28 de dezembro de 2019

Obra Rara ➜ Escrita por um de seus contemporâneos


Padre Pedro Rodrigues
Edição de 1897 - 261 págs

Dois arquivos disponíveis  Obra e Transcrição da Obra

Canonizado em 03/04/2014


ÍNDICE

Introdução

Vida do Padre José de Anchieta, pelo Padre Pedro Rodrigues

Cartas inéditas do Padre José de Anchieta
(copiadas do arquivo da Companhia de Jesus)

20 de dezembro de 2019

"A mulher que teme a Deus, essa há de ser louvada"


Pe. Geraldo Pires de Souza, C. SS. R.
Edição de 1968 - 248 págs


ÍNDICE

EVA: a mãe dos viventes
SARAI E AGAR: relações patroa-empregada
SARA E AGAR: desavenças entre duas mães
REBECA: a mãe parcial
LIA E RAQUEL: irmãs em conflito
TAMAR: astúcias de mulher
ESPOSA DE PUTIFAR: a sedutora repelida
ASENET: a esposa vencida
RAAB: a hospitaleira de má fama
RUTE: a nora afeiçoada
SEILAM: a maternidade fracassada
A MÃE DE SANSÃO: esposa singular e franca
DALILA: a mulher traidora
DÉBORA, JAEL. E A MÃE: três histórias diferentes
ANA: mãe pela oração
ABIGAIL: a esposa prudente
RESFA: a mãe dos filhos enforcados
MICAL: a esposa zombeteira
BETSABÉIA: esposa infiel e mãe penitente
MÃES INONIMADAS: lições das infelizes
JEZABEL: a esposa e mãe criminosa
A VIÚVA DE SAREPTA: a hospedagem abençoada
A VIÚVA E O PROFETA: a confiança recompensada
A MULHER DE SUNAM: o prêmio da fé
A MULHER DE JÓ: a esposa que não compreende
ANA E SARA: a inconformada e a casta
JUDITE: a heroína
VASTI: dignidade de mulher
ESTER E ZARES: a boa e a má
SUSANA: a vitória da inocência
A MÃE DOS MACABEUS: o testemunho da fé

16 de dezembro de 2019

Diário do "Papa Buono" ➜ dois downloads disponíveis

aos cuidados de Loris F. Capovilla
Resumido por Pe. Ronaldo Bernardes
Revisado por Mons. Inácio José Schuster
Transcrição da edição de 2000 - 58 págs

~ * ~ 

O "Diário" de João XXII
Pe. Pedro M Guimarães Ferreira, S.J.
Separata da Revista Verbum
Edição de 1976



   Este volume é um caso único. Não conheço outras complicações deste gênero, que revelem, através de uma série ininterrupta de notas espirituais, toda a vida de um sacerdote que veio a ser o Papa. Estes escritos espelham a alma de João XXIII mesmo naquilo que por detrás do sorriso e por vezes da brincadeira inocente, ele conservou mais ciosamente secreto: a sua oração, a sua alma. De fato, este volume contém as notas , os propósitos, as meditações feitas por ocasião de vários retiros e exercícios espirituais, desde 1895, quando o autor tinha apenas 14 anos, até 1962, poucos meses antes da sua morte, ocorrida na idade de 81 anos; abarca, portanto, ao longo de um arco de quase 70 anos, por assim dizer, toda a sua existência.


8 de dezembro de 2019

08/12 ➜ Orvalho Celeste que fertiliza a alma


Dom Eugénio Vandeur
Edição de 1954 - 204 págs



DEDICATÓRIA
À SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA
MÃE DE DEUS

É diante de Vós, ó Augustíssima Rainha do Céu e da terra, que primeiro me venho prostrar, para vos prestar as mais respeitosas homenagens do meu espírito e do meu coração. É a vossos pés, que venho depor estas palavras antes de as expor aos olhos dos vossos servos. Peço-vos humildemente que as recebais como vossas, e de igual sorte recomendo a quantos as lerem que as considerem como pertença vossa.

28 de novembro de 2019

O caminho da perfeição na vida conjugal


R.-P. Monjardet -  J. M. Perrin, O. P.
Th. Dehau, O. P. - A.-M. Carré, O. P.
Edição de 1964 - 300 págs


Esta obra compõe-se de quatro opúsculos preciosos, quatro balizas no caminho certo da perfeição cristã na vida conjugal, de autêntica espiritualidade do lar:

23 de novembro de 2019

Para a catequese da juventude


Cônego Paulo Dislácio
Transcrição da edição de 1963 - 104 págs

theraccolta:
“Saint Peter
”

É a fase heroica do Cristianismo, tão expressiva e tão grandiosa, de tão grande influência no desenvolvimento da civilização - o que mostra este livro escrito por um dos mais ilustrados membros do Cabido de Mariana, tradicional cidade de homens cultos.

