ao serviço do Templo e fazer educar as meninas à sombra tutelar do sagrado edifício.
Tendo sabido Maria que seu pai e sua mãe - Joaquim e Ana, cujos nomes significam respectivamente preparação do Senhor e graça - fiéis a tão venerável costume, haviam prometido ao Senhor, ao pedir-Lhe um filho, que Lho ofereceriam, adiantou-se ao seu desejo e quis Ela mesma consagrar-se ao Senhor. E foi a primeira a lhes suplicar que cumprissem sua promessa. "Ana não vacilou, afirma São Gregório de Nissa, em aceder ao seu desejo; levou-A ao Templo, e A ofereceu ao Senhor".

Legiões de Anjos acompanham Maria Santíssima de Nazaré a Jerusalém
Vejamos como Ana e Joaquim fizeram a Deus o oferecimento d’Aquela que mais amavam no mundo. Saíram de Nazaré para Jerusalém, levando nos braços sua querida filha, que era muita pequena para enfrentar as fadigas de uma viagem de trinta léguas.
Associou-se a eles um reduzido número de parentes. "Porém os Anjos, diz São Gregório de Nicomédia, seguiam-nos e acompanhavam em numerosa corte à terna e pura Virgem, que ia oferecer-se no altar do Senhor".
Quando os santos viajantes chegaram ao Templo, Maria Santíssima voltou-se para seu pai e sua mãe, osculou suas mãos, pediu-lhes a bênção e, sem vacilar um instante, subiu ao santuário.
Exemplo para nós: devemos cumprir o dever para com Deus sem delongas e com entusiasmo, recordando-nos daquela frase da Escritura: "Maldito o que faz a obra do Senhor com negligência" (Jer. 48, 10).
O próprio Deus celebrou aquele dia memorável em que viu entrar no Templo sua casta Esposa, porque nunca se havia apresentado uma criatura tão pura e tão santa.

Modelo de filha, esposa, mãe, viúva e sobretudo de virgem
Maria Santíssima apresenta-se sempre como modelo de mulher cristã.
Como filha, ensina o meio de conservar seu mais belo ornato: a inocência.
Como esposa, obedece, ora, trabalha e cala. José decide e Maria parte para Belém, para o Egito, para Nazaré, para Jerusalém. Mansidão, obediência, trabalho, oração e silêncio, eis os exemplos que dá.
Como mãe, Maria ensina à mulher o meio de cumprir o mais sagrado de seus deveres, zelando por seu Filho desde o Presépio até a Cruz. Que as mães católicas nunca abandonem a educação dos que farão sua felicidade ou sua desgraça.
Ainda como mãe, Nossa Senhora ensina à mulher como deve sofrer. Ela ofereceu seu Filho a Deus, consentindo de antemão nos tormentos do Calvário e em presenciar, ao pé da Cruz, a agonia de Jesus. As mães católicas têm em Maria Santíssima o modelo de como devem aceitar os sofrimentos que a Providência consente em lhes mandar, na sua condição de mães: com mansidão, em silêncio, e oferecendo-os continuamente a Deus.
Como viúva, Maria ensina o grande segredo da vida recolhida: as virtudes domésticas, os salutares conselhos, as orações mais longas e as boas obras, tanto mais meritórias ante Deus quanto feitas com mais amor e mais ocultas à vista humana. Eis o exemplo que a Virgem Santíssima proporciona às senhoras que são viúvas.
Porém, pairando acima das condições anteriores, concomitante com todas elas, está sua condição de virgem, imaculada desde a Sua concepção. E não é por acaso que na Ladainha Lauretana a invocação Sancta Virgo Virginum vem logo após a invocação Sancta Dei Genitrix, como a dizer que não poderia ser Mãe de Deus quem não fosse a Virgem das Virgens.
Foi a virgindade de Maria Santíssima que suscitou a vocação em milhões de moças, em toda a história da Igreja, para se oferecerem a Deus como virgens, formando inúmeras congregações e ordens religiosas, para orar, trabalhar, lutar e sofrer enquanto virgens. E quantas não houve, que para defender sua virgindade, não hesitaram em sofrer o martírio! A graça e a fortaleza para praticar tal heroísmo lhes vinha da sublime virgindade da Mãe de Deus.
por Valdis Grinsteins



Que Aquela que foi abundantemente favorecida por Deus não se canse de distribuir Suas graças para todos os fiéis que à Ela recorrem.

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

Qualquer quantia tem grande valor!

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