21 de novembro de 2019

IX Aniversário do Blog Alexandria Católica



NOTA DO BLOG
É com grande alegria que festejamos mais um ano deste apostolado!
Mais um ano se passou e esperamos que os frutos obtidos através do Alexandria Católica possam contribuir, cada vez mais, com as almas que o acessam e com a nossa Santa Madre Igreja.
Agradecemos todas as formas de apoio obtidas durante estes anos, desejamos muitas graças a todos os leitores e, de forma muito especial, àqueles que colaboram para que uma quantidade maior de excelentes e raras leituras sejam aqui divulgadas.
Que Nossa Adorável Mãe, que nunca desampara seus filhos devotos e fiéis, proteja e ilumine sempre a todos!
Cordiais saudações,
Salve Maria!  


XXI de Novembro

Festa da Apresentação de
Nossa Senhora no Templo

O DIA de hoje é a despedida das festas marianas no ano eclesiástico. Tudo que sabemos da Apresentação de Nossa Senhora no Templo, sabemo-lo por lendas e informações extrabíblicas, o que não quer dizer que o assunto da festa careça de probabilidade histórica. Segundo uma piedosa lenda, Maria Santíssima, tendo apenas três anos de idade, foi pelos Pais, em cumprimento de uma promessa, levada ao templo, para ali, com outras meninas, receber educação adequada à sua idade e posição. A Igreja Oriental distinguiu este fato com as honras de uma festa litúrgica. A Igreja Ocidental conhece a comemoração da Apresentação de Nossa Senhora desde o ano de 1371.
Prescrita primeiramente só para a corte papal, então residente em Avignon, em 1585, Sixto V ordenou que fosse celebrada em toda a Igreja.
A Apresentação de Nossa Senhora encerra dois sacrifícios: a dos Pais e o da menina Maria. Diz a lenda que Joaquim e Ana ofereceram a Deus a filhinha no templo, quando esta tinha três anos. Sem dúvida foi para estas santas pessoas um sacrifício muito grande separar-se da filhinha, que se achava numa idade em que não há pais que queiram confiar os filhos a mãos estranhas. Três anos é a idade em que a criança recompensa já de algum modo os trabalhos e sacrifícios dos pais, formulando
palavras e fazendo já exercícios mentais que encantam e  divertem, dando ao mesmo tempo provas de gratidão e amor filiais. Joaquim e Ana não teriam experimentado o sacrifício em toda a sua amargura? O coração dos amorosos pais não teria sentido a dor da separação? Que foi que os levou a fazer tal
sacrifício? A lenda fala de um voto que tinham feito. Votos desta natureza não eram raros no Antigo Testamento. As crianças eram educadas em colégios anexos ao templo, e ajudavam os múltiplos serviços e funções da casa de Deus. Não erramos em supor que Joaquim e Ana, quando levaram a filhinha ao templo, fizeram-no por inspiração sobrenatural, querendo Deus que sua futura esposa e mãe recebesse uma educação e instrução primorosíssima.
Grande era o sacrifício de Maria: Não resta dúvida que para Maria, a criança entre todas mais privilegiada, a cerimônia da apresentação significava mais que a entrada no colégio do  templo. Maria reconhecia em tudo uma solene consagração da vida a Deus, a oferta de si mesma ao supremo Senhor. O  sacrifício que oferecia, era a oferta das primícias e as primícias, por mais insignificantes que sejam, são preciosas por serem uma demonstração da generosidade do ofertante e uma homenagem a quem as recebe. Maria ofereceu-se sem reserva, para sempre, com contentamento e júbilo d’alma. O que o  Psalmista cantou, cheio de entusiasmo, traduziu-se n’alma da bem-aventurada menina: "Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor." (Ps.83, 3) E entrarei junto ao altar de Deus; do Deus que alegra a minha mocidade.
Que espírito, tanto nos santos pais como na santa menina!Que espetáculo para o céu e para os homens! O que encanta a Deus e lhe atrai a graça, em toda a plenitude, edifica e enleva a todos que se ocupam deste mistério, na vida de Nossa Senhora. Poderá haver coisa mais bela que a piedade, o desprendimento completo no serviço do Senhor?
A vida de Maria Santíssima no templo foi a mais santa, a mais perfeita que se pode imaginar. O templo era a casa de Deus e na proximidade de Deus se sentia bem a bela alma em flor. "O passarinho acha casa para si e a rola ninho nos altares do Senhor dos exércitos, onde um dia é melhor que mil nas tendas dos pecadores." (Ps 83) Santo era o lugar onde Maria vivia. Era o templo onde os antepassados tinham feito orações, celebrando as festas; era o templo onde se adiava o santuário do Antigo Testamento, a arca, o trono de Deus no meio do povo; era o templo afinal, de que as profecias diziam que o Messias nele devia fazer entrada.
Naquele templo a menina Maria rezava e se preparava para a grande missão, que Deus lhe tinha reservado. "Como os olhos da serva nas mãos da Senhora, assim os olhos de Maria estavam fitos no Senhor seu Deus." (Ps.122) Segundo uma revelação com que Maria agraciou a Santa Isabel de Turíngia, todas as orações feitas naquele tempo se lhe resumiam no seguinte: 1) alcançar as virtudes da humildade, paciência e caridade; 2) conseguir amar e odiar tudo a que Deus tem amor ou ódio; 3) amar ao próximo e tudo que lhe é caro. 4) a conservação da nação e do templo, a paz e a plenitude das graças de Deus e 5) finalmente ver o Messias e poder servir a sua santa mãe.
Maria era o modelo de obediência, amor e respeito para com os superiores, de caridade e amabilidade para com as companheiras. Tinha o Coração alheio à antipatia, à rixa, ao azedume e ao amor próprio.
A Maria no templo eram aplicáveis as palavras do Psalmista (Ps. 139): "Senhor, meu coração não se ensoberbeceu; nem meus olhos se elevaram. Não andei em grandeza, nem em magnificências sobre a minha sorte. Se não fosse humilde o meu sentimento, não se elevaria a minha alma (ai de mim!), mas como o menino, apartado já do peito da mãe, lhe fica  descansando nos braços, assim está a paz na minha alma."
Maria era uma menina humilde, despretensiosa e amante do trabalho. Com afã lia e estudava os santos Livros.
Como as meninos do Colégio do templo se ocupavam de outros serviços concernentes ao serviço santo, é provável que Maria tenha recebido instruções sobre diversos trabalhos, como fossem: pintura, trabalhos de agulha, canto e música. É opinião de muitos que o grande véu do Templo, que na hora da morte de Jesus se partiu de alto a baixo, tinha sido confeccionado por Maria Santíssima e as companheiras.
Assim foi santíssima a vida de Maria no Templo. O Divino  Espírito esmerilhou o coração e o espírito da esposa, mais do que de qualquer outra criatura. Maria poderia aplicar a si as palavras de Sirach (51, 18) "Quando ainda era pequena, procurei a sabedoria na oração. Na entrada do templo instava por ela... Ela floresceu como uma nova têmpora. Meu coração nela se alegrou e desde a minha mocidade procurei seguir-lhe o rasto."
É de admirar que Maria, assim amparada pelos cuidados humanos e divinos, progredisse de virtude em virtude?
De Nosso Senhor o Evangelho constata diversas vezes esta circunstância. Como Jesus, também Maria cresceu em graça e  sabedoria, diante de Deus e dos homens. Este crescimento a Igreja contempla-o em imagens grandiosas, traçadas por Sirach (24, 17-23): "Sou exaltada qual cedro no Líbano e qual cipreste no monte Sião. Sou exaltada qual palma em Cades e como os rosais em Jericó. Qual oliveira especiosa nos campos e qual platano, sou exaltada junto da água nas praças. Assim como o cinamomo e o bálsamo que difundem cheiro, exalei fragrância: como a mirra escolhida derramarei odor de suavidade na  minha  habitação; como uma vide, lancei flores d'um agradável perfume e as minhas flores são frutos de honra e de honestidade." Nunca houve mocidade tão santa e esplendorosa como a de Maria Santíssima. Outra não poderia ser, devendo Maria preparar-se para a realização do mistério  dos mistérios; da Encarnação do Verbo Eterno.

REFLEXÕES


A festa da Apresentação de Nossa Senhora encerra belos ensinamentos para a família cristã, para pais e filhos. Que  modelo mais perfeito pais cristãos poderiam procurar, que Joaquim e Ana? Que exemplo de verdadeiro amor de Deus nos dão! Os pais não devem sacrificar os filhos ao egoísmo e às paixões, mas a Deus, que Lhos deu. Como Joaquim e Ana devemos estar prontos e oferecer os filhos, quando Deus os chama para o seu serviço. Todos nós vemos em Maria o exemplo que devemos imitar, se queremos que nossa vida seja agradável a Deus. Oração, pureza, de coração e trabalho — eis os capítulos principais no índice da vida cristã.

__________
Excertos do Livro: Na Luz Perpétua - Volume II (que em breve estará disponível para download)

18 de novembro de 2019

A alma e a eternidade das penas


Pe. José da Assunção Rolim, O.F.M.
Edição de 1942 - 302 págs


A QUEM LER
O «livrinho», que o leitor agora mesmo abriu e tem entre mãos, é parábola, romance ou que é?
É talvez a história trágica de muita alma ...
O seu autor, a bem dizer, não se preocupa com o que em verdade seja, nem com o nome que lhe queiram dar, nem com que o louvem ou deslouvem.
Uma só coisa pretende: ser lido e fazer bem.

15 de novembro de 2019

A Santificação é possível


Raul Plús, S.J.
Edição de 1944 - 176 págs

cultivo de cannabis


A finalidade deste trabalho consistirá, pois, em mostrar:
1º - Os meios que a Igreja Católica oferece a seus filhos, em pleno século XX, para que alcancem a santidade, a própria santificação.

12 de novembro de 2019

O Pensamento dos Grandes Mestres do Carmelo


Quero ver a Deus
Frei Maria-Eugênio do Menino Jesus
Edição de 1998 - 1144 págs

OBS.: o presente link encontra-se indisponível,
 pois recentemente o livro foi editado.

Resultado de imagem para Frei Maria-Eugênio do Menino Jesus
Beato Frei Maria-Eugênio do Menino Jesus (1894-1967), Carmelita descalço, além de uma intensa atividade no interior da Ordem desde 1922 até o fim de sua vida, destacou-se pela fundação do Instituto Notre Dame de Vie, na companhia de Marie Pila, que reúne leigas e leigos consagrados, sacerdotes diocesanos e, também, casais, com a proposta de viver o carisma carmelitano, nas realidades que lhes são próprias, no espírito do Profeta Elias, Pai da Ordem do Carmelo.


SUMÁRIO

Quadro – A Espiritualidade Teresiana: Quero ver a Deus
Siglas das obras
Apresentação
Frei Maria-Eugênio do Menino Jesus: Breve Biografia
Introdução da primeira edição

3 de novembro de 2019

Pelo apostolado a favor das Almas do Purgatório


E.D.M.
Edição de 1936 - 25 págs

Obs.: Página 20 faltante, se algum leitor a tiver
e quiser compartilharpor gentileza, entre em contato.
Deus lhe pague!

Neuvaine pour les âmes du Purgatoire

QUE DEVEMOS FAZER A FAVOR DAS ALMAS?
- Devemos mandar rezar o maior número possível de missas por alma dos nossos defuntos.
É de todos os sufrágios o mais poderoso e eficaz.
- Devemos assistir ao maior número de missas possível por estas pobres almas. Este dever constitui mais uma razão fortíssima para ouvir missa todos os dias.
- A oração: “Eterno Pai eu Vos ofereço o Sangue Precioso do Vosso Filho Jesus com todas as missas que hoje se oferecem em todo o Mundo pelas almas do Purgatório, especialmente pelas almas que nos são especialmente queridas.”
Esta oração tem enorme valor e pode repetir-se muitas vezes no dia.
- É muito recomendável oferecer pelas almas os nossos sofrimentos, grandes e pequenos, em união com os sofrimentos e morte de Jesus Cristo. Assim aliviaremos as pobres almas e alcançaremos grandes méritos para nós.
- Podemos oferecer o nosso Terço e outras orações que rezarmos, as Indulgências que lucramos, as esmolas que darmos e as boas obras que fazemos pelas almas, que em troca, rezarão, por nós com indizível intensidade e nos obterão muitos favores temporais e espirituais.
Visto que a grande ignorância existente acerca do Purgatório· é a causa principal do abandono das almas, bom será que as pessoas devotas façam todo o possível para espalhar este livrinho. Será um magnífico apostolado a favor das almas do Purgatório.
Convidamos todos a tomarem parte neste Apostolado

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